Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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ESFORÇO

Friccionou tanto...
tanto, e com toda
convicção que possuía
até conseguir
se livrar
da corrente
que lhe aprisionava.
Só então descobriu
a tão almejada
li-ber-da-de...

mel

Inserida por MelaniaLudwig

NOSSA DANÇA

Marquei encontro com a dança
Até no cabelo já fiz uma trança
Quero os acordes sentir
Sem rasuras a me impedir

Soltar-me inteira em teus braços
Flutuar em teu compasso
Perfumar todo ambiente
Com o calor de teu corpo quente

Só vou deixar de bailar
Quando a orquestra
parar de tocar
Então nos teus braços ofegante
Descansarei por um instante
No teu ouvido direi baixinho
Vamos pra casa juntinhos?

mel - ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

E nesta
espera
infinda
tudo que sinto
desce
pelo meu corpo
até os pés...
Cimentada
imóvel
até você chegar...
ou não...

mel - ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

... e de tão inocente que era
não sabia que seria preciso
deixar suas bonecas num canto...
até mesmo engolir o seu pranto
para os dragões poder enfrentar
nenhum golpe indeciso
até sua inocência perder
para esta batalha vencer...

mel - ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

Tua voz é uma melodia
Como notas em cadência
Ouço-a como luz que irradia
Até mesmo na tua ausência...

Falas com tanta suavidade
Como se quisesse o eco evitar
Teu som desperta amabilidade
Não pares de comigo falar!!!

Inserida por MelaniaLudwig

La fora tem uma chuva mansa
caindo de pouco em pouco...
Até parece uma dança
deixando o vento louco...

mel - ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

A ESPERA

e nesta espera infinda
desce por meu corpo
tudo que ainda sinto
até a sola dos pés
ali fico e finco
enciumada
esperando
amuada
ociosa
odeio
você
sem


melania ludwig

Inserida por MelaniaLudwig

CHOVE LÁ FORA

Óh chuva abençoada!
Molhando nossos jardins
Do asfalto até os prados
Os respingos chegam até mim...

Esta chuvinha que dança
Com seus pingos molhando o chão
É como água de maré mansa
Acariciando nosso coração...

Conforta as plantas, mima as flores
Água pura, que a todos sacia
A ela entoamos louvores
Caindo mansinho nos agracia...

Faz brotar a semente
Tal como uma oração
Alimento de toda nossa gente
Esperança neste descalço chão...

Agora cai copiosamente
Estatelando no telhado
Refrescando o ambiente
Amenizando o corpo cansado...

Parece mais que uma pancada
Relâmpagos adentram o ambiente
Lá fora caindo esparramada
Trovões cada vez mais frequentes...

Agora é chuva "com vontade"
O telhado chora...a vidraça embaça
E os coqueiros acham graça...

Num ímpeto de felicidade
Saio correndo ao relento
Molhando corpo-e-alma-liberdade...

mel - ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

Está chovendo novamente
É água no chão corrente
Chuva de janeiro quente
Que até assusta a gente...

mel - ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

Eu gostaria de chorar tudo de uma vez, feito chuva grossa, que não para até a nuvem desabar por completo.
Não aos poucos! Tudo de uma vez só!!!

melanialudwig

Inserida por MelaniaLudwig

Bom dia, bom dia!
Hoje a água do rio está fria
Mas o calor humano nos aquece
E até nossos corações enternece!!!

mel - ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

Começou a ventar e as rhapis da vizinha já estão dançando eufóricas.
Vou até meu quarto, de lá poderei até sentir a alegria delas e o farfalhar de suas saias verdes esvoaçando...

mel - ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

"O forte chora , o forte sente dor, o forte sofre, o forte esmorece , o forte chega até a desfalecer na fé, mas o mais importante disso tudo é que o forte não desiste..."
Assim é meu pai, que hoje completa seus 94 anos!
Parabéns nosso exemplo de dinamismo! Que Deus lhe conserve com saúde e esta
FORÇA que ao longo dos anos aprendemos a valorizar e trazer como referência para nossas vidas.
Seus 8 filhos, genros, noras, netos e bisnetos lhe amam, cada um do seu jeito.
Gratidão por sua vida em nossa vida!

mel - ((*_*)

