Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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⁠"Há um segredo em fingir estar bem até que se esteja."

POETA É FINGIDOR



Poeta é fingidor,
finge alegria na tristeza
e até um largo sorriso em meio à dor.


É que, fingindo assim,
ninguém sabe o que realmente ele sente.


É melhor não mostrar a verdadeira felicidade
do que viver uma felicidade só aparente.


Cícero Marcos

Quando olho o perfil de uma pessoa e vejo que ela mora no fim do mundo, bate até um desânimo.😅

⁠Mas não há propósito em um ciclo que se repete até o corpo falhar. Sonhos são cenários projetados para nos manter dóceis. Competições são distrações para não percebermos a insignificância.

E de repente, tudo parece ir se encaixando, até que como um furacão, brlluuuu...Desmorona, ficam somente ruínas, surpresa?
Talvez, ou seja, nem sempre é assim, pois muitas vezes nos vemos parados na direção do furacão, e por uma fraqueza, não sei, ali permanecemos deixando que ele(furacão) nos acerte, mas em outros casos somos surpreendidos pela tempestade, perdemos o chão e em mais um momento de fraqueza, mais uma vez, falhamos, pois agimos nesses momentos pela emoção, naquele momento nossa mente parece ter sido formatada e nos esquecemos de tudo mais precioso que já aprendemos, amor, perdão, confiança, tudo... E nos deixamos ser levados por desejos momentâneos, da carne, do ego, do ódio... Uma empolgação... e algumas vezes chegamos a cometer erros que podem não ter mais volta, ainda assim, na maioria das vezes clamamos por uma ajuda, quem sabe mais uma chance... Bom, às vezes estamos tão acostumados com essa mediocridade que nem ao menos pedimos ajuda... Mas mesmo sendo assim, falhos, pecadores, impuros, imperfeitos como somos, ainda sim somos alcançados pela missericórdia do Senhor, ou antes, somos amados por Ele, o Deus altíssimo, o Criador, que mais uma vez se volta em favor da criatura, que Ele mesmo modelou, Ele mesmo deu vida, isso tudo sem que o menos uma, uma prova de amor fosse demonstrada de nossa parte, quanta ingratidão de uma só espécie, o que era para ser perfeito, simplesmente deixa de "existi", e não há nada, nada, definitivamente nada que nos faz existi, senão a misericórdia do Pai.

​Estar estagnada não significa estar parada. Até as sementes precisam de um tempo debaixo da terra, no escuro e no silêncio, antes de romperem a superfície.


SerLucia Reflexoes

"Reflexão Aprendizado"
"Quem vive pra ser visto até impressiona por um tempo… mas só quem é verdadeiro permanece quando ninguém está olhando.”


@Suédnaa-Santos.

Pode até que a vida seja difícil, mas cada um de nós temos capacidade para vencê-la, basta simplesmente que tenhamos fé, e Jesus no coração.
Feliz e abençoada noite.

A vergonha é um tipo de tristeza. Ela faz você se sentir pequeno, sem graça e até desanimado. Mas ela tem uma causa especial: a própria pessoa. É uma tristeza que vem de você mesmo, de ver algo em você que não gosta. Você olha para si, vê o que fez, não aprova e se sente mal. É você quem causa a própria tristeza. Você é a pessoa envergonhada. Então eu pergunto: o que será que significa alguém que não tem vergonha?


Alexandre Sefardi

[Contra-plongèe]


Toda sociedade humana
até agora,
foi caracterizada
por um elaborado sistema
de controle
e condicionamento,


que tem como fundamento
a submissão
da maioria,
para obtenção
de benefícios e privilégios
pessoais e estritamente
particulares,
de uma minoria,
que nega e sufoca
sua própria natureza social.


O que nos resta
é a desobediência,
o que nos cabe
é a insubordinação.


As regras, leis,
regulamentos, estatutos,
resoluções, moralidades,
protocolos, paradigmas,
são criados
pelos que têm poder,
para subjulgar
todo o resto.


Nosso único dever
é sobreviver,
pelo tempo que pudermos,
da melhor forma
que pudermos,
essa é nossa obrigação única
para conosco.


