As Equações do Amor
Mulher desvelada, de amor incomensurável, inalcançável
De gestos marcantes, invejáveis, cobiçáveis
Amor incondicional, sem igual, palpável
Instinto materno: cuidar e acolher a sua cria
Julga-nos, sentencia-nos, mas nunca nos condena
Amor verdadeiro, cristalino, surreal
Muralha da China, “Yosemite Park”, minha mãe
Mãe, mamãe, mainha, doce amor, coração
Astro maior, brilho radiante, presente de Deus
Tudo isso é tão insignificante, simplório
Comparado ao amor que tens a nós
Obrigado mãe por se doar tanto sem exigir nada
Amor, palavra que não se confunde, sentimento que não deixa dúvida.
Paixão, necessidade de ti ver, vontade de beijar.
Atração, desejo intencional, anseio carnal.
Amor: palavra simples, monossilábica. Denotativo de afeto: olhar, pegar/abraçar, beijar. Olhar nos olhos, pegar na mão/abraçar, então, Beijar. Beijar? Beijar na boca!
Ainda que o sol se esconda atrás das nuvens, de nada vai mudar o brilho radiante do teu amor no meu coração.
Passou-se o tempo que ter filhos era tido como fruto do amor, hoje em dia, em muitos casos, são sinônimos da irresponsabilidade conjunta.
Não tenho dúvida que o amor constrói, sou prova disso. Desde que nos conhecemos, consegui contruir em mim uma grande desilusão. Chega!
Se você enxerga amor em Guevara, democracia na Venezuela e Paulo Freire como patrono da educação no Brasil, então: você é testemunha do ódio, cúmplice da tirania e vítima da ignorância intelectual.
O amor, a admiração e o respeito, são isentos de obrigação ou coação. Uma vez conquistados, serão sempre pelos mesmos valores: o amor pelo amor, a admiração pela admiração e, por fim, o respeito pelo respeito.
VERSOS IN POESIA
Oh meu dulcíssimo amor,
Na ilusão, és sim pecado!
Sou fido à sua formosura,
Junto ao desejo revelado!
Paixão, és lira desta vida!
Nela, a idealizo e a quero,
Com os versos, in poesia!
DOCE FORMOSURA
Ó abundosa felicidade,
Que arranja o coração!
O amor sempre desejo,
Na sereníssima paixão!
Ó elevadíssima docura,
Em ti, a solene emoção
Com a doce formosura!
Enquanto o amor pesar
Mais que o mal na balança,
Haverei de renascer
No riso de uma criança!
Enquanto existir bondade,
Fé, amor e temperança
Enquanto Deus nos tocar
Ofertando-nos mudança,
Haverei de renascer
No riso de uma criança!
- Poema da obra Minhas Verdades ISBN 9786598117610
Eu tento viver o amor
E fujo de todo o mal
Ao saber que nesses dias
A medida é desigual
Por isso Deus me convida
A ser que nem luz e sal!
Sempre resides em meu coração
Com todo o meu apreço
Que agracia o divino amor
Residente em meu peito,
Ao esplendor perfeito
Da tua imagem fina
Que serenamente refina
O vigor que a prefigura,
Ao ponto de enaltecer
Esse amor com ternura!
Meu amor por você
Acende mais e mais,
A cada batida deste coração;
A cada nova emoção;
No limiar da razão
E em instantes de muito prazer!
Esse amor que me amadurece
Sempre te enaltece
E cada vez mais cresce
Unicamente por você!
Declaração
Minha vida é bendita,
Como a beleza da flor,
Junto as virtudes desse amor
Sem a dor das noites frias!
Quando a dor me corroía
Na soledade sem magia
De um intenso desamor!
Com você não sinto as velhas feridas,
Pois o seu alento de vida
Simplesmente me completou!
Às vezes, o amor-próprio
Exige coragem de fechar portas
Que já não levam a lugar algum.
Manter abertas passagens
Que só acumulama poeiradas mágoas
Ou das expectativas frustradas
É um peso que a alma
Não foi feita para carregar.
Trecho do livro - O Aleph, a poesia de José de Deus
