As Pessoas Sao como Ondas
A filosofia da práxis não contempla o mundo como está — ela o interroga, o critica e o transforma com as mãos conscientes de quem age.
Parecia que a palavra ‘bruta'
Trouxesse o sentido do não bom
Que escapa do leve tom
Como se precisasse provar por disputa
O valor do seu rico dom
Silêncio!
Escure as pedras que brincam abaixo do meu caminhar
E as grandes que de longe vejo, quando vento as vai acariciar
Não tenhas medo da aparência disforme
Mas observe cada lado que promove
Um brilho espetacular
Parecem ser rudes
Indelicadas ou
Grotescas
Mas se engana
Quem não sentiu a força que te passa
Com energia gigantesca
Assim o amor chega
Quieto, sem forma e desnudo
Pra que quando tu menos percebas
Vê que tornou o maior amor do mundo
Não precisa usar como adorno
Pra que todos vejam seu requinte
Já que o valor que tem de retorno
Tá contigo, mesmo q não sejas pedinte
E que não peças
Nem ofereças
Com discrição
Sem propagar
O que tem de tão bom
E não quer tornar popular
Pra tua luz não ofuscar
Ou de tanto invejarem, apagar
E guarda tua pedra bruta
Que o valor só tu sabes que tem
Quem olha não reconhece forma e cor
E só sente tu
a energia do amor e da vida que pra ti retém
Poema "Cuidando da pedra de valor que só pra você tem" publicado no e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
Eu me via como uma flor cinza, uma flor doente de cores, que sonhava com um jardim. Certo dia apreciei o pôr do sol e pude observar sua cores, e o leve calor que pairava na atmosfera. Era meu ser convalescença. Observei um quadro florido e este mesmo quadro me observou, com quem tentasse me transmitir suas cores. E eu as senti. Era meu ser convalescença. E às cores foram surgindo e cada vez mais sentia suas nuances. Olhei para o sol do meio dia e senti o ser calor. Ao passar do dia, olhei para a lua que especialmente estava cheia, e senti beleza. Meu ser convalescia é o mundo se enchia de signifiacdo. Olhei para mim, para o meu corpo, e o vi como um instrumento. E a vida se transformou em música. Era um renascimento. Nesse momento Deus me olhou. E senti a vibração. Era o milagre, que pedi em um sussurro. Tenho agora uma vida que já não é mais cinza. E senti a natureza em toda a sua diversidade. Tudo o que estava oculto se apresentava lentamente a mim. E em vida, eu nasci de novo.
"Como e por que me tornei professora?"
COMO ?
Estava nos primeiros passos ...
brincadeiras com sucatas!
com suas cores e formas ...
desconsertavam e voltavam ao compasso!
objetos que construía,
que só pra mim sentido faria.
Com outra percepção se deu
quando as letras eram desenhos
que surpresa:
os coloridos representavam sons.
Nas mãos da mamãe as figuras brincavam:
cortava, colava e dava outros tons.
Chamou-as de sílabas
e brincávamos de rir.
Vi que sozinhas,
as vogais tristonhas
com essas tais consonantes
precisavam interagir.
E sobre o papel sem cor
a mãe me provocaria
e eu coloria, a sorrir.
Certo dia papai chegou
e um grande presente na parede fixou.
De tão verde parecia a mata
Com seus bastões coloridos
que no quadro verde podia tingir.
De tão alto me obrigava
nas pontas dos pés ficar
e de joelhos eu descia
para desde sua base
as minhas letras começar a desenhar.
Crianças chegavam de lá e de cá.
Vizinhos e primos queriam brincar.
Os colocava sentados no chão
e ali começava a brincar de ensinar.
E assim foi...
pela descoberta das letras com a mãe colorindo,
montando e desmontando pra ler
por meio do pai a brincadeira completava
quando as crianças amontoavam
e dali eu dizia que ensinava a escrever.
POR QUÊ ?
Na escola aprendia
conversando com a “tia”
que a todo tempo me chamava
porque parada eu não ficava.
