Arrancar do meu Peito
Se enrosque em meu corpo nu
E sinta todo prazer que meu corpo emana
Desprenda-se do medo
Ou que te faça se constranger;
Liberte a tua mente
Viva! O que propriamente sentes
Entrelaces a mim a tua inocência;
Debruce e permita-me deitar o meu corpo
Sobre os teus medos e te dar coragem
Deixa que a lógica de minhas mãos responda
As certezas das suas em questão para enfim te mostrar o amor!
Me vejo perfeita quando não me vejo
E me sinto poderosa quando desnudo meu corpo
Sou ansiosa pelos momentos que me aguardam
Mas sou cautelosa com os meus pecados na hora;
Não sou uma mulher tão desejável
Mas tenho o meu valor sentimental
Me garanto pelo que falo sou mulher intelectual;
Os momentos que me abordam são de me fazer despertar
Lembranças nada confortáveis ao meu coração
Transbordam o meu coração não de arrependimento
Mas da falta de entendimento...
Por quê? Ah vida! Dar e tira com incertezas
Oferecendo-me chances que não sei
As minhas lágrimas confusas e impares;
Será que não sou merecedor?
Será que me fora tirado desse amor
Ou que só alimento a minha dor?
Não mais me importa, serei rígido comigo mesmo...
Da loucura não mais me preocuparei
E não mais amar como ser? Serei?
Não mais tenho tempo para descrever
Os meus sentimentos...
As horas tomam-me;
Só tenho a dizer... O quanto sinto
E das minhas palavras
Te amar em silêncio;
Ah! Vento meu não sejas como as ondas
Revoltada pela ressaca da vida!
Sejas a brisa que acalenta
As saudades alheias;
A minha inspiração é o sonho da minha alma que estabelece a razão para que a sabedoria do meu coração possa gritar ensandecidamente e preparar os meus sentimentos a você;
Deixo a vida me acertar da maneira que bem entender, pois entendo que não é para que eu perca o meu equilíbrio, mas sim para que eu aprenda!
Às vezes olho o quanto suportei e não vejo razão para que eu retroceda... Mesmo sozinho não desistirei e sim insistirei pela minha felicidade...
Já ouvi muito na minha vida quando não se tem a felicidade... O que eu posso fazer? Eu tenho a resposta! Não desisto dos meus sonhos em nenhum momento;
Não me entenda como qual quer opção
Pois posso te surpreender te apresentando o meu chão
Tenha-me como uma escolha e verás o quanto sou capaz de te satisfazer;
Entendo os meus ecos para compreender o meu ego
Aos poucos aprendo a erguer as minhas asas
E finjo não mais viver em um mundo tão mundano
A infelicidade insiste em me invadir
Mas não tenho fronteiras
Para viver o amor;
Sou presente em corações
Que motivam o bem
E algum resultado há de colhermos
Para então sermos felizes;
Quero banhar-te com a minha língua sedenta de prazer
E o meu desejo aos poucos te envolver
Venha me sentir para se satisfazer
E venha me satisfazer com todo o teu querer;
Vivo o meu silêncio como a minha segurança de entender o mundo
Pois em minha solidão eu tenho a companhia de um tudo
Explico a razão com o meu sentimento em minutos
Mas não sei como faço... Apenas faço e é tudo;
Chama-me de safado! Mas não acreditam quando digo o quanto você provoca o meu juízo
Desatinando a inocência das mais puras intenções... Infligindo a razão
Mas, contudo sua indecência desenvolve a minha imaginação...
Tua língua tanto me tenta em um pecado carnal;
Domina o meu eu e me faça o seu amor
Deita seu corpo nu sobre o meu
Para amenizar o que você chama de dor;
Me aprisiona e me conserta
Eu quero o seu afago
Me ame com toda presa;
Fico louco de prazer
Quando o meu corpo
Entrelaça-se ao seu
E sua boca se perde na minha
Encontrando-se com a minha língua;
Prontificando o meu gosto ao seu
Misturando-se indecências opostas
Para sabermos a pena valeu;
