Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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⁠Amem e respeitem seus idosos, o corpo e a mente de um idoso se degrada a cada ano que passa, mas tudo está intacto, forte e sadio em seu espírito, e ele vê e ouve tudo que acontece com perfeição e discernimento, então, não penses que tudo se dará por perdido porque a história seguirá em frente mesmo que em outro formato e a memória se manterá a salvo.

⁠Às vezes, uma tristeza tão penetrante
Invade e arrebata minha alma,
Levando-a para um lugar desconhecido,
Onde me perco e não me encontro,
Onde não existem portas nem janelas,
Apenas uma estrada longa rumo ao mistério da vida.
Inseguro, volto minha atenção para trás,
Com os olhos sobre os ombros,
E o peso das minhas decisões sobre as costas,
Tropeço nas minhas incertezas.
Rendido, me entrego ao chão,
Derramo-me sobre a cama e inicio um novo dia nessa velha rotina.
E mesmo quando acordado, eu converso comigo mesmo, tenho o hábito de conversar sozinho.
Tenho visto muito e entendido muito o que tenho visto.
Eu penso demais, e a minha cabeça pesa toneladas.
Lembro de coisas que gostaria de ter esquecido e imagino coisas que gostaria que não tivessem acontecido.
Deus, com sua ironia, me amaldiçoou com o pensamento, e me fez inquieto, inquisitivo.
Há um certo prazer até no cansaço que isto me dá,
Que afinal a cabeça sempre serve para qualquer coisa.

⁠⁠Eu vivo um dia de cada vez,
Levanto-me cedo, enfrento o trem,
E volto tarde, sem ninguém.
Construo sonhos de papelão,
Como um mendigo,
Mãos calejadas, olhos cansados,
Essência perdida.
Vivo um dia de cada vez,
Como se fosse o último,
Não por querer viver,
Mas por precisar comer.
Construo um lar de solidão,
Como um empregado,
Com tijolos de suor e dor,
E paredes de ilusões.
Vivo um dia de cada vez,
Como se fosse uma prisão,
Não por querer viver,
Mas por não ser ninguém.
Construo uma vida de incertezas,
Enfrento a vida, e me perco,
Sem coragem para lutar…

⁠Problemas eles não param de chegar, você resolve um, mas logo aparece outro e não basta o seu. Tem os agregados e terceirizados também, e você só falta explodir. Deixa eu te falar todos os nomes santos tiveram inúmeros problemas, tenha fé e nunca desista, porque Deus irá te mandar muito mais problemas, porque Deus precisa te tornar forte, imbatível e persistente para poder estar junto dele.

⁠🌙 “O Homem-Coelho e a Parede”

Encostado no silêncio,
há um corpo de terno,
mas a cabeça…
não mente.

Não é máscara,
nem disfarce.
É pele,
é essência —
um coelho de olhos fundos,
que carrega no peito
um mundo inteiro
feito de medo e ternura.

Do olho direito
escorre uma lágrima só.
Tão pequena,
mas pesada como tudo aquilo
que nunca se disse.

É cansaço de ser forte,
de vestir armaduras,
de caber em molduras
que nunca foram suas.

A parede não é prisão,
é espelho.
Reflete quem se é
quando ninguém está olhando:
frágil, sensível,
bonito em sua própria contradição.

E talvez, meu amor,
a vida seja isso —
um convite delicado
para sermos, enfim,
inteiros.
Sem fugas,
sem máscaras,
sem medo de que,
até na lágrima,
existe beleza.

⁠Pretensão de ser algo na vida de alguém? ..apenas apresento-me como um nada,porém sê souberem ter fé poderei atender à maioria de suas necessidades por minha boa vontade à tudo mas ainda sim me manterei sem a pretensão.

⁠A perfeição é tão relativa quanto a felicidade. Nem sempre o que é para um também é para o outro. É humanamente impossível agradar a todos. Ter essa consciência nos leva ao encontro do nosso EU e das nossas próprias verdades. Assim, encontraremos aquilo que nos faz realmente feliz

⁠O pacto que sustenta a crença no impossível é rompido ao trair a si mesmo, assinando um distrato com a imaginação.

"⁠um dos maiores desafio da vida é manter um belo sorriso sendo que por de trás dele você esteja totalmente destruida."

⁠A vida é uma luta constante para alcançar um ideal, principalmente na juventude. Depois, na fase da velhice, percebemos que toda essa correria na juventude foi em vão. O tempo passou rápido e, no meio de tanta correria, acabamos esquecendo de aproveitar a vida. É só na velhice que realmente nos damos conta disso.

⁠A gente se esforça para conquistar uma estabilidade na vida, mas acaba pagando um preço alto na velhice. É só lá que percebemos que toda essa estabilidade talvez não tenha valido a pena, porque gastamos tanto tempo tentando alcançar algo, acreditando que iríamos aproveitar na fase mais avançada da vida, e no fim, percebemos que deixamos passar momentos importantes.

⁠O mundo é um grande hospício, porém somente alguns vão para um hospício bem menor.

"⁠Meu coração é um livro aberto, mas poucas páginas são compreendidas."

⁠"Não existe pátria saudável com uma população adoecida — a verdadeira reconstrução de um país começa na mente e no prato do seu povo."

