Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
A ilusão tem a beleza efêmera de um castelo de areia na maré alta e o desmoronamento ensina o valor do que é sólido.
Ninguém se perde de verdade, apenas se encontra em um novo lugar e esse lugar, muitas vezes, é mais fiel à sua essência.
A gratidão não é um suspiro leve, mas a memória em carne viva do coração que se recusa a esquecer o dom, ela transmuta o fardo brutal da obrigação na epifania silenciosa de uma bênção.
É um milagre sutil e constante saber que Deus nos segura justamente pelas rachaduras, pois é nesse lugar de quebra, dor e fragilidade máxima que o processo de reconstrução mais sublime se inicia. Em momentos de silêncio absoluto, onde desmoronamos e sentimos que ninguém percebe a nossa luta interna, a visão Dele permanece clara e atenta, sendo Ele a única força a nos levantar quando as nossas próprias reservas se esgotam. Fomos treinados na marra da vida, aprendendo na dor, crescendo na queda e amadurecendo no caos, e é essa experiência que hoje nos torna firmes e inabaláveis. Mesmo que por vezes falhemos com a fé, a graça Dele nos mantém e nos constrange para o crescimento, provando que a fé não falha, mas é a única corrente capaz de nos libertar das nossas prisões internas e devolver-nos ao eixo. Por isso, a cada renascimento e a cada cicatriz profunda, agradecemos, pois sabemos que a vida tirou o supérfluo para nos entregar o essencial, resiliência, coragem e a fé que ressuscita, fazendo-nos renascer onde outros desabam.
Aquela rua, no silêncio adormecido de um corredor sem fim, onde cada passo ecoava no escuro, fazia-se rasgo memorial.
Um som leve, quase inaudível, como se alguém tivesse suspirado no exacto ritmo da minha respiração, atravessou-me.
No Brasil da pra sentir o nariz gelado,mas não a ponto de por um casaco. É como se você tivesse uma radiação a sua volta. A energia do calor do corpo vence o frio, e dá uma sensação refrescante.
No mesmo Brasil da pra viver em um lugar que quase todo dia as 18:00, chove. Da para colecionar um leque novos sentimentos com esse clima.
De norte a sul, as pessoas estão se entregando ao narcisismo digital e alimentação e hábitos medíocres.
A mudança se dá apenas em você e isso transforma o mundo ao seu redor.
Nossa diversidade mental nos da super poderes interpessoais e intrapessoais e isso é um fato otimista e distante da cultura doentia que nossa humanidade instaurou de norte a sul desse planeta.
Dói aí do lado de dentro a falta de identificação que a sociedade consumista não proporciona para te incluir como indivíduo?
Será o fato de não pertencer a um grande grupo de consumo? Valeria o orçamento de criar esse plano de inclusão?
Seria interessante manter pessoas assim sem protagonismo na vida para qual grupo?
Somos vítimas de uma sistema que nos define e classifica para caber em uma caixa de sofrimento e dor emocional ou somos protagonistas de uma revolução?
Como você usa seus super poderes aí nos seus ciclos?
É doença aquilo que não pode ser tratado?
E como se desenvolve a mente e cognição de um indivíduo que cresce uma sociedade que o trata como doente e não como indivíduo com habilidades únicas e especiais?
A revolução começa do lado de dentro e o exemplo inspira o mundo do lado de fora.
AOS PSIQUIATRAS A PROCURA DE FAMA E APROVAÇÃO - A VOZ QUE NÃO CABE NO MANUAL
Quando um homem normal escreve sobre o autismo, dizem que é ciência.
Quando um autista escreve sobre o homem normal ou sua própria experiência, dizem que é delírio.
O primeiro ganha aplausos, o segundo ganha silêncio e às vezes, diagnóstico para pertencer ao circo imaginário.
Parece que o mundo só aceita a diferença quando ela vem traduzida no idioma da maioria?
Mas há coisas que só quem vive pode dizer. E o que se vive, não se explica, se revela, não se inventa ou distorce para próprio benéficio.
Talvez seja isso que tanto assuste,
ver a lucidez onde esperavam loucura,
ou encontrar humanidade onde só enxergavam um caso clínico?
Enquanto isso, seguimos escrevendo,
não para provar que existimos,
mas para lembrar que pensar diferente
também é uma forma de poesia.
