As Pessoas Sao como Ondas

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Afinal, o que levamos desta vida?
São os abraços, o amor e a partida.
O tempo passa sem pedir permissão,
Mas deixa histórias no coração.
Afinal, ninguém vence sozinho,
Todo encontro muda um caminho.
Entre quedas, sorrisos e emoção,
Aprendemos o valor do perdão
Helaine machado

O passado e o futuro não são o que devemos questionar, e sim o presente, pois é nele que realmente vivemos. O tempo não faz perguntas; ele simplesmente oferece as melhores respostas.

Quem pensa que todos são perfeitos não sabe enxergar a realidade.
Na verdade, vê tudo com vaidade.
Pois a vaidade não se resume a um rosto bonito e à beleza física; ela também se manifesta no ato de achar que conhece os outros melhor do que eles mesmos, enxergando apenas os defeitos e ignorando as qualidades.
Quem age assim, sempre achando que está certo, mas sem conseguir ser um exemplo, acaba se tornando amargo, tomado pelo ego e pelo orgulho no peito. Cuidado!

Numa coisa os petistas são imbatíveis: empurrar a responsabilidade de seus erros para outros.


(Hélio Schwartsman)

⁠Nossas ilusões são relativas às nossas expectativas.

O grande problema da humanidade não são os desajustados, mas sim aqueles que trazem tudo para si como se fossem o padrão para a humanidade

As piores coisas para uma alma sufocada são os ouvidos agravados e as soluções pré prontas.

⁠O problema do Brasil não são só os políticos?
A solução para a maioria dos problemas do Brasil poderia ser VOCÊ ( Se você não lutar pelo futuro que quer, terá que aceitar o futuro que vier), mas você :
•Que não quer estudar;
•Que não lê;
•Que não sabe quais e como são usados os seus impostos pagos;
•Que não faz planejamentos a médio e a longo prazo e isso determina a riqueza de um país, dentre outros fatores, como combater o desperdício de recursos e a corrupção;
•Que reclama das segunda-feiras;
•Que não quer trabalhar;
•Que só pensa em feriados;
•Que só quer falar de futilidades;
•Que só escuta músicas de péssima qualidade;
•Que quer ser sustentado pelo Bolsa Família e pelo partido político do momento;
•Que tem preguiça de levantar cedo;
•Que não sabe votar com discernimento e bom-senso preferindo continuar analfabeto político;
•Que não dialoga e debate sobre política e não pensa no bem estar coletivo e da comunidade;
•Que não cobra do Legislativo mudanças mais duras nas leis penais;
•Que aceita a existência de imunidade parlamentar, o foro privilegiado, privilégios políticos e financia com seus impostos o fundo eleitoral;
•Que só sabe reclamar de quase tudo porque nunca estão satisfeitos;
•Que não segue regras;
•Que não tem iniciativa;
•Que joga seu papel descartável e lata vazia, lixo plástico e bitucas de cigarro nas vias, ao passar ou passear, nas matas e no mar, nos jardins e nas praias de sua cidade ou a que estás a visitar;
•Que não sabe quanto custa manter, com parte do seu dinheiro ganho, um vereador, um deputado e um senador e não sabem o que fazem com ele;
•Que espera "Deus" resolver seus problemas causados pelo "diabo";
•Que não se atualiza e não se informa em fontes de notícias confiáveis e com telejornais;
•E não está nem aí com o futuro da sua cidade, seu Estado e seu país.

⁠Crianças dos 02 aos 07 anos, principalmente, são egocêntricas, destrutivas e possessivas.
É natural e da Natureza Humana.
O problema vem após esta idade. Muito após.

⁠Sua personalidade e caráter são feitas de quê? Opiniões ou atitudes?

Os melhores prazeres da vida são os mesmos que querem te matar cedo ou tarde.

Algoritmos são os facilitadores no engajamento deidiotas em seguir idiotas ao se influenciarem pelas suas idiotices.

Direitos fundamentais não são concessões do Estado, mas limites ao seu poder.

Ser gestor público é administrar recursos que não são seus, em nome de quem mais precisa.

Sonho da última semana do mês de outubro de 2023...


