As vezes sou Dura com as Pessoas
Perdi o interesse de voltar,
Isso inclui lugares e pessoas.
Quem não dá importância para minha presença,
Ofereço distância e ausência.
Pessoas que não têm roupa de marca, mas dão valor ao que se tem, não sabem escrever, mas dizem pelas palavras.
Quando nos afastamos... de pessoas que não querem o nosso bem, nossa vida começa a caminhar... sem tantas pedras.
Tentar amar duas pessoas no mesmo sopro romântico é como tentar ouvir, ao mesmo tempo, duas melodias complexas: talvez se perceba as notas, mas a canção se desfaz.
O coração até pode se dividir em afetos, mas o amor que se reconhece como paixão de alma — aquele que nos move a transcender o ego e nos lança na vulnerabilidade — esse, por sua própria natureza, pede a unidade de quem o sente.
Dizer que “nunca se ama duas pessoas ao mesmo tempo” não é negar a complexidade do humano; é reconhecer que o amor romântico, quando é amor e não apenas desejo ou apego, é uma chama que só arde inteira quando encontra um único sopro para respirar.
Facilite o trabalho do cupido: dê uma chance ao novo, abra espaço para pessoas diferentes e deixe o amor surpreender você.
Sobre lugares e pessoas que eu prometi nunca mais voltar,
Até aqui,
Minha parte do nunca está mantida.
O objetivo de Deus nunca foi apenas mudar cenários. Foi formar pessoas que carregam Sua natureza, mesmo em meio às batalhas.
Todo mal que desejar para outras pessoas, que o capeta lhes dê em dobro, para você e seus familiares.
Existem pessoas que só estarão com você pelo que você tem, se livre deles pois quando não há o que oferecer estás pessoas somem. Exclua de sua vida lhe garanto que não fará diferença alguma.
1. Todo mundo admira o topo da montanha,
mas ninguém quer subir.**
As pessoas olham seus títulos, suas honrarias, seu cargo nacional, suas conquistas…
Mas ninguém quer:
• acordar às 5h
• dormir meia-noite
• estudar sem parar
• renunciar distrações
• carregar responsabilidade
• suportar pressão
• liderar projetos
• pensar grande
• segurar o emocional sozinha
• ser disciplinada quando ninguém está vendo
• entregar com excelência
• ser ético quando ninguém está filmando
Elas veem o brilho,
não veem o preço.
Dia 2 — O que você não observa, governa você.
A maioria das pessoas acredita que perde o controle por falta de disciplina ou fraqueza de caráter.
Não é isso.
Você perde o controle porque vive no automático.
Tudo o que habita o seu ponto cego passa a comandar o seu destino.
Pensamentos repetidos cristalizam-se como verdades.
Reações automáticas moldam a sua identidade.
Ciclos não questionados tornam-se a sua biografia.
O problema nunca foi a existência do padrão, mas o fato de ele operar no escuro. No instante em que você não percebe o milésimo de segundo em que reage, escolhe ou se cala, você deixou de decidir. Você passou a apenas repetir.
Padrões não precisam de força para sobreviver; eles precisam apenas da sua ausência. Eles se alimentam do seu silêncio interno.
Observar não é julgar. Observar é iluminar.
No momento em que você enxerga um comportamento no ato, ele perde a soberania. Aquilo que é visto já não consegue mais agir sozinho, porque a luz da consciência cria um espaço — um intervalo — entre o impulso e a ação.
A presença começa com um deslocamento: você deixa de ser o personagem que sofre a ação e passa a ser a consciência que a testemunha.
Em vez de se perguntar "por que eu sou assim?" com culpa, pergunte-se "o que está acontecendo agora?" com curiosidade.
Nada muda antes de ser visto. Mas quase tudo começa a se dissolver quando deixa de ser inconsciente. A liberdade real não nasce do controle rígido, mas da visão clara.
O Convite
Hoje, pratique a neutralidade do observador.
Não tente corrigir o seu comportamento, nem explicar suas falhas. Apenas flagre-se em ação.
Qual reação sua se repete de forma quase mecânica, como um script decorado?
Em que momento do dia você sente que "saiu de si" e entregou o volante ao automático?
A observação é o seu primeiro gesto de retorno.
Diane Leite