Lembre da hora da morte, daqui não se leva nem o corpo, muito menos a fantasia.
O CÓDIGO DAS APARÊNCIAS, A ELEGÂNCIA DO VAZIO
Nunca fui eu quem viu o mundo de um jeito errado. Foi o mundo que se acostumou a olhar torto e chamar de normal o que o desnutriu.
Sempre observei com calma e clareza as vaidades humanas, essa fé cega nas aparências, esse culto ao tecido, à marca, aparência cara.
Percebi cedo que o tratamento muda conforme a roupa.
Se estou de acordo com o figurino, sou tratado como alguém digno de escuta.
Mas basta vestir o que é confortável, o que é meu, e já sou confundido com alguém menor, sem valor.
O traje é um passaporte social.
Quem veste o uniforme da convenção entra. Quem veste a própria pele é barrado na porta.
O mais curioso é que os mesmos que exigem elegância não conseguem enxergar educação no olhar sincero, nem grandeza em um corpo simples.
Confundem brilho com valor, perfume com virtude, mentira com sabedoria.
E nessa inversão de sentidos constroem o vazio que os engole e consomem seus filhos, vendem status, compram aprovação e chamam o aplauso de propósito.
Tristes dos que vivem da casca, só percebem o abismo quando o chão cede, e o chão sempre cede, porque foi feito de vaidade.
A sociedade adora o disfarce.
É por isso que respeita quem finge e rejeita quem sente. O código das aparências é a religião do vaidoso, onde o espelho é altar e a consciência é silêncio.
Mas há quem se negue a ajoelhar.
Há quem saiba que a roupa não sustenta caráter e que o corpo, por mais enfeitado, não abriga verdade alguma se a alma estiver ausente.
Não é rebeldia, é lucidez.
A roupa que visto não muda o que sei.
A aparência que esperam não define o que sou.
O mundo pode continuar se engomando, eu sigo sendo humano.
Prefiro o desconforto da autenticidade ao conforto de uma farsa bem passada.
Porque, no fim, o corpo fica, a roupa apodrece, e o que resta é o que ninguém viu, a dignidade que sustentou o silêncio, a verdade que não precisou de terno e a coragem de não caber no falso figurino.
Daqui não se leva nem o corpo, muito menos a fantasia.
A DIFERENÇA ENTRE SABER E SER
Um neurotípico pode estudar cinco anos de psicologia, buscando no título o que lhe falta em empatia.
Mas jamais verá o mundo com a lente de quem sente, de um neurodivergente, que pensa diferente.
O que pra uns é teoria e repetição,
pra nós é instinto, é pura sobrevivência em ação.
Enquanto uns decoram o que é ser humano, nós vivemos o peso e o mistério do engano.
Sentimos o outro até a exaustão, sem diploma, vaidade ou aprovação.
Porque não há curso que ensine o que dói,
nem ciência que alcance o que o silêncio constrói.
A FARSA DA VAIDADE
O ABISMO DO INVALIDADOR
Quando o trabalho de um indivíduo nasce da tentativa de diminuir o de outro,
em sua origem o invalidador já é uma farsa.
Usurpador que tenta galgar atenção com a ilusão do esforço alheio,
mentiroso sem escrúpulos que sustenta um corpo oco,
voando na brisa da própria enganação.
De todas as vaidades,
quem flutua em ilusão é sempre o primeiro a colidir com o muro da realidade.
Atravessam o tempo apenas aqueles que cultivam o esforço e, sem intervalos,
falam a verdade no silêncio, sem necessidade de cúmplices ou testemunhas.
A verdade é relativa e variável, não um estado fixo.
Logo, não se apaixone pela mentira alheia.
O tempo é o único responsável em mostrar a face da sinceridade.
Influencers políticos são um atraso para a sociedade...
A história do dinheiro não beneficia a massa. Quem é massa e fantasia que se modela, vira massinha de manobra de quem o opera.
Se fosses um aroma ia te desenhar em minha memoria para te coroar;
Em linda e expansiva explosão de cores que reagrupam o que no peito jaz vivido.
Nessa tarde que tem cheiro de sorriso; Invade em todo meu ser mil pensamentos no seu sentido.
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