As Pessoas Sao como Ondas

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⁠É assustador como a Polarização política no Brasil e no mundo, acirrou a disputa pelo pódio da imbecilização entre a TV e a Internet.

⁠Não é fácil entender como um mundo tão abarrotado de santos consegue fabricar tantos problemas.


Talvez porque santos demais, quando empilhados, deixam de ser testemunho e passam a ser ornamentos e julgamentos


Um mundo abarrotado de “santos” costuma falar mais alto sobre virtude do que praticá-la.


Há muita canonização apressada do próprio ego e pouca disposição para carregar até a própria cruz, quiçá a do outro.


Quando a santidade vira rótulo, ela já não transforma — apenas separa, acusa e justifica.


Os problemas não nascem da falta de discursos corretos, mas da hipocrisia, da ausência de mãos estendidas, de escuta sincera e de misericórdia silenciosa.


Afinal, se todos fossem realmente santos como acreditam, talvez o mundo fosse menos barulhento… e muito mais habitável.


Assusta-me muito menos o pecador assumido do que o santo fabricado.

Confesso que eu sou um baita de um egoísta, lhe guardo e lhe protejo, como museu do louvre protege a Mona Lisa.

⁠Que sua existência seja como se fosse palavras escritas no caderno com significados, e que nunca se acabe, apesar do tempo.

O presente é como uma semente plantada em seu coração, você precisa regá-la para dar bons frutos ou "Flores".

A história da humanidade é o relato de como trocamos a liberdade pela segurança de sermos escravos bem alimentados.

A eutanásia é tratada como um horror por uma sociedade que obriga você a viver uma agonia sem propósito apenas para não ferir a estética do "milagre da vida". No fundo, a moralidade prefere um cadáver respirando por aparelhos a um homem livre partindo com dignidade.

O inferno não assusta; o que assusta é perceber que muita gente age como se estivesse tentando administrá-lo na Terra.

Rezar é como mandar um e-mail para um suporte técnico que faliu há dois mil anos: você se sente melhor por ter reclamado, mas o problema continua lá, rindo da sua cara.

Muitos veem o fim como destruição; o humanista vê um convite para viver cada instante como uma criação.

Entre nascer e morrer, o que mais importa é como escolhemos vivenciar esse intervalo.

O humanista não nega a morte, ele a usa como motivo para intensificar tudo que faz sentido enquanto vive.

Sou o universo em colapso, querendo o infinito, carregando o amor como uma supernova.

O ateísmo devora deuses como um lobo faminto rasga carne podre, deixando apenas ossos para os tolos que ainda uivam preces vazias.

Amor surge do caos como uma faísca em pólvora seca, incendiando almas que outrora congelavam no gelo do desespero solitário.

Corrupção rasteja pelas veias do poder como veneno lento, transformando líderes em marionetes podres que dançam para o ouro sujo.

Liberdade explode correntes invisíveis como dinamite em minas abandonadas, libertando mentes que sufocavam no ar viciado da obediência cega.

Escrita jorra como sangue de feridas abertas, curando o escritor enquanto infecta leitores com verdades que queimam como ácido na pele.

O tempo devora momentos como um predador insaciável, deixando esqueletos de memórias que rangem nos ventos do esquecimento eterno.

A arte detona como terremotos criativos, rachando fundações de monotonia rígida.

Enquanto conservadores cristãos policiam a moral alheia como se fosse salvação, a miséria, a saúde e a educação apodrecem no canto, porque cuidar de gente nunca deu tanto prazer quanto vigiar corpos.