22 - 01 - 2016

Inserida por MelaniaLudwig

TRADIÇÕES DE NATAL

Desde ontem ando sentindo sensações diferentes que chegam até a ser desconfortáveis. Sabem aquele calafrio repentino, sudorese nas mãos, respiração recortada e alguns suspiros sem quê nem porquê?
Tentando sossegar estas emoções, ao invés de descobrir o motivo, hoje resolvi ligar para meu pai, lá no Paraná, logo de manhã.
Tudo bem pai? Como estão as coisas por aí? O Sr está lembrando, estaremos aí no Natal viu?
E ele: tudo certo, podem vir sim, hoje estou meio fraco (93 anos), levei um tombo bem em frente do hospital (ele mora pertinho ). Mas já fiz curativo, estou bem, disse com a voz meio trêmula...
Pai, então se cuida, logo estaremos aí e o senhor vai nos contar muitos causos, vamos conversar....tentando disfarçar minha preocupação...também tenho fotos de parentes que descobri pela internet, o sr vai gostar de ver...
Podem vir sim, só não vão mais encontrar aqui as "BOLACHINHAS PINTADAS DE NATAL" que a sua mãe sempre fazia escondido de vocês...
[silêncio na linha]. Nos despedimos e desliguei o telefone.

Quantas recordações meu velho pai quis dizer hoje com esta frase!!!
Ah, as bolachas de Natal que minha mãe fazia!!!
Suspirei cortado, as mãos gelaram e as lágrimas apareceram, acabara de descobrir o motivo de minhas sensações estranhas!

Eu não iria mais sentir o cheiro de Natal que aquelas bolachinhas, desde que me entendo por gente, estavam presentes na casa toda em que morávamos; anos mais tarde, no colo de minha mãe, quando já cansada, sentava e numa tigelinha cheia daqueles mimos oferecia a quem chegasse, principalmente a cada neto que adentrava pela cozinha...

Nesta época todas as lembranças vêem à tona: desde o corte do pinheiro lá na roça, que meu pai e os meninos iam escolher, (eram 5 os meninos e 3 meninas) os enfeites da árvore, sem luzinhas... ( os nossos olhinhos felizes brilhavam por elas...) o presépio com seus personagens, já sagrados para nós crianças.
Não fazíamos ceia de véspera, era na madrugada do dia 25 que acordávamos cedinho para descobrir o que o Papai Noel havia trazido e colocado pra nós embaixo da árvore; presentes simples, de necessidade, comprados com dificuldade, porém todos recebiam o seu pacotinho.
.... e o olhar de minha mãe reluzente e cristão, quando todos de mãos dadas cantávamos "Noite Feliz"... [ela fazendo a segunda voz].

Assim foram muitos e muitos anos, de uma união familiar natalina inesquecível, que só deixou de existir, desta forma tão tradicional, quando minha mãe foi comemorar o Natal no céu...

Então é isso! O cheiro das "bolachas" não estará mais lá, e eu não aprendi a fazê-las com minhas próprias mãos, assim como minha saudosa mãe fazia...

mel - ((*_*))

16/12/2014

Inserida por MelaniaLudwig

BOA TARDE AMIGOS QUERIDOS!

E o dia continua cinzento
eu diria até arreliento
sem sol... sem vento...

mel ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

Aqui, no silêncio de meu quarto consigo levar meu pensamento até você minha amiga.
Como eu gostaria de poder ter trazido um pouco da sua dor, do seu temor, e poder ter deixado mais otimismo, mais alegria e mais certeza de que você vai vencer esta batalha. Então eu, aqui no meu silêncio, oro por você, junto a minha fé com a sua, na certeza de que Deus misericordioso ouvirá nossas preces.
Força amiga, temos muito a comemorar ainda.
Amo você!!!
( enviado p/ Simone Maria Cazaleiro no dia 04/08/2013)

Inserida por MelaniaLudwig

Quando um homem atinge a velhice
Cumprida sua missão
Tem o direito de confrontar
A idéia de paz.
Não necessita de outros homens;
Conhece-os e sabe bastante a seu respeito.
Necessita é de paz.
Não é bom visitar este homem ou falar-lhe
Fazê-lo sofrer banalidades.
Deve-se desviar
À porta de sua casa,
Como se lá ninguém morasse.

⁠E eis que é assim o ser humano, dotado de mistério e imprevisibilidade, vivendo um incompreensível fenômeno chamado vida, dentro de um universo completamente adoecido.

Inserida por RosalbaSaraiva

"Tudo está intimamente ligado. Cada mínimo elemento carrega em si um relevante e decisivo papel para que o extraordinário aconteça; num espetáculo de infinitas possibilidades".

Inserida por MAURICIOACOSTA

⁠Raabe estava feliz no Brasil
As coisas tinham mudado muito
Era como um jardim regado de amor
Todos felizes, rosados e nutridos
Não existia mais violência
Pobres não se viam nas ruas
As crianças estavam todas na escola
Todos sabiam ler e escrever
Jovens e velhos tinham saúde
Os sorrisos tinham dentes saudáveis...

Inserida por mariaia