Seu tom de voz, medo não causava
porque tia Heralda, tranquila sempre estava.
Me pedia para ajudar na sala
e no recreio eu podia ter minha fala.
Assim descobria uma nova ação
entre professor-aluno uma relação.
De origem não genética
mas de natureza dialética.
Então pude conhecer
que “todo professor é sempre aluno
e todo aluno, professor, pode ser” 68
Estas palavras do Seu Antonio
que em suas cartas eu pude ler
para me preparar e entender
sobre as inquietações deste universo do saber.
Assim com Gramsci um pouco mais entendi
por que docente eu me vi
e tão logo o coração aquiesci.
Poema publicado no livro "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias."
O silêncio sempre foi para mim uma dualidade, entre a paz e o temor. Via a paz como uma pomba branca, serena, que em seu voo representava liberdade. No entanto, via também o silêncio como algo assustador, um gato preto, com olhos de mel, belo, mas em momentos de fragilidade o via como uma ameaça. O silêncio era a paz, mas era também meu lado selvagem. E o silêncio vinha a meu encontro com todo pesar da solidão. Era eu sozinha no mundo, sujeita a abundância e perigos. A solidão de não ter com quem compartilhar minha visão de mundo, que fluía entre a loucura e a lucidez. Às vezes eu amo o silêncio como um afago em meu rosto. Mas às vezes eu o temo, como se eu estivesse frente a frente a uma natureza adversa. Seja como for, o silêncio me dói, como as noites escuras em que sozinha enfrento aflições criadas em minha própria mente. E o silêncio se transforma em um monstro vindo em minha direção. Sinto o temos de minhas mãos e uma angústia ameaçadora. Então rogo aos céus um alívio. E uma pomba branca dorme em coração.
Amor nunca é apenas amor. Ele é também a maneira como aprendemos a interpretá-lo.
O sol de novo apareceu.
Como consequência a escuridão desapareceu...
Rasgam o céu os raios luminosos...
Abrolha mais um dia maravilhoso.
Cantam as aves alegremente.
Balançam seus galhos as árvores tão contentes...
A chuva de ontem seu caminho seguiu...
foi-se pra outras paragens... passou.
O vento as nuvens sombrias pra longe levou.
Retorne, oh esperança, à minha alma...
Devolve-me a serenidade, a paz e a calma.
Virá um novo amor com o novo dia...
Não ficará mais minha alma vazia.
Cristão mercenário não passa da primeira tempestade. Quer usar Deus como caixa eletrônico? Arranja um emprego. Discípulo de verdade segue Cristo até no deserto, sem negociar a fé por um saldo bancário.
O QUE O JAKURISMO PROPÕE?
O Jakurismo como uma corrente filosófica autoral de Jack Indelével Wistaffyna, propõe uma forma de viver marcada pela autenticidade, autodomínio, sabedoria crítica, espiritualidade livre e integridade ética.
Jakurismo é uma filosofia de vida que incentiva o indivíduo a se libertar da ignorância coletiva, cultivar sua própria identidade consciente, desenvolver sabedoria por múltiplos ângulos e buscar respeito através do autoconhecimento e da autenticidade, sem se submeter à aparência, comparação ou dogmas religiosos.
O SIMBOLO DO JUMENTO
Na filosofia Jakurista, o jumento é uma metáfora do ser humano domesticado, condicionado e conformado, que:
Vive preso à repetição,
Segue o sistema sem questionar,
Aceita verdades prontas sem reflexão,
Se move em manada, motivado por medo, vaidade ou status,
É guiado por outros, e não por si mesmo.Diferente do símbolo do Leão.
O SIMBOLO DO LEÃO
O Leão, na filosofia jakurista, representa: O filósofo:
Aquele que lidera com respeito, não com força bruta.
Que vive com honra, e não com aparência.
Que fala pouco e observa muito, como a águia.