"Sonhei que estava em São Paulo e estava no apocalipse, muitos prédios destruídos e minha família se escondeu atrás das ruínas, enquanto eu corria de um gárgula do tamanho de um homem, com asas de morcego e cara de demônio.
Eu corria e ao meu redor, era só fogo e ruínas, eu tentava distrair a coisa, para não voltar para onde minha família estava, enquanto o olhava desesperada, ele voava muito rápido e as garras dele, eram gigantes, mas eu estava feliz, porque a minha família estava segura.
Eu corria em uma rua, com um cenário muito degradante de guerra e então, acordei."

Por que quase todos os religiosos, acham que quem não é religioso, são todos ateístas?
Há pessoas que não seguem nenhuma doutrina religiosa, mas ama mais à Deus e o conhece, mais do que muitos que julgam e se dizem cristãos.


A religião, é um sistema doutrinário.


Quem conhece Deus de verdade, não precisa dela.


A bíblia é livre!! Todos somos livres.


Deus, não é religião, parem com isso.

AS OPORTUNIDADES NÃO SÃO IGUAIS PARA TODOS


Em algum ponto da caminhada, você percebe que o fracasso deixa de ser apenas uma experiência interna e passa a ser um rótulo externo. Alguém olha para você, homem ou mulher, a partir de um recorte superficial da sua vida e decide definir quem você é. Fracassado. Fracassada. Como se a complexidade do seu percurso coubesse em uma palavra dita sem responsabilidade.


Você precisa entender algo que quase ninguém diz em voz alta. Quem chama você de fracassado raramente está analisando seu esforço, sua história ou suas condições reais. Está comparando resultados visíveis, geralmente sem contexto. E contexto muda tudo. As oportunidades não são iguais para todos, embora o discurso público finja que são.


Algumas pessoas largaram metros à frente. Outras começaram a corrida carregando peso extra, responsabilidades precoces, ausência de apoio, falta de recursos, traumas silenciosos. Ainda assim, o mundo gosta de fingir que todos disputam sob as mesmas regras. Essa mentira coletiva cria culpa em quem luta mais para chegar menos longe.


Quando você ouve alguém te chamar de fracassado, o golpe não está na palavra em si, mas no risco de você acreditar nela. Porque se você aceita esse rótulo, passa a agir a partir dele. Você reduz seus movimentos, suas tentativas, suas expectativas. Não porque não pode avançar, mas porque internalizou uma identidade que não escolheu conscientemente.


Não dar ouvidos não significa fingir que não dói. Dói. Principalmente quando vem de pessoas próximas ou de quem você esperava compreensão. Mas maturidade emocional não é ausência de dor. É saber o que fazer com ela. E dar ouvidos cegamente a julgamentos externos é uma forma de abandonar a própria narrativa.


Você precisa separar opinião de diagnóstico. A maioria das pessoas não está qualificada para diagnosticar sua vida. Elas não conhecem suas batalhas internas, suas perdas invisíveis, suas escolhas difíceis. Elas veem um recorte congelado e constroem uma história confortável para justificar a própria visão de mundo.


Quem chama você de fracassado muitas vezes precisa acreditar que o mundo é justo. Porque se aceitar que as oportunidades não são iguais, teria que lidar com a própria vantagem ou com a própria omissão. É mais fácil rotular você do que questionar o sistema, a família, as estruturas que beneficiam uns e limitam outros.


Isso não significa que você deva se colocar no lugar de vítima permanente. Reconhecer desigualdade não é negar responsabilidade. É contextualizar o esforço. Você ainda é responsável pelo que faz com o que tem, mas não é obrigado e obrigada a fingir que recebeu o mesmo ponto de partida que todos.




Existe uma diferença profunda entre feedback e desqualificação. Feedback aponta caminhos. Desqualificação encerra a conversa. Quando alguém te chama de fracassado, não está tentando ajudar. Está tentando se posicionar acima. E ouvir isso como verdade só fortalece uma hierarquia interna que não te serve.


Você não precisa convencer ninguém do seu valor. Quem exige provas constantes já decidiu não enxergar. Sua energia é melhor usada construindo consistência do que debatendo com quem só observa resultados finais. O tempo costuma ser mais honesto do que as pessoas.


Não dar ouvidos também exige que você pare de se chamar de fracassado em silêncio. Muitas vezes, a voz mais cruel não vem de fora. Vem de dentro. Você repete os mesmos rótulos que ouviu, agora com sua própria voz. Enquanto isso continuar, nenhuma conquista será suficiente para silenciar essa narrativa.


