As Pessoas Sao como Ondas

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Negar a própria origem é como tentar apagar o sol com as mãos — impossível e inútil, porque a luz sempre volta a brilhar.

Carta


Já pensou como as coisas acontecem em nossas vidas?
Muitas vezes não fazem sentido no momento, mas, com o passar do tempo, tudo fica mais claro. As peças se encaixam, e muitas vezes até percebemos que tudo teve um propósito.


É incrível a capacidade que temos de nos adaptar, de seguir em frente buscando alternativas, sempre na tentativa de alcançar a “tal” felicidade... mesmo sem saber, ao certo, o que é ser feliz.


Você já se perguntou o que é, de fato, a felicidade? Já se sentiu realmente feliz?


Às vezes, encontramos um amor que, por algum motivo, não dá certo. Mas o sentimento não desaparece. Ele pode até adormecer em nosso peito, mas, de repente, do nada, uma música ou um lugar nos traz de volta aquela pessoa, como se fosse ontem.


E então me pergunto: será que ser feliz é estar ao lado de quem amamos, mesmo que seja preciso abrir mão de tantas coisas? Será que é aceitar as diferenças, mesmo quando parecem nos afastar?


Eu talvez jamais saiba a resposta... O que me resta é seguir em frente, sempre buscando a tal felicidade.


Com carinho,
Seu chato

Só para te lembrar;
Como você estava antes
De me conhecer ,
Tudo o que fiz por você
Suas promessas,
Que nunca chegou a cumprir.


Quem você era antes,
quem você eagora,
E ainda chora ,
Para quer isso agora.


Um vendaval na minha vida.
Coisa esquecida,
chorar não cura ferida,
Quem vive de passado é museu.
E certo Sou eu: primeiro eu,segundo eu e terceiro eu.
Vivo por mim e para mim.

"Eu não peço respeito.
Eu o conquisto com a forma como vivo.
Respeito não nasce de palavras, nem de bajulação.
Ele brota da disciplina, da força e da postura que eu carrego.
Quem precisa implorar já revela fraqueza.
Eu não imploro. Eu mostro resultado.
Minha vida é prova.
Minha atitude é a lei.


Respeito não se pede.
Respeito se impõe."
–Purificação

Me apaixonei por alguém que me via como uma poesia, mas me lia com preguiça.

Às vezes, uma pária apenas desejaria ser refulgente como os outros seres, e não medíocre.
O terrível destino inexorável.

Qualquer um de nós que pense livremente e questiona o status quo. É tido como louco.

Como DEUS é Assim:

Mesmo Perdendo Ganhamos,
Mesmo Caindo Estamos de Pé,
Mesmo no Deserto Estamos no Manancial,
Mesmo Ferido Estamos Restaurado,
Mesmo Sem Nada, Estamos em Abundância,
Mesmo Cego Sem Rumo Estamos na Sua Luz,
Mesmo Cansado Estamos Com Energia e
Mesmo Morto Estamos Eternamente Vivo.

“Desiderância" (desejo), como fluxo rizomático e imprevisível, escapa a toda determinação lógica. A genuína Potência emerge na convergência de Força, Linguagem e Contingência, e é nesse entrelaçamento que a Realidade se trama em devires, permanecendo além da plena compreensão racional,
constituindo-se em Agenciamento sobre o Plano de Imanência, onde a vida traça suas linhas de fuga.
”

"A única maneira de dominar o tempo é parar de esperá-lo e começar a usá-lo como o recurso finito que ele é."

Ser leal é como um escudo,
Protege enquanto é útil.
Ser fiel é uma escolha,
como uma arma que responde,
Apenas a uma pessoa.

O poder não é para ser usado como uma arma contra os fracos, mas como um serviço àqueles que dependem dele.

Excelência é fazer bem-feito. É fazer com amor. É acreditar na força do servir ao próximo e em como servir ao próprio Deus.

Porto Alegre em Dia de Chuva


Chove manso sobre as ruas antigas,
como quem lembra histórias guardadas,
nos telhados, o tempo suspira,
entre árvores, memórias molhadas.


O Guaíba se veste de cinza,
mas guarda um brilho de prata no véu,
as nuvens parecem cartas antigas,
enviadas do próprio céu.


Os bondes, em sonho, ainda passam,
rangendo lembranças de outrora,
e o vento nas praças conversa
com fantasmas gentis da aurora.


Café fumegante nas esquinas,
janela aberta, um olhar distante,
há ternura em cada esquina,
um suspiro leve, constante.


Porto Alegre chove e encanta,
com seu charme melancólico e fiel,
é cidade que canta e que pranta,
com saudade doce e papel.


E quem anda por suas calçadas
de guarda-chuva e coração,
sente o tempo escorrer nas fachadas,
feito lágrima... e canção.

Muitas religiões ver o perdão
como uma obrigação, na verdade
o perdão é um ato de humildade,
mas só perdoa de verdade quem tem
o amor de Deus.

