As Pessoas Sao como Ondas

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Pense na mente e no corpo como um aparelho de rádio sofisticado. O corpo é a estrutura física: fios, circuitos, alto-falantes. A mente é o sistema de sintonia. Já o espírito é a fonte do sinal.


No espiritismo, o espírito não nasce no corpo — ele o utiliza. Da mesma forma, o rádio não cria a música; apenas a capta. Quando a sintonia está limpa, o som chega claro. Quando há ruído, interferência ou frequência desalinhada, a música continua existindo, mas chega distorcida.


Nossos pensamentos funcionam como o botão de ajuste fino. Emoções densas, culpa, medo e raiva geram ruído. Pensamentos elevados, fé, estudo e caridade afinam a frequência. O corpo sente o resultado dessa sintonia: equilíbrio quando o sinal flui, adoecimento quando a interferência persiste.


A mente, nesse modelo, atua como antena. Quanto mais consciente e disciplinada, maior a capacidade de captar inspirações superiores. Não se trata de misticismo ingênuo, mas de responsabilidade íntima: ninguém controla o sinal universal, mas cada um é responsável pela qualidade da própria recepção.


Cuidar do corpo é manutenção do aparelho. Educar a mente é ajustar a sintonia. E evoluir espiritualmente é aprender, pouco a pouco, a ouvir frequências mais altas — aquelas que não gritam, mas orientam.


O silêncio interior, curiosamente, é o momento em que a antena mais capta. É ali que a consciência percebe que nunca esteve desconectada; apenas precisava sintonizar melhor.
Quando não estamos bem, conversar com pessoas de boa frequência faz toda a diferença. Não porque elas “resolvam” nossos problemas, mas porque ajudam a ajustar a sintonia interna.


Pela ótica do espiritismo — e também da psicologia — emoções são contagiosas. A mente funciona como uma antena sensível: em ambientes carregados de pessimismo, culpa ou julgamento, o ruído aumenta. Já perto de pessoas serenas, lúcidas e compassivas, o campo mental tende a se organizar. O sinal fica mais limpo.


Pessoas de boa frequência não são as que negam a dor, mas as que sabem escutar sem alimentar o caos. Elas não amplificam o sofrimento, não reforçam o papel de vítima e não transformam a queda em morada. Funcionam como referência de equilíbrio, lembrando — às vezes sem dizer uma palavra — que é possível atravessar a turbulência sem perder a direção.


Isso não é misticismo vazio. Estudos em neurociência mostram que interações sociais positivas modulam o sistema nervoso, reduzem cortisol e favorecem estados mentais mais regulados. No espiritismo, diríamos que isso facilita a influência de bons pensamentos e amparadores espirituais.


Por isso, escolher com quem conversamos quando estamos frágeis é um ato de cuidado espiritual e emocional. Em certos momentos, a cura começa não na resposta certa, mas na presença certa — aquela que ajuda a mente a voltar para uma frequência onde a esperança consegue ser ouvida.

Dói o grito que sufoca, a vontade que se desfaz como cinza entre meus dedos. Então eu me ajoelho diante do céu e chamo por Deus, imploro por uma saída, por um sinal, por qualquer respiro, mas em noites como esta, parece que Deus apagou meu nome do livro divino, parece que minha voz não atravessa o silêncio do firmamento.
E eu fico aqui sozinho tentando acreditar que Ele ainda me escuta e, totalmente perdido, tento manter a fé.

Uma pessoa sem disciplina é como um vento sem propósito...

Quem usa palavras como arma de guerra se esquece do suicídio da própria alma nos Campos Elísios...

⁠Ajudar o próximo não pode ser visto como um ato de penitência, mas uma gratidão por encontrar a Paz Universal.

⁠O Tempo é igual para todos o que muda é o final…
Sejamos como o vento que está sempre em movimento.

Mestre há cicatrizes incuráveis? Sim, elas marcam o espírito como tatuagem.

Lírio

tu és tão pura e autêntica como um lírio no campo;
seus olhos… transcendem tamanha inocência e confiança;
ao teu lado me sinto amada, respeitada e segura;
faça de mim seu lírio e deixe-me representá-la diante de tua paixão e tua gentileza.

⁠" Triste mesmo é perceber que depois de anos tratando a pessoa como prioridade, essa atitude não é recíproca."

É incrível como a vida pode me levar a momentos de reflexão profunda. Muitas vezes, eu me perco na rotina e esqueço de viver de verdade. O dia a dia se torna um ciclo automático, onde estou apenas cumprindo obrigações e esquecendo o que realmente importa.


Eu percebo que algumas coisas não valem a pena e que é essencial questionar o que me traz felicidade e o que me mantém presa a situações que não me satisfazem. O medo do novo e do diferente pode ser paralisante, mas é na mudança que, muitas vezes, encontro novas oportunidades e caminhos para a felicidade.


Já passei por muitas mudanças e, sinceramente, gostaria de um pouco de estabilidade. Isso é compreensível; a mudança constante pode ser desgastante. No entanto, sei que é importante buscar um equilíbrio. Melhorar a minha forma de viver pode significar pequenas mudanças que trazem significados maiores, como dedicar um tempo para mim, cultivar hobbies ou até mesmo conversar com pessoas que oferecem novas perspectivas.


Conversar com alguém de fora é uma forma poderosa de abrir os olhos. Às vezes, uma visão externa me ajuda a ver as coisas de maneira diferente e a encontrar soluções que não consigo perceber sozinha.


A vida é preciosa, e cada momento conta. Sinto que é um convite para eu redescobrir o que me faz feliz e buscar isso ativamente. Espero encontrar um caminho que traga mais alegria e significado para a minha vida, além das obrigações diárias. E sempre que precisar de um espaço para desabafar ou refletir, sei que posso contar com apoio!

Seja gentil consigo mesmo, pratique a autocompaixão e seja gentil consigo mesmo, assim como você seria com um amigo.

É melhor viver a vida como ela é; do que passar a vida toda pensando em um mundo que não existe.

Que este Natal nos envolva,
como um laço leve e eterno,
e que o meu abraço
seja o teu porto seguro,
e o teu beijo seja
o meu abrigo de luz que acalma.
Existe magia nesta época,
ela vive em nós dois,
no gesto simples de estarmos juntos, és chama mansa e luminosa
a aquecer o meu inverno interior.
Contigo perto perto de mim,
é Natal no meu peito inteiro.

A verdade é como uma lâmina: corta, expõe, incomoda.
Ela não se curva diante da conveniência, não se veste de máscaras para agradar.
Mas, paradoxalmente, aquilo que deveria libertar é muitas vezes tratado como vergonha.
A multidão prefere o conforto da ilusão.
Abraça a enganação como quem abraça um cobertor quente em noite fria.
A mentira embala, acalma, anestesia.
A verdade, ao contrário, exige coragem, exige postura, exige que se olhe no espelho sem filtros.
E então surge a pergunta:
De que vale a verdade, se tantos se ajoelham diante da mentira?
Vale tudo.
Porque a verdade não precisa de aplausos, não depende da aceitação da massa.
Ela é soberana, mesmo quando rejeitada.
Ela é luz, mesmo quando todos escolhem caminhar na escuridão.
A multidão pode rir, pode zombar, pode tentar sufocar.
Mas a verdade permanece.
E quem a sustenta, mesmo sozinho, carrega um poder que nenhum engano pode destruir.

Seja Águia, saia do rebanho.


O povo tornou-se como gado: segue o rebanho sem perguntar para onde vai.
Perdeu a direção, perdeu o espelho interior, e agora apenas repete os passos de quem caminha à frente, como se a vida fosse uma trilha já traçada e não um caminho a ser criado.


Mas há um chamado silencioso para poucos: ser águia.


A águia não se confunde com a multidão. Ela não teme a solitude, porque sabe que a visão mais ampla só nasce em grandes alturas. Enquanto o rebanho pisa o chão batido, a águia observa o horizonte inteiro, distingue possibilidades, reconhece perigos e escolhe o seu próprio voo.


Ser águia é recusar a prisão das opiniões alheias.
É pensar com profundidade, decidir com clareza e enxergar além da névoa do imediato.
É compreender que singularidade exige coragem — e que liberdade verdadeira nunca foi destino dos que apenas imitam.


O rebanho sobrevive.
A águia transcende.


— Átila Negri

Aos preguiçosos nem o Espírito Santo auxilia na interpretação das Escrituras, assim como o estudante relapso desejar passar no vestibular sem estudar.

É fácil pregar publicamente sobre como ser servo de Deus; o difícil para este é como deixar que os outros tenham muito maior honra, enquanto ele está pregando, reconhecendo-os como ferramentais úteis ao Seu possuidor.

Pedir pela segurança da sua família por meio de orações a Deus é como receber paz e alegria por meio da fé.

As novelas ensinam três coisas lucrativas: ganhar dinheiro como as prostitutas, mentir como o diabo e buscar a felicidade como ilusão passageira.

Não há como esconder desejos sexuais acesos do marido pelo corpo monumental da esposa, uma vez que ela provoca nele direto e indiretamente, expondo suas formas incendiárias de ser mulher.