As Pessoas Sao como Ondas

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Direitos humanos, dizem os cartazes bonitos, são para todos. Que engraçado, porque na prática parecem um clube fechado, com lista de convidados e segurança na porta.
Tem uma parábola antiga sobre um rei que criava leis para proteger o reino, mas esquecia sempre de mencionar os mendigos nos portões. Séculos depois, mudamos o cenário, trocamos a coroa por terno, mas o mendigo continua do lado de fora, agora pedindo apenas para ser visto, ouvido, notado como gente.
E que engraçado como certas piadas nunca saem de moda. Pessoas com nanismo ainda viram atração de circo em pleno século vinte e um, como se existência fosse motivo de riso.
Ah, e não podemos esquecer os outros "convidados especiais" dessa festa tão exclusiva: pessoas em situação de rua tratadas como sujeira urbana, o negro retinto ainda hoje seguido dentro de lojas como suspeito, idosos ignorados como se já tivessem validade vencida, pessoas com deficiência esquecidas em calçadas sem rampa.
Direitos humanos parecem menu de restaurante caro: bonito no papel, mas a maioria nem consegue sentar à mesa. Talvez a piada maior não seja o corpo do outro, seja a nossa capacidade infinita de fingir que não vemos quem mais precisa ser enxergado.

Foi assim:

Depois de algum tempo em São Paulo, meu irmão conseguiu comprar o primeiro carro da família. Como não podia deixar de ser, era um Fusca 67 azul, muito lindo. Aliás, o mais lindo do mundo.

No dia da compra, nem trabalhamos direito. A ansiedade para pegar o carrinho era enorme. Já era quase noite quando meu irmão finalmente chegou com o dito cujo.

Tudo certo. Arrumamos nossas malinhas no porta-malas. Naquela época, tínhamos mais felicidade do que coisas para carregar.

Pegamos três amigos e... estrada.

Assim que escureceu, surgiu o primeiro problema: cadê a luz dos faróis? Havia apenas uma claridade fraquinha. Nada, porém, que um eletricista de beira de estrada não resolvesse. Instalamos um par de faróis "Tremendão", moda da época, que consumiu boa parte das economias reservadas para a viagem.

Problema resolvido, seguimos viagem. Só alegria.

Depois de rodarmos mais uns 250 quilômetros, próximo a Avaré, apareceu outro pequeno contratempo: um pneu furado.

Coisa simples. Bastava trocar o pneu e seguir viagem.

Abre o capô, tira as malinhas. E eram tantas que cobriam o estepe.

Quando finalmente pegamos o estepe, veio a surpresa:

— Vixe! Está vazio!

Na pressa da viagem, ninguém tinha verificado as condições do referido pneu.

Era madrugada. Frio. Mês de junho. E lá fomos eu e um amigo pedir carona para encontrar um borracheiro sabe-se lá onde.

Depois de alguns minutos, parou um caminhão-cegonha. Sem muitas explicações, o motorista mandou que subíssemos na carroceria.

Se parado já estava frio, com o caminhão em movimento a situação piorou muito.

Rodamos uns dois quilômetros até que ele parou e nos chamou para a cabine aquecida.

Logo encontramos um posto com borracharia e restaurante. Enquanto o pneu era consertado, aproveitamos para tomar um café.

O motorista, como todo caminhoneiro, conhecia praticamente todos os outros caminhoneiros da estrada. Não demorou para encontrar um colega que seguia no sentido contrário ao dele.

Ficou fácil.

O outro motorista nos deixou perto do Fusca e ainda manteve os faróis do caminhão acesos para facilitar a troca do pneu.

Quando terminou, enchemos o homem de agradecimentos e... estrada novamente.

Como todos morávamos em Santa Mariana, a distribuição dos três amigos foi rápida.

Sempre que voltávamos para casa saindo de São Paulo, avisávamos nossa mãe.

Que castigo!

Ela passava a noite inteira nos esperando.

Mas fazer o quê?

Mãe é mãe.

Dormimos algumas horas, tomamos café de bule e partimos para a missão mais importante: mostrar o Fusca para a cidade.