Emergir do furioso turbilhão,
que suga e digere toda
intenção despretensiosa,
que esfola nosso humanismo
e escalpela nossa dignidade,
oxigenando uma vez mais,
nosso fadigado sopro existencial.


19/09/23
Michel F.M.

⁠amorte

amo-te
e te amando
não temo a morte
porque até a morte
sabe a sorte
que é um dia
poder te dar um cheiro
no cangote.

Vou me quebrar um milhão de vezes pra me reconstruir, até encontrar a estrutura que suporte passar por pontes, estradas esburacadas, muros, barreiras grandes e pequenas, pelo fogo, pela água, pela larva escaldante, mas quando me reconstruir estarei inteira.
E estando inteira, não haverá barreira intransponível, estrada intransitável, muros impossíveis de escalar, fogo que me queime , água que me afogue ou larva escaldante que não me permita a passagem.
Meu espírito estará forte e minhas asas me tornarão capaz de plainar sobre cada obstáculo que em algum momento não me permitiu a passagem e de algum modo me quebrou…

⁠Em uma estrada você pode até plantar um trevo de quatro folhas.
— Mas se não teve oportunidade em plantar Árvores, seu trevo nunca irá dar sorte nem para ele mesmo.

REENCONTRO
“Quando te passar fiquei paralisado
Tremi até o chão como um terremoto no Japão
Um vento ou um tufão
Uma batedeira sem botão”
Queria decifrar teus pensamentos
Brechar tua aflição
Saber se também tremeu
Se desejou espiar e não sabia como
Se ficou atordoado, anestesiado e meio tonto, rsrs.
Pareceu!

Eu lamentava o peso das minhas memórias, até que encontrei alguém que não possuía sequer um ontem para carregar.

A vida pode não ter sido um caminho fácil, mas foi o único caminho que me trouxe até você. E isso justifica tudo.

Não existe neutralidade: até o seu silêncio escolhe um lado.

Um Homem sempre vai preferir uma nota de 100 meticais do que 100 moedas de 1 metical. Releia até entender.

Indo Até As Estrelas.