Sempre que a vejo sob os galhos desta àrvore
Seca e murcha como um cadáver
A aflição me consome como veneno
Pois, no cinza de teu olhar, vejo algo além de um céu carregado
Posso ver o olho do furacão, elevando sua fúria às auturas
Igualando o oceano ao purgatório.

Mas que aperto! Não basta apenas a agitação do mar
E nem a ira dos ventos,
Sobrevoam nuvens negras como a morte em sua cabeça
Transbordando não água, mas lágrimas,
Devorando o rubi de tua face,
Agora sob uma enchente de dores!


Eu imploro, pare de sangrar
Nesse mar tão linda alma não merece se afogar
E nem sobre uma lápide seu nome estará
Pois em meu barco hei-de te levar
Chore agora, para não se afogar depois.

A Internet é como a força, alguns usam para gabar-se outros usam como arma.

Se motivos me dessem para desistir,
Eu já teria deixado de existir.
Mas como eu ainda existo, não deixo de sorrir,
Porque me orgulho de quem sou e sou feliz.


E tu, um dia, se pensas em desistir,
Deixa essa ideia e vai te divertir.
Porque por um motivo estás aqui,
E lembra-te: Nunca te deixes de sorrir.


És amado, tens quem gosta de ti,
E se haja quem não goste, afasta-os de ti.
Porque és perfeito e não deves desistir.
O segredo de tudo isto é que tu sejas feliz.

CONDEÚBA, TERRA DO BISCOITO
Por Leandro Flores


Condeúba é conhecida,
em toda a região,
como a terra do biscoito,
feito com fé e tradição.


Ao lado de Conquista,
cidade do interior,
duas filhas da mesma terra,
símbolo de trabalho e valor.


Da mandioca em terra seca,
nasce o pão do trabalhador,
que alimenta a mesa farta,
recheada de puro sabor.


É tradição que move a história,
e adoça o paladar,
gera renda, traz sustento,
pra quem se dispõe a trabalhar.


Do vendedor na rua,
à barraca no pavilhão,
o biscoito cruzou fronteiras,
sem perder a tradição.


Hoje é marca condeubense,
razão de satisfação,
que espalha renda e orgulho
por toda a região.


De janeiro a janeiro,
a produção não pode parar,
lá vêm os festejos de junho
e o fim do ano pra animar.


Chegam logo os são-pauleiros,
com saudades e com dinheiro,
levam biscoito e lembrançinha,
pra comer o mês inteiro.


Tem xiringa e tem palito,
cozido, assado e pão de queijo,
aqui o povo chama chimango,
feito no modo sertanejo.


Igual o biscoito de polvilho,
que em outros cantos é avoador,
cada terra tem seu nome,
aqui se diz xiringa, orgulho do interior.


Na sexta tem feira boa,
com cheiro de pastel frito,
café torrado na hora,
biscoito, casadinho e palito.


Tem balaio na calçada,
prateleira de farinha,
trempe quente e fogão a lenha,
e aquele sabor gostoso
que vem da cozinha.


Tem biscoito de tapioca,
de manteiga e de fubá,
de queijo, crocante e macio,
feito pra gente degustar.


Tem redondo, anelzinho e bolinha,
comprido, torrado pra provar,
de sabor pra todo gosto,
e café coado na hora pra acompanhar.


É sabor que faz história,
gera emprego e união,
sustenta mesa e a memória,
desse povo do meu sertão.
Condeúba é terra mãe,
da fartura e do sabor,
cidade boa e acolhedora,
de um povo trabalhador.
E quem prova das suas delícias,
nunca mais esquece o gosto,
porque nelas tem a vida,
a lembrança e o rosto.
De um povo simples, feliz,
orgulhoso do que é seu,
que aprendeu a ser feliz,
com o pouco que a vida lhe deu.






Um cordel em homenagem à cidade de Condeúba Bahia (terra do biscoito)

Veja, jovem gnomo, aqueles macacos pelados colocando uma carroça na frente dos bois.
Veja como parecem estúpidos subindo na carroça, enquanto fazem os bois empurrarem a carroça.
Está tudo sob controle, dizem eles.
E assim eles seguem rumo a uma ladeira logo a frente.
Você consegue vislumbrar, jovem gnomo, o que acontecerá quando os bois empurrarem a carroça ladeira abaixo?
Eis aí a tragédia desta humanidade, sempre colocando a carroça na frente dos bois; sempre colocando o avanço científico à frente do avanço moral, filosófico e social. Sempre colocando a economia à frente da natureza, do mundo, do planeta.
E enquanto os bois conseguem empurrar a carroça, tudo lindo, tudo maravilhoso, tudo parece absolutamente sob controle. Mas a Terra não é plana. Ladeiras existem por toda a parte. Ladeira acima - e ladeira abaixo.
Os bois, com muito esforço, conseguirão fazer a carroça subir ladeira acima. O problema é quando tiverem que descer ladeira abaixo. A carroça ficará desgovernada e se estatelará lá embaixo. Morrerão os bois e morrerão os macacos.