Arrancar do meu Peito
Ainda Bem Que Eu Tenho Meu Deus Que Importa Comigo, Me Entende,Me Protege,Cuida de Mim e Nunca Me Deixou Sozinha.
Deus Me fez como Ele é
Com Suas próprias mãos
Soprou Sua vida em mim
E quis meu coração para morar aqui
Para morar em mim
Meu Sonho é Que Minha Filha Volte a Cantar:Ela Cresceu Cantando.Mas Não Vou Obrigá-la Pois Devemos Cantar Por Amor.
O Amor de Jesus Cristo
É mui grande para mim
Pois Sua graça me encheu de Amor sem fim
Meu Jesus foi para a Glória
Mas um dia eu O verei
Entoando aleluias ao meu Rei!
Faz estremecer tudo em mim
Faz derreter meu coração
Me tira o medo, me conta segredos
Aumenta minha fé, revela quem és
Tu és Emanuel, por mim se entregou
Nunca ninguém assim me amou
A tua glória faz com que eu voe mais
Me leva bem junto a ti, me faz flutuar
Ao som da tua voz pulsa o meu coração
Teu derramar de amor me faz dançar...
Meu coração não é teimoso ao ponto de ser transgredido, sendo deixado de lado por um falso amor, um ego displicente e sem sabedoria, a forma que fui descartado, deixado e incompreendido por quem eu mais confiei e doei meus sentimentos é a maior de todas decepções, a vida é um trampolim, e eu irei saltar mais alto sem um peso morto em minha consciência.
Me entender não é fácil, falo pouco, mas falo o idioma do meu mundo, se eu disser (A) não precisam escrever (Z), basta soletrar, as metáforas não são tão importantes quando me conhecer é o bastante, saber minha história e trajetória, minhas teorias só servem para mim e de forma alguma quero que vivam o que eu penso, nem que vivam o que eu vivo, mas tirar o melhor do que escrevo pois isso sim faço para todos.
A razão mora dentro de mim, e a emoção está ao meu lado, é questão de estar limpo por dentro, se o coração está limpo e perfumado então está pronto para que alguém o tenha, e habite nele.
"Eu enfrentarei meu medo. Eu permitirei que ele passe através de mim. E quando tiver passado eu o olharei nos olhos para ver seu caminho. Onde o medo passou não haverá nada, somente eu permanecerei."
Súbita mão de algum fantasma oculto
Entre as dobras da noite e do meu sono
Sacode-me e eu acordo, e no abandono
Da noite não enxergo gesto ou vulto.
Mas um terror antigo, que insepulto
Trago no coração, como de um trono
Desce e se afirma meu senhor e dono
Sem ordem, sem meneio e sem insulto.
E eu sinto a minha vida de repente
Presa por uma corda de Inconsciente
A qualquer mão nocturna que me guia.
Sinto que sou ninguém salvo uma sombra
De um vulto que não vejo e que me assombra,
E em nada existo como a treva fria.