Em um simpático deserto na América do Sul em um dia bonito do ano de 1998 um impressionante telescópio havia sido deixado.
Nesse deserto que se estende pelo continente sul-americano esse telescópio deixado ao carinho desse lugar em algum momento poderia alcançar as estrelas.
Nos grãos de areia desse deserto com as suas dunas,os seus pássaros e outros traços do seu passado.
Dentro do que esse telescópio revelaria e podendo ver mais do que as estrelas nesse deserto quente. Sob a luz do Sol ele ainda esperaria mais uma noite.
Com os ventos noturnos que retornariam com a Lua esse deserto adormeceria.
Enquanto nesses mesmos ventos esse telescópio veria as estrelas no céu.
As que já estavam lá e as que ainda nasceriam.
As estrelas de uma galáxia com um nome leitoso atravessando o céu noturno,a Lua e um deserto.
Nesse deserto as noites seguiam até uma outra manhã.
Até que no ano de 1999 esse telescópio olharia pela primeira vez o céu noturno com gotas de orvalho no seu espelho.
Um grande espelho que nas noites estreladas teria grãos de areia dos ventos nos seus espelhos.
Brilhante na luz da Lua sendo guiado até por ela.
Em um deserto harmonioso à sua presença e que escutaria sobre as estrelas que ele ainda não poderia ver.
Nesse mesmo ano mais três telescópios foram deixados perto do primeiro.
Cada um com três grandes espelhos e não tão separados desse deserto.
Com a luz do orvalho em cada um e nos seus movimentos lentos e elegantes.
Em cada noite enluarada e com mais uma estrela.
Quatros telescópios que olhariam para diferentes estrelas.
Ou como se estivessem o mesmo espelho repleto de orvalho olhariam apenas para uma estrela dentre aquelas milhares.
Que brilharia mais forte nos seus quatro espelhos finos e sensíveis.
Deixados sobre a vida de um deserto que os acolhe enquanto os observa sob aquelas estrelas que o fazem lembrar dos seus grãos de areia.
Na sua vida com outros milhares de pontos luminosos e aquecidos por uma estrela mais ao nascer do seu horizonte.
No nascer de cada dia um pouco antes desses quatro telescópios,esse deserto já tinha no Sol o seu maior brilho.
E seguindo outros grãos,mais ventos aquecidos contornavam a sua vida.
Como outras asas,o tempo e até raízes.
Até que em um belo dia do ano de 1998 um telescópio foi trazido para os caminhos ardentes e adoráveis da sua vida.
Tão naturais e meigos.
Entre dias e noites que se transformavam com o tempo mais três telescópios foram trazidos.
Quatro telescópios com uma cor prateada que ao Sol queriam chegar.
Em um deserto à uma distância da luz de mais uma manhã.
Nas manhãs os seus quatro espelhos ficavam retraídos.
Esperando a noite retornar.
Ainda na luz bondosa do Sol sobre esse simpático deserto esses quatro telescópios também adormeciam.
Nos ventos e no tempo que esse deserto entendia para cada telescópio foi concedido um nome.
O primeiro telescópio foi chamado de "Antu" que significa "Sol".
O segundo telescópio teve o nome de "Kueyen" que significa "Lua.
Ao terceiro telescópio foi dado o nome de "Melipal" que significa "Cruzeiro do Sul".
O quatro telescópio foi chamado de "Yepun", que significa "Vênus ".
Aos quatro telescópios e aos seus nomes simbólicos e
verdadeiros tantas coisas do universo poderiam ser traduzidas.
Enquanto os quatro telescópios e os seus bons nomes olhavam as estrelas o tempo passava.
Até que entre o ano de 2004 e 2007 nesse deserto entre as manhãs que nasciam e as noites que já esperavam,mais quatro telescópios foram deixados aos seus grãos aquecidos por uma mesma estrela.
Quatro telescópios com a mesma cor branca que resplandecia sobre a sua vida desértica e maravilhosa.
Pois quando os outros quatros telescópios maiores estivessem procurando algo no céu sem ser uma querida estrela,os outros quatros telescópios esbranquiçados também poderiam ver as milhares de estrelas,uma galáxia leitosa e as fases da Lua e até planetas.
De um mesmo lugar os oito telescópios e os seus oito espelhos com orvalhos poderiam ver ainda além.
Em algum ponto no céu noturno procurando mais um brilho,uma nova indicação.
Nos oito espelhos uma galáxia atravessava deixando nos seus movimentos em passado,presente e futuro a luz das suas estrelas.
Na sensibilidade de cada espelho o universo profundo estava.
Daquele deserto até as distâncias que o tempo consegue contar,mostrando para cada espelho o significado daquela profundeza escura e eterna.
As milhares de estrelas ao longe e as suas constelações com as suas cores e tamanhos.
Mais perto da Lua,Sol e de um deserto o tempo estava.
Contando uma outra fase,mais uma órbita,mais um grão.
Como nos oito espelhos daqueles telescópios destinados à viverem em um deserto.
Com uma aceitação de cada um até que mais noites se transformem sobre aqueles grãos.
Ainda nas manhãs o Sol refletirá sobre os oito espelhos cheios de orvalhos e sobre um deserto caridoso entre o seu nascer e até a próxima noite serena e perfeita.

Sonda Voyager 1:
Do Primeiro Voo,Até Os Segredos Do Universo.












