Ausencia William Shakespeare Amor

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Ausência de quem se ama, é a mãe da dor que você sente em silêncio.

Se tudo que teu coração entregou não foi o bastante, entregue a tua ausência, porque é na falta que se revela o verdadeiro valor da presença; na ausência Deus mostrará a verdadeira importância do que se perdeu.

Alma coberta de enfeites,


Ego de balão inflável,


Ausência de raro conteúdo,


Ecoa sem reflexos a essência do que foram somente exageros.

Com a sua ausência, aprendi: não dá pra escolher não sentir…
e, no fim, sentir é tudo que nos resta.

Todos os dias eu aprendo a lidar com a ausência e com a incerteza.
Não é fácil sorrir quando uma parte de mim está tão longe, em um lugar tão difícil.

Mas eu sigo firme.
Porque além da dor, existe um orgulho que me sustenta e um amor que me mantém de pé.

Dra. Érica Alvim Lyra

Quem sou eu

Eu tenho me perguntado quem sou eu, e a resposta veio quando eu superei, ausência, tristeza, saudade e a maldade do tempo. Sei que sou pouco para uns, mas sei que sou muito para outros, mas a cima de tudo! sou o suficiente para mim mesmo.

Se tudo que você oferece não for o suficiente; ofereça ausência.


O sal não está no cardápio, mas, quando não está presente, faz muita falta!

O silêncio não é ausência de som, é presença de si. É onde as respostas param de gritar e começam a aparecer.

⁠“Há feitos que nascem na solidão, espinhos cravados pela ausência. Outros florescem na solitude, raízes profundas no silêncio escolhido.”

⁠“Existe um momento em que a ausência de sentido impera, e nossa vida clama por ressignificação. Uns chamam de maturidade; outros, de libertação.”

⁠“É na ausência, e apenas nela, que a consciência nos cobra o que o conforto silenciou. Pois é fácil calar-se quando tudo ao redor nos embala em omissão.”

⁠“Escolhas negligentes não nascem do mal, mas da ausência: ausência de presença, de consciência, de coragem para olhar o que realmente importa.”

"Existem dias que se definem apenas pela nossa ausência; neles, o mundo acontece à revelia do nosso olhar."

Quando sua ausência é sentida, o seu valor é notado.

“A solidão nem sempre nasce da ausência de pessoas, mas da falta de profundidade íntima. ”

ENTRE DOIS AMORES, O RASGO INVISÍVEL DA ALMA.
Há uma dor que não nasce da ausência, mas do excesso. Não é a falta que dilacera, mas a coexistência de dois afetos que se recusam a morrer dentro do mesmo coração. Amar dois seres é habitar uma encruzilhada onde cada passo é uma perda irreparável.
O rompimento, nesse cenário, não é apenas uma decisão. É uma amputação íntima. Ao escolher, não se abandona apenas alguém. Abandona-se uma possibilidade de si mesmo. Uma versão da própria existência que jamais se cumprirá. E isso pesa. Pesa como aquilo que poderia ter sido e não foi.
Entre dois amores, não há inocência. Há consciência aguda. Cada gesto torna-se cálculo moral. Cada silêncio, uma confissão. A alma divide-se entre o dever e o desejo, entre o que acalenta e o que incendeia. E, no instante da ruptura, nenhum dos lados vence. Ambos deixam marcas.
A dor que surge não é simples saudade. É uma espécie de eco contínuo. O amor que permanece não desaparece. Ele se recolhe, torna-se subterrâneo, mas continua a existir como uma presença velada, insistente, quase espectral. E aquele que parte carrega consigo duas ausências. A de quem deixou e a de quem nunca poderá ser plenamente.
Há, porém, um rigor inevitável nesse processo. A vida não sustenta indefinidamente duas verdades afetivas em conflito. Em algum momento, a realidade exige unidade. E essa unidade cobra um preço. Romper é aceitar esse preço sem garantias de alívio imediato.
Com o tempo, a dor não desaparece. Ela se reorganiza. Deixa de ser ferida aberta e torna-se memória estruturante. Ensina sobre limites, sobre responsabilidade emocional, sobre a gravidade de envolver destinos alheios em nossas próprias indecisões.
E talvez a compreensão mais difícil seja esta. Amar, em sua forma mais elevada, também exige renúncia. Não apenas do outro, mas de si mesmo enquanto centro absoluto do desejo.
Porque entre dois amores, não se escolhe apenas quem fica.
Escolhe-se quem se terá coragem de perder para sempre.

Luz Acesa

Há um lugar em mim
que ainda te espera —
não como quem sofre na ausência,
mas como quem guarda
uma luz acesa na janela da alma.

É um espaço sereno,
onde teu nome repousa
sem pressa, sem cobrança,
apenas com a ternura
de quem aprendeu que amar
também é saber esperar em paz.

Porque certos encontros
não se desfazem com o tempo…
eles apenas se recolhem
num cantinho sagrado do coração,
onde continuam existindo
em silêncio —
mas cheios de vida.

Por Simone Cruvinel

O fato é que na vida haverá pessoas que na ausência delas você sentirá falta e desejo de estar pertinho, já outras você sentirá um tremendo alívio e pura felicidade da ausência delas! Por isso que temos que ter muito cuidado nos relacionamentos em geral, pois uma dessas pessoas certamente nos tornaremos também, para elas!

É no silêncio que sinto a sensação de duração do tempo. É na ausência dele que vejo a importância do tempo.

A fé não é a ausência de dúvida, mas a coragem de caminhar apesar dela, confiando que Deus guia os passos.