Afinal, ele era objeto de desejo de muita gente. Naqueles tempos, ter um carro era privilégio para poucos.

O coitado do Fusca ainda estalava por todos os lados, consequência da longa viagem.

Azar o dele.

Tínhamos compromissos mais importantes.

Meu irmão ao volante e eu de carona, fomos direto para a cidade.

Paramos em frente ao Cine Plaza e ficamos ali, do lado de fora, exibindo nosso troféu com o mesmo sorriso de uma criança que acaba de ganhar um presente.

Não demorou muito e apareceu um conhecido (nome omitido por ordem judicial).

Para os nossos padrões da época, ele era milionário.

Nem nos cumprimentou.

Ficou olhando para o Fusca e disparou:

— Ué... a firma onde você trabalha deixa você viajar com o carro dela?

Tudo bem que o carro ainda não era exatamente da família Mattos. Era da financeira, e ainda faltavam vinte e quatro prestações — justamente as vinte e quatro do financiamento.

Mas ele não precisava ser tão maldoso.

A frase caiu como um balde de água fria.

Tirou um pouco da nossa alegria.

O dia perdeu o brilho.

Perdemos a vontade de passear pela cidade e voltamos para casa.

Para perto da mãe.

E, pensando bem, talvez ali fosse mesmo o melhor lugar para estar.

⁠“Aqueles para quem Deus não é suficiente são gananciosos.
A recompensa por todas as suas obras deve ser que elas sejam conhecidas por Deus e que você busque Deus nelas.
Que isso sempre lhe seja suficiente.”

TRUMP, com o apoio do clã traidor, tenta isolar o Brasil! Paraguai, Argentina e Equador são seus aliados numa possível ação!

Quem tem medo do Trump mau?
Lula? O povo brasileiro? Não! Quem tem medo são os porcos fascistas!

CURIOSO!
Os bozolóides são contra o BOLSA FAMÍLIA, contudo recebem BOLSA AUXÍLIO do VORCARO!

O agro, as bets e instituições financeiras são acionistas majoritários do congresso e vendem suas ações pelo melhor preço!

As únicas guerras que os EUA vencem são as guerras de narrativas e demagogias! Coréia, Vietnã e Irã humilharam o Tio Sam!

Os grandes heróis americanos são personagens: Rambo, Superman e Capitão América! Um monumento à fantasia é a estátua do "Rocky"!


Entre um dia e outro, ciclos da vida se iniciam, outros terminam, alguns são aprimorados e outros, procrastinados. E isso não é sobre os dias!

Antes de me definir, lembre-se: suas conclusões são apenas o reflexo dos seus próprios olhos. Você não me vê como eu sou, Você me vê como você é.⁠

Os problemas são a prova; ⁠a sabedoria é o manual que a vida escreve enquanto os resolvemos.

Momentos são oportunidades diárias de ter tudo aquilo que passa pela nossa mente. Talvez, quando vivemos na prática, seja um pouco diferente: às vezes melhor, às vezes pior. Talvez esse seja o grande mistério de viver: alinhar mente, espírito e a fragilidade da realidade.
Por: J. Leão

São mais de 8 bilhões de habitantes só no planeta terra e a pessoa correr atrás de quem não a quer? Faça mil favores!

Pior que uma dor são duas dores!

⁠ a manipulação é a crueldade disfarçada de razão sobre aqueles que são considerados pelos manipuladores como débeis, fracos ou facilmente influenciáveis.

⁠Tem hora que a energia diminui, o ânimo despenca, surge a irritação e a impaciência. São momentos que desejo ficar sozinha no meu canto. É uma forma de recarregar o que foi perdido. Se livrar desse nível alto de estresse.

Os profissionais que crescem não são os que não enfrentam dificuldades. São os que escolhem não dar desculpas, enfrentar o problema e agir com maturidade diante dele.

Há descasos que são justificados pela reação que a pessoa teve que tomar para garantir sua sobrevivência mental.

Ovelhas: São dóceis, obedientes e seguem o pastor — simbolizam os filhos de Deus, os justos, os que praticam o bem.


Bodes: São teimosos e independentes — representam os rebeldes, os que não seguem os mandamentos nem demonstram amor ao próximo.