Em um dia bonito e azul um grande sonho seria realizado.
Um sonho capaz de ir bem longe além do Sistema Solar e que estando nesse sonho,seria possível encontrar outras estrelas e outras coisas brilhantes.
Em algum momento em um espaço dedicado para esse sonho,pedaços de felicidades,de expectativas e ansiedade estavam se unindo.
Para a formação de um objeto imaginado.
Que poderia voar entre os planetas e os seus satélites naturais,olhando para a Lua ao atravessar um primeiro cinturão tendo em seus detalhes a luz refletida do Sol.
E quando chegasse em um segundo cinturão a luz do Sol ainda estaria nos seus rastros no seu deslocamento veloz.
Um objeto fascinante se tornou verdadeiro após dias e dias desde o momento em que foi pensado.
Para ir tão distante do lugar ao qual havia sido sonhada.
Com o nome de "Voyager" e a coincidência de que seria mais um viajante interestelar.
Com uma longa e demorada viagem além de um sistema planetário.
E isso foi se tornando ainda mais forte quando se aproximava do dia 5 de Setembro de 1977.
Foi em um bonito dia de céu.
Um dia claro e transparente de inspirações.
Onde na estação de lançamento um imenso foguete espacial já estava a sua espera.
Para que juntos em um mesmo voo pudessem subir mais alto do que as nuvens do céu.
Com tranquilidade o tempo contava cada instante.
Com a Sonda Voyager 1 fixada ao foguete espacial de nome
Titan IIIE.
Após a sua aguardada contagem o foguete Titan IIIE subiu na direção do céu azul e bonito levando a Sonda Voyager 1.
A cada subida a sua velocidade aumentava com a gravidade terrestre deixando partes de sua força nas suas formas.
Como uma saudação.
Depois de alguns minutos voando no sentido vertical o foguete espacial
Titan IIIE mudou a sua inclinação para que a Sonda Voyager 1 pudesse voar com os próprios jeitos.
E assim ela fez.
Com agradecimento ao seu querido foguete espacial.
Que em uma outra trajetória voltava para o Planeta Terra.
Enquanto a Sonda Voyager 1 começaria a voar pela primeira vez com as próprias asas.
Que a fariam visitar alguns planetas e os seus satélites naturais.
E seguindo um sonho que ela era,foi em uma forte velocidade na direção do Planeta Júpiter.
O maior do Sistema Solar.
Com uma velocidade incrível após dois anos viajando encontrou o Planeta Júpiter e alguns dos seus satélites naturais.
Da sua grande beleza como uma pintura esférica flutuando em rotação e translação.
E sua destacada Grande Mancha Vermelha.
Que girava em um outro sentido,mas na mesma vida planetária.
Estando alguns milhares de quilômetros de sua evidente beleza a Sonda Voyager 1 tirou muitas fotografias.
Do seu levitar e de alguns satélites naturais.
Em Io viu vulcões tão altos que jorravam lavas de um passado ainda relembrado.
No satélite Europa a Sonda Voyager 1 viu uma superfície congelada,mas com um coração pulsante e escutado.
Em Ganimedes se impressionou com o seu tamanho para um satélite.
Ganimedes em alguns traços a fazia lembrar da Lua.
Deixando-as guardadas em um lugar especial cada fotografia que havia conseguido.
Emocionada com esse encontro com Júpiter teve que seguir os seus desejos.
Enquanto se distanciava do gigante gasoso através de um intenso impulso gravitacional com aquelas fotos que já haviam se tornado raras.
Pois ela queria ver mais de perto o Planeta Saturno e os seus misteriosos anéis.
Com os seus encantos um pouco revelados.
Desde o seu encontro com o Planeta Júpiter havia se passado um ano.
Eram 365 dias voando com desejos e objetivos.
Até que percebeu diante dos seus sonhos um maravilhoso planeta rodeado com um sistema de anéis.
Centenas de anéis dos minúsculos aos maiores fragmentos.
Adornavam o Planeta Saturno e o seu principal satélite natural,Titã.
Que tinha sobre a sua atmosfera as curvas daqueles anéis desde a sua criação.
Como era previsto nesse encontro tirou várias fotografias.
De um lindo planeta e os seus formidáveis anéis.
Do seu satélite natural Titã,fotos do seu charmoso viver.
A Sonda Voyager 1 também fotografou os satélites naturais Dione e Rhea.
E as suas características notáveis.
Acalentandas com um frio intenso e entrelaçadas na gravidade de Saturno nas suas respectivas distâncias.
Depois de outras raras fotografias a Sonda Voyager 1 continuou seguindo na direção das milhares de estrelas.
De Saturno e Titã e outros satélites a sonda levou os seus movimentos e distinções e momentos de suas vidas.
Pois teria que continuar voando na direção que lhe chamava.
Dentro de si um valioso e único disco dourado com coisas do Planeta Terra.