As Pessoas Sao como Ondas
Pregadores covardes são aqueles que só usam o púlpito para se auto promoverem e nunca para conhecerem publicamente as ovelhas antes ou depois da sua pregação.
Os cristãos são mensageiros, evangelistas, profetas e apóstolos de Deus, que formam um exército vivo e com poderes especiais para agir em nome de Cristo.
Falatório, acusações e maledicência, são fases da língua diabólica para promover brigas, separações e mortes.
Há líderes fracos e medíocres: aqueles que são egoístas e corajosos quando estão nos púlpitos só para mandarem, mas nenhum deles gosta de responsabilidades, só de autoridade.
Flexibilidade, habilidade, ética, versatilidade e cumplicidade são as características de um líder competente.
A vida é cheia de decisões; só precisa escolher aquelas que são melhores para fazer ousados desafios.
Homens dedicados ao empenho de seus trabalhos contagiam outros com seu entusiasmo, porque são motivados por um coração totalmente submisso aos seus propósitos.
Irmandade falsa é aquela que se aproxima com segundas intenções e as intenções sempre são as primeiras.
No púlpito deve ser pregado a psicologia pastoral para que as ovelhas entendam que elas são alvos de uma direção sábia, sadia e comprometida com a saúde espiritual de todos.
Filhos são aljavas de pais que honram o propósitos de Deus para formar uma só família na terra, que serão tomadas na volta de Cristo para compor nos Céus uma única família universal de todas as nações, desta e outras gerações do passado.
Políticos incorporados ao governo por amor ao dinheiro público são os que menos têm de amor a Deus e muito menos ao povo.
A LIVRARIA SARAIVA É LOGO ALI!
Durante mais de duas décadas em São Paulo, um dos meus refúgios preferidos era a Livraria Saraiva da Avenida Paulista. Não era apenas um passeio: era um lugar onde eu respirava melhor. Gostava especialmente dos dias de lançamento. Caminhava entre estantes, observava o movimento, sentava de longe e ficava olhando os escritores assinando livros, dedicando palavras, recebendo leitores. Aquilo me parecia grandioso, quase mágico. Eu me sentia parte daquele cenário, mas apenas como espectador. Para mim, estar do outro lado da mesa ainda era um sonho distante.
O mundo girou, o sonho mudou de lugar e em 2013, voltei para Carlópolis.
Logo nesse retorno, fui presenteado com um momento inesquecível: o lançamento do livro “Os Pioneiros”, da escritora Dona Helena Ribeiro de Proença, mais conhecida como: minha mãe. Ver sua obra escrita a mão aos 84 anos ganhar forma pública, reunir pessoas e provocar emoções, foi um marco.
Ali, algo mudou dentro de mim.
Pela primeira vez, aquele sonho de ser escritor começou a parecer possível.
Então, minhas histórias deixaram o silêncio da mente e ganharam corpo na insistência diária da escrita. Houve muito estudo, leituras vorazes, dois livros por mês.
Até que, após cinco anos, parecia tudo pronto. Mas não estava. Veio a pandemia, o tempo suspenso, o medo, mais três anos de espera e reescritas.
Enfim, em 2024, “A Saga dos Cataventos – O Mal Nunca Dorme” estava impresso. Veio a noite do lançamento: taças erguidas, amigos reunidos, abraços demorados, páginas autografadas, flashes e encontros, digno dos lançamentos na editora Saraiva. O mesmo encanto, mas em outra dimensão, outro universo.
Ao olhar para o meu livro pronto, vi um universo se abrindo e entendi que não bastava escrever: era preciso abrir caminhos. Do meu auto¬lançamento nasceu a Editora Café Literário, nada mais que um caminho para textos que pediam luz. Em um ano, vieram dois frutos: Devaneio – Um passeio pelos sentidos, de Lu Barone, e Ecos – O som das emoções, de Maria Rita de Oliveira Bezerra. Obras incríveis, delicadas, profundas, que falam do que mora dentro. Junto com os livros vieram mais noites de lançamentos, mais lágrimas sinceras e a certeza de que a literatura, quando partilhada, se multiplica.
Ao capitanear essas noites incríveis, vendo a alegria vibrando nos rostos, as celebrações, os discursos embargados, senti que havia algo maior ali. Pesquisei nos grupos de escritores que freqüento e descobri que em toda a região, as noites com o brilho e o glamour dos grandes centros, só existe em Carlópolis. Um luxo raro, íntimo, impossível de medir. Um gesto de amor à literatura. Um orgulho para a nossa cidade que não tem preço.
Sim, ainda há pouco incentivo e muito silêncio.
Mesmo assim, diante de telas que hipnotizam e da descrença que se espalha, a Editora Café Literário segue firme.
A parte boa é que em 2026 teremos mais lançamentos, mais noites de encontros, mais celebrações, mais abraços, mais historias compartilhadas.
Confesso: ainda somos poucos, quase invisíveis, porém intensos.
Enquanto a pressa governa e a falta de cultura se multiplica, escolhemos o gesto lento da palavra, o calor do abraço e a permanência da literatura.
Se um dia busquei encanto entre prateleiras famosas, hoje sei: criamos aqui o nosso próprio templo dos livros, a nossa própria Livraria Saraiva, viva, próxima e cheia de histórias.
As cooperativas agrícolas representam mais do que unidades económicas: são espaços de solidariedade, aprendizagem coletiva e redução das desigualdades no meio rural.
As minhas melhores fotos, são aquelas que são tiradas pela retina dos teus olhos, no ponto mais alto do prazer.
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