O Jakurismo, portanto, é uma proposta filosófica de autoconstrução pessoal, onde o indivíduo:
Se destaca pela diferença consciente,
Combate seus próprios limites internos,
Busca a verdade com olhos críticos e visão ampla,
Vive com respeito, fé livre, e autenticidade.
O QUE O JAKURISMO PROPÕE?
O Jakurismo como uma corrente filosófica autoral de Jack Indelével Wistaffyna, propõe uma forma de viver marcada pela autenticidade, autodomínio, sabedoria crítica, espiritualidade livre e integridade ética.
Jakurismo é uma filosofia de vida que incentiva o indivíduo a se libertar da ignorância coletiva, cultivar sua própria identidade consciente, desenvolver sabedoria por múltiplos ângulos e buscar respeito através do autoconhecimento e da autenticidade, sem se submeter à aparência, comparação ou dogmas religiosos.
O SIMBOLO DO JUMENTO
Na filosofia Jakurista, o jumento é uma metáfora do ser humano domesticado, condicionado e conformado, que:
Vive preso à repetição,
Segue o sistema sem questionar,
Aceita verdades prontas sem reflexão,
Se move em manada, motivado por medo, vaidade ou status,
É guiado por outros, e não por si mesmo. Diferente do símbolo do Leão.
O SIMBOLO DO LEÃO
O Leão, na filosofia jakurista, representa: O filósofo:
Aquele que lidera com respeito, não com força bruta.
Que vive com honra, e não com aparência.
Que fala pouco e observa muito, como a águia.
O Jakurismo, portanto, é uma proposta filosófica de autoconstrução pessoal, onde o indivíduo:
Se destaca pela diferença consciente,
Combate seus próprios limites internos,
Busca a verdade com olhos críticos e visão ampla,
Vive com respeito, fé livre, e autenticidade.
O jumento representa o homem que vive na superfície, enquanto o leão representa aquele que mergulha em si mesmo e nos livros em busca de conhecimento para se libertar.
CONCLUSÃO:
No Jakurismo, o termo jumento não é um insulto, mas sim uma alerta e um código simbólico: ele representa aquele que ainda não despertou.
Ser jakurista não é viver como jumento. É escolher a consciência, o pensamento analítico, crítico e a integridade mesmo que isso signifique andar só. Ou ser rejeitado na sociedade.
O meu passado me condenaria como réu confesso, não fosse a ILIBALIDADE do presente, que me absolve por pura prescrição de pena.
Falar como quem já morreu, nos dá uma liberdade de expressão tão plena, impossível de experimentar em vida.
TEMA:
Educação para Serenidade: Proposta de Disciplina Curricular do Ensino Secundário como Reforço na promoção do Bem-estar e da Sociedade Pacífica em tempos da Inteligência Artificial
QUESTÃO DE ANÁLISE:
Em que medida a Educação para Serenidade como Disciplina Curricular do Ensino Secundário pode reforçar a promoção do Bem-estar e da Sociedade Pacífica em tempos da Inteligência Artificial?
SÍNTESE:
A Educação para Serenidade como Disciplina Curricular do Ensino Secundário pode reforçar a promoção do Bem-estar e da Sociedade Pacífica em tempos da Inteligência Artificial ao munir os Alunos com Competências promotoras do Bem-estar e de uma Sociedade Pacífica nos tempos da Inteligência Artificial.
Como filósofo, não olho isoladamente. Então: "Cada amiguinho te dá um apelido conforme a relação que marca o ponto de vista dele! Para a amiguinha neurociência, você é impulso eletrônico; na física, energia; na religião, és a fé/espiritualidade; na química, és elemento químico/atômico; na biologia, sois hormônios; para anatomia/necrofilia, és um corpo em DE/composição e etc. Logo, somos uno apesar de parecer um multiverso!" (CH2 - Nunca foi sobre isso, sempre foi dignidade. 3 ed. 2025. Brasília-DF)
"Da escuridão e do caos, assim como o Criador, podemos moldar luz e criar o sublime a partir do nada."
Seguir um político é como você ser amigo de um bandido que lhe promete o pão, mas entrega nem um farelo.
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