Arrancar do meu Peito
Tu és bonita não precisas te arrumar a beleza vem de Deus, que homem algum pode arrancar.
09/11/2013
Não venhas me fazer
de sua flor
Já que me queres
para arrancar
cada pétala
Arriscando amor e dor
ao som de
Bem me quer,
mal me quer.
Hoje percebo que vida de solteiro não é mais pra mim. Fazer oquê? Gosto de dar carinho, arrancar sorrisos, ter alguém pra conversar e entender, mas as coisas estão diferentes, e hoje a maioria só quer curtir.
Quero arrancar, com beijos, os teus medos. Quero matar as saudades com sabores doces e quero da nossa cama o mar!
Moça, arranca o que te faz mal
Não tem problema algum em recomeçar, realinhar os planos, arrancar a página e começar a escrever outra vez, da onde você está.
Eu ainda espero mudar de rumo.que ainda dê tempo de arrancar de mim esse orgulho.
Que minha lágrimas não sejam de arrependimento.
Que minha fé seja imensuravel.
Que eu saiba sempre perdoar,e que no meu coração sempre[..]sempre transborde amor [...]
Às vezes, é mais fácil arrancar as melhores páginas do livro, com os melhores capítulos, guardá-las num baú, transformar em cinzas o que restar e escrever um novo, do que apenas virar a página. Afinal, qualquer vento bagunça todas as páginas já lidas, viradas e rasgadas...
Por que tudo me faz lembrar você?
Queria poder arrancar isso de dentro de mim...
NÃO! Na realidade não quero...
Por que você é aquela que me motiva a viver... e deixar de tê-la mesmo que seja somente dentro de mim, é como se estivesse tirando minha própria vida...
Por que é tão difícil?
Por que se fosse fácil talvez não valesse apena...
Por que o amor é muito maior do que o porquê, o difícil, maior do que a dor, do que o medo, a distancia, maior que o frio...
É esse o amor que me faz senti-la dentro mim... presente, quente, MINHA... e isso me torna eternamente SEU...
A parte de minha vida que tive de arrancar às potências sombrias ofereci-a em sacrifício aos poderes luminosos. Meu fim não era o prazer, mas a pureza; não a felicidade, mas a espiritualidade e a beleza.
(Demian)
Senão tiver coragem
De morder ou arrancar o pedaço de alguém...
Contenha-se
E não rosne à toa pra quem não merece!
Os teus momentos de fúria.
Saudade é um desespero pra quem sente, agonia é constante. Sinto vontade de te arrancar dos meus sonhos e lhe dar um enorme abraço, ausência é minha desinência. Desconjuntura emocional é o preço que pago por te perder, vivo a me reorganizar lentamente, pedaços de lembranças. Tento te manter por perto em cada gota de chuva, a cada assoprar dos ventos e a cada brecha de sol que entra sorrateiramente entre as cortinas escuras. Vou entrando porque está ficando frio aqui em frente de casa, lugar esse que conversávamos sem percepção de tempo, inicia-se o inverno. Não há mais dedos pra contar os anos em que saiu por aquela porta dizendo que seria uma viagem curta e que logo logo nos encontraríamos, se eu soubesse que o destino não cumpriria com o prometido teria partido contigo, sem hesitar. Tudo está do mesmo jeito que deixou, cada vestígio de sua existência me destrói e me arremessa contra as pedras deste imenso mar de solidão. Fico a imaginar como seria se estivesse aqui do meu