As oportunidades não são iguais, mas a responsabilidade sobre sua postura é sua. Isso significa parar de medir sua vida pela régua de quem teve mais apoio ou menos obstáculos. Significa criar critérios próprios de progresso. Avançar um passo quando antes você não avançava nenhum já é movimento real.


Quando você entende isso, algo muda. As palavras alheias perdem força. Não porque você se torna indiferente, mas porque passa a se orientar por parâmetros mais justos. Você começa a avaliar sua evolução pelo quanto está mais consciente, mais consistente, menos refém de aprovação externa.


Fracasso não é estar atrasado em relação aos outros. Fracasso é abandonar sua própria possibilidade de crescimento por causa da opinião de quem não vive sua vida. E isso, sim, estaria sob seu controle.




Você não deve ignorar todas as críticas. Algumas são úteis. Mas aprender a filtrar é maturidade. Críticas que vêm sem respeito, sem compreensão e sem intenção construtiva não merecem espaço interno. Elas dizem mais sobre quem fala do que sobre quem ouve.




No fim, não dar ouvidos é um ato de soberania interna. É escolher quem tem permissão para definir quem você é. É aceitar que seu caminho pode ser mais lento, mais torto, mais solitário, mas ainda assim legítimo.


Você não é um fracasso. Você é alguém em processo, operando dentro das condições que teve e das escolhas que fez até aqui. A partir do momento em que você para de carregar rótulos que não são seus, sobra energia para continuar. E continuar, com consciência, quase sempre muda o destino.

Quantos dos seus sonhos são realmente seus e quantos foram implantados por uma sociedade que nunca perguntou o que você queria?

Existe uma dor muito particular quando os nossos algozes são justamente aqueles que deveriam ter sido os nossos protetores.

Quando o sofrimento vem de estranhos, a ferida machuca. Mas quando vem daqueles que nos deram a vida, a dor atravessa camadas mais profundas da alma. Porque uma criança nasce acreditando que seus pais são um abrigo. Ela não nasce preparada para enxergá-los como ameaça.

Por isso, durante anos, muitos filhos carregam culpas que nunca foram suas. Crescem acreditando que mereceram os gritos, os castigos, a humilhação, a rejeição e a violência. Aprendem a duvidar de si mesmos antes mesmo de aprenderem a confiar em quem são.

Os verdadeiros algozes não deixam apenas marcas visíveis. Eles constroem prisões invisíveis dentro da mente. Fazem a vítima questionar o próprio valor, a própria capacidade e até mesmo o próprio direito de existir em paz.

E talvez seja essa a parte mais cruel de todas.

Porque os abusos terminam em um determinado momento, mas os ecos deles podem continuar vivendo dentro da pessoa por décadas.

Entretanto, existe algo que os algozes jamais conseguem controlar completamente: a capacidade humana de reconstrução.

Eles podem ferir uma infância, mas não conseguem determinar um destino.

Podem espalhar medo, mas não conseguem impedir o nascimento da coragem.

Podem tentar destruir a autoestima, mas não conseguem apagar para sempre a luz que existe dentro de alguém.

Chega um momento em que a vítima olha para trás e compreende uma verdade libertadora: sobreviver já foi uma vitória. Mas reconstruir-se é uma revolução.

Foi nesse instante que os algozes perderam.

Perderam quando a criança assustada se transformou em uma adulta consciente.

Perderam quando o medo deixou de comandar as decisões.

Perderam quando os ciclos de violência não foram passados adiante.

Perderam quando a pessoa escolheu a paz em vez do ódio.

Porque a maior derrota de um algoz não acontece quando sua vítima o enfrenta.

Acontece quando sua vítima deixa de pertencer ao sofrimento que ele criou.

Existem pessoas que passam a vida inteira tentando destruir outras. Mas a verdade é que ninguém consegue destruir uma alma que decidiu renascer.

E talvez a maior prova de força não seja sobreviver ao inferno que nos deram.

Talvez seja construir um lar dentro de nós mesmos depois de ter passado a vida inteira sem ter tido um.

Seja feminina. Não feminista! Feministas não sabem quem são. Muito menos o que querem.