Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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Mal nenhum se aproxima
de um coração alegre, humilde
caridoso e cheio de amor.

⁠Há sempre algo novo a se aprender, mesmo para um mestre.
(Mestre Shifu)

⁠Violência me dá um friozinho na barriga!

E nos abençoe para que alguém nos adote logo e que a mamãe e o papai sejam bonzinhos e tenham um unicórnio de estimação.

Sobre a prosperidade


Sim, é uma benção, a Palavra diz que nunca viu um justo desamparado, nem a sua descendência mendigar o pão.


Mas, ao mesmo tempo, a mesma Palavra diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todo mal.


E um dia Ele encontrou um jovem que era perfeito e rico, que queria O seguir.


Então, Ele disse, vai vende o que tens e distribui aos pobres, e só depois, vem e segue-me!


O jovem ficou triste ao lembrar que possuía muitos bens, então virou as costas e foi embora.


Ele é real com suas promessas de Vida, mas precisamos estar atentos e lembrar que não foi Ele que uma vez disse, se Você se prostar e me adorar te darei todos os reinos da Terra...


Não esqueçamos que Ele veio nos trazer Vida e uma paz que supera todo o entendimento.






Viva e seja feliz ❤️


Maria Silva


@Eumariasilva100conta2

⁠Não existe um lugar nesse mundo todo em que você não esteja comigo.

⁠Um bom plano tem várias partes.
(Ansiedade)

⁠Um homem fez isso sozinho? E a única coisa que sabe é que ele é apicultor?

Use a dificuldade como adubo para florescer de um jeito novo e forte. Seja como o ouro: refine sua alma na pressão e brilhe intensamente.

A gratidão acende a lanterna da alma e ilumina o que realmente importa. O hoje é um presente precioso; desembrulhe-o com alegria e apreço.

Não foque no que falta, mas na abundância discreta que te cerca agora. Um coração grato é um imã para a paz, a esperança e a prosperidade.

A bondade é uma força silenciosa que, mesmo sem alarde, transforma tudo o que toca. Em um mundo tão acelerado, ela é quase um ato de rebeldia — parar, olhar o outro com humanidade e oferecer um gesto que nasce do coração. Ser bom não é ser ingênuo; é ser valente o suficiente para acreditar que nossas pequenas ações ainda podem fazer diferença.

A verdadeira bondade não espera reconhecimento. Ela se manifesta nos detalhes: numa palavra que acolhe, num olhar que compreende, num cuidado que ninguém vê, mas alguém sente profundamente. E é justamente nesses gestos invisíveis que mora seu maior poder.

Quando escolhemos a bondade, escolhemos espalhar luz mesmo carregando nossas próprias sombras. Escolhemos construir pontes onde outros ergueriam muros. Escolhemos ser refúgio em meio ao caos.

E a beleza é que cada gesto gentil ecoa além de nós. Ele inspira, contagia, abre caminhos. A bondade é uma semente — muitas vezes pequena, quase imperceptível —, mas capaz de florescer em lugares improváveis e mudar o destino de alguém.

Cultive-a. Não porque o mundo é sempre justo, mas porque você é grande demais para deixar que ele endureça seu coração.

Demorou um pouco, mas um dia eu aprendi que não se deve guardar mágoas, nem rancores, e nem pensar em vingança.
Pessoas nos fazem mal, nos desejam mal e isso não vai mudar porque eu cheguei a conclusão que a vida é mesmo assim... Pessoas más devem existir para que pessoas boas também existam e se distinguirem delas.
E Deus deixa que essas pessoas estejam entre nós, não para serem testadas, mas sim, para nos testarmos em relação a elas.
É por isso, que depois de ter passado por muitas coisas e por experiências vividas é que me levaram a essa conclusão.
Não devemos nos importar com esse tipo de pessoas, porque, também chegará o dia em que elas vão se dar conta que nada na vida delas mudou.
Enquanto elas perderam tanto tempo da vida tentando prejudicar quem estava levando a sua vida sem pensar em fazer mal algum a ninguém. Aí elas se darão conta do tempo que perderam e entenderão também que basta que elas tomem conta da sua própria vida. Só assim que as pessoas mudam.
Pra tudo tem seu tempo e as pessoas pagam o seu preço de serem como são.

A derrota é um daqueles momentos que parecem nos desmontar por dentro — ela fere o orgulho, abala a confiança e nos confronta com nossas próprias limitações. Mas, embora dolorosa, a derrota é uma mestra implacável e necessária. É ali, no chão, que descobrimos forças que não imaginávamos ter, e compreendemos o quanto ainda podemos crescer.

Ser derrotado não significa ser incapaz; significa apenas que estamos tentando, vivendo, arriscando. A derrota é o intervalo entre quem somos e quem ainda podemos nos tornar. Ela nos obriga a rever caminhos, ajustar rotas, abandonar velhos hábitos e construir novas versões de nós mesmos.

É no gosto amargo do fracasso que nasce a humildade — não aquela que se diminui, mas a que entende que grandes vitórias exigem quedas sábias. Que cair faz parte, mas permanecer caído é escolha.

A derrota também expõe a verdade: o que realmente importa para nós, o quanto estamos dispostos a persistir, e qual propósito nos move. É ela que testa nossos limites e amplia nossa coragem.

Levantar depois de perder é um ato de grandeza silenciosa. É dizer ao mundo — e a si mesmo — que ainda existe luta, sonho e chama dentro do peito. E, quando finalmente vencemos, carregamos conosco uma certeza poderosa: não foi apesar das derrotas que chegamos lá, mas por causa delas.

Quando aprenderemos a não esperar receber o que damos, pois cada um só pode dar o que tem e nem sempre é agradável.

O rio que se recusa a seguir o fluxo
poderá acabar se tornando um pântano.

Um direito que poucos querem é o de se humanizar.

A raiva é um fogo que arde por dentro, capaz de nos consumir se não aprendermos a compreendê-la. Ela surge como sinal de que algo nos atingiu profundamente, que nossos limites foram tocados ou ultrapassados. Sentir raiva não é fraqueza; é humanidade. O perigo está em deixar que ela dite nossas ações, em permitir que queime pontes em vez de nos ensinar caminhos.

A verdadeira força não está em explodir, mas em transformar essa energia em clareza, reflexão e ação construtiva. É entender o que a provocou, assumir nossas emoções e decidir conscientemente como reagir. A raiva pode ser professora: nos revela injustiças, nos mostra onde precisamos colocar limites e nos desperta para mudanças necessárias.

Controlar a raiva não significa reprimi-la, mas canalizá-la. É permitir que sua intensidade seja combustível para soluções, para proteger o que amamos e para fortalecer nossa integridade.

Quando conseguimos olhar a raiva nos olhos e aprender com ela, descobrimos equilíbrio, maturidade e serenidade. Descobrimos que a paz interior não é ausência de conflito, mas a capacidade de não se deixar dominar pelo calor do momento.

A raiva, então, deixa de ser inimiga e se torna uma aliada silenciosa na construção de uma vida mais consciente e poderosa.

O sofrimento é um professor silencioso e, muitas vezes, impiedoso. Ele chega sem aviso, nos derruba, nos faz questionar caminhos e nos confronta com a fragilidade da vida. Mas, por mais doloroso que seja, o sofrimento não existe para nos destruir — existe para nos transformar. Ele nos força a olhar para dentro, a enfrentar nossas sombras, a reconhecer nossas feridas e a descobrir a profundidade de nossa própria força.

Sofrer não é fraqueza; é ser humano. Cada lágrima, cada aperto no peito, cada noite de inquietação carrega dentro de si sementes de aprendizado, resiliência e compaixão. É no sofrimento que aprendemos a valorizar a alegria, a coragem, o amor e a leveza quando finalmente retornam.

O segredo não está em evitar a dor, mas em abraçá-la com consciência, permitindo que nos ensine e nos molde. Cada passo dado apesar da dificuldade é um ato de coragem. Cada dia que seguimos em frente, mesmo cansados e feridos, é uma vitória silenciosa, mas poderosa.

E, quando olhamos para trás, percebemos que o sofrimento, embora doloroso, nos tornou mais inteiros, mais sensíveis e mais capazes de viver com intensidade e verdade. Ele não é apenas parte da vida — é uma das forças que nos lapidam e nos conduzem à plenitude.

Já vi muitos sábios calarem, como já presenciei muitos ignorantes gritarem para serem ouvidos. Um sábio, nunca altera a sua voz. Ele conquista atenção, não com alteração, mas, com a sua sabedoria, gentileza e educação.