⁠por que será que dizer um adeus nunca ensina a dizer o próximo? é horrível ver alguém diminuir e aumentar de tamanho dentro de você. além do mais, quando uma pessoa se afasta ela parece se tornar mais verdadeira no momento exato em que parte. e você nunca terá aquela pessoa que mora na pessoa que você costuma ter.

Aline Bei
Uma delicada coleção de ausências. São Paulo: Companhia das Letras, 2025.

Contradições

Sou contraditório.
Às vezes acho que sou um escritor “bom”.
Quando releio o que escrevi e sinto algo real.
Como se as palavras fossem minhas cicatrizes com nome.
Outrora, vejo que sou apenas um iniciante.
Perdido entre ideias soltas,
com medo de nunca ter algo original pra dizer.

Me sinto vazio por dentro.
Como se tivessem me secado aos poucos,
sem que eu percebesse.
Mas transbordo nos meus textos quando ninguém tá olhando.
Textos de puro sentimento.
Intensos demais.
Quase vergonhosos.
Quase como se alguém estivesse me lendo por dentro.
É um excesso disfarçado de ausência,
uma sobrecarga emocional
camuflada de silêncio.

Duvido do meu valor.
Todos os dias.
Nos detalhes, nos silêncios, nas comparações que faço com os outros.
Mas luto pra tentar demonstrar.
Escrevo, continuo, me exponho.
Mesmo com medo de não ser suficiente.
Mesmo tremendo.
Porque cada palavra é
a prova viva de que eu ainda sinto algo.
E enquanto escrevo,
ainda resiste em mim uma parte que sobrevive.

Acredito que ninguém virá me ajudar.
Porque aprendi a não esperar.
Aprendi que ajuda demais decepciona.
Mas escrevo como quem espera ser encontrado.
Como quem joga garrafas no mar.
Esperando, secretamente, que alguém leia as entrelinhas.
Mesmo negando, ainda há em mim um farol aceso.

Me recuso a sonhar.
Como se sonhar fosse um luxo que não me pertence mais.
Como se já tivesse sonhado o suficiente por uma vida inteira.
Mas sonho todos os dias.
Com vidas que não vivi.
Com amores que só existem no papel.
Com finais felizes que nascem só na minha cabeça.
É a forma que encontrei de viver sem me iludir...
mas também de não desistir por completo.

Temo eu não ser mais eu.
Como se, aos poucos, partes de mim tivessem sido arrancadas.
Trocadas.
Desgastadas.
Como o navio de Teseu —
onde já não sei mais quais partes ainda me pertencem.
Mas tento me reconstruir todos os dias.
Com pedaços de ontem.
Com fragmentos de silêncio.
Com a coragem frágil de continuar escrevendo.
Porque escrever ainda é a única maneira que conheço
de tentar voltar pra casa.

Me enxergo em tudo que faço.
Mesmo que não percebam.
Mesmo que ninguém veja.
Mas precisei de uma segunda opinião
pra me ver nas contradições.

Doeu escrever tudo isso.
Mas sinto que essa dor faz parte
da “cura” que nunca virá.

⁠Tem coisa que eu não acredito que um ser humano possa acreditar, mas eles falam e tem gente que acredita.

A historia de um amor um tanto misturado, de um lado café forte e amargo, do outro leite morno e gostoso. Um dia o café, foi ao encontro de sua pura amiga água, ela estava nervosa, fervia que só ela! E foi assim que tudo começou, numa conversa que ali se misturou, desceram a boca da rua do coador, escorregaram sobre o coador, seguiram firmes e como sempre misturados, quando desceram a rua do coador, cairam sobre um grande buraco, se encontravam na rua da cafeteira, beco apertado que só, alguma coisa havia os prendido, parecia que aquela rua não tinha saída nem volta, de repente uma luz surgiu, cairam novamente, estavam dentro de um cilindro ou pelo menos era o que parecia, meio raso, mas cabiam. Chegou uma moça, se chamava leite era branquinha, corpulento, beldade era ela, doce devia ser. Café ficou nervoso, que fez o pobre do copo transpirar, sua grande amiga, saiu por toda aquela transpiração, café já era mistura, já não precisava da água pura, reinava dentro do copo. Leite foi jogada aos molhados de café, ele se assustou, mas o café gostou. Leite era quase fria, mas meio quente, café logo sorriu. Faltava algo, o anjo Colher, logo soube do ocorrido, já conhecia café, foi logo se achegando. Colher era anjo de amor, chegou bem no pé da fumaça de café e falou:- Café, vou te dizer o que falta pra essa branca ser sua, permita-me entrar e misturar vocês, vai demorar muito não. Colher logou se movimentou em pro daquele belo casal, se mexeu de um lado pro outro, é parece que deu certo, o café que era só café, leite que era só leite, se apaixonaram, seguiram ao futuro estomago, FIM.

O mundo está cheio de intervalos e cigarros! Qual a diferença de um para o outro?
Nenhuma, os dois causam câncer nos órgãos.


Que a quinta-feira seja um dia repleto de luz e empatia, sensibilidade e alegria! Vamos abraçar essa energia e usá-la para transmitir alegria, transparência e autonomia. Que Deus abençoe todos nós com essas boas vibrações!