Arrancar do meu Peito
Porque meu coração, por mais que sejas duro, ele também não é de ferro.
Uma metade é amor, e a outra metade, quem sabe, é saudade.
Meu livro favorito era, de longe, “Uma aflição imperial”, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como “Uma aflição imperial”, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.
E depois de partir, poder voltar e dizer este aqui é o meu lugar. Poder assistir o entardecer e saber que vai ver o sol raiar.
Ao meu ver, não existe Dia da Mulher, pois todo dia é dia delas, pois sem vocês jamais iríamos existir, sem vocês jamais teríamos o prazer, sem vocês jamais seriamos pessoas, parabéns a todas vocês.
Não se preocupe comigo. Meu coração ainda está funcionando e não está mais quebrado. Preocupe-se com você mesmo, porque me parece que ainda é uma/um idiota.
Amor é quando você olha pro seu ex e pensa, "Como eu pude perder meu tempo com isso?". Amor próprio.
Vampiro
Meu ser
Nescessita de sangue
para sobreviver
Doei-me a vida
Hoje apenas existo
É mais gratificante ter tido-a
Do que nunca ter visto
Um por
Um nascer do sol
E hoje
A cada fresta de luz
Sofro como se
estivesse pressa á cruz
Um taça para meu ser basta
E o sacrifício
Este me desgasta
Hoje um monstro me tornei
Matei
Me alimentei
Sou minha propria desgraça
O meu plano de quatro etapas para lidar com a negatividade: identificar, enfrentar, eliminar e substituir!
Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo.
O outono derrubou minhas pétalas, porém não destrui meu aroma,e na primavera vindoura terei minhas pétalas de volta, e ti enviari antes que outro outono venha e as leve.
Não brinque com o meu coração, ele está cansado demais. Resolvi entrar com o pedido de aposentadoria: amar não é para mim. Amar é para os outros. Não quero mais amar, não quero mais viver em função de alguém que sente por mim uma coisa confusa e indefinida, mas que, definitivamente, não é amor.
Me deixe só!
Me deixe aqui, no canto, em companhia de mim mesma!
ouvindo meu silencio falar de coisas que calei...
Me deixe ir... com meus pensamentos tao longe, que nem
me encontre mas aqui.
Me deixe ali, sem rumo, ou direçao, vendo a vida passar vazia,
observada pela janela...
olha la...é a felicidade, me acenando a mao,
dizendo: adeus!
ela vai se afastando, e
agora esta tao longe, que ja nao posso alcança-la.
e esses muros sao tao altos!
como derruba-los, se o que os mantem de pé, sao as minha fraquezas?
Me deixe assim, buscando respostas, para oq nao tem razao.
fazendo da vida um jogo, de regras confusas,
onde parece que o objetivo é perder...
se perder de tudo e de todos, na tentativa de um
um dia se encontrar...
Não gostaram do meu show, foi? Bem, tentemos esse então: "Quando os animais atacam pessoas que odeio!" É uma comédia.
Acho que meu modo carinhoso, dedicado e romântico, assusta quem aprendeu na dor o que deveria ser ensinado com amor.
Meu amor é amarelo. Cor do sol, fogo. Arde e queima a pele. É vermelho. Sangue latino, corre nas veias, dilata, contrai, bombeia tudo aquilo que já não é meu.
Sei o que é o amor. Tinha, com efeito, entrevisto algo novo. Meu pai, minha mãe, minha irmã, os que eu amava, eram meus. Pressentia pela primeira vez que a gente pode ser atingida no próprio coração por uma irradiação vinda de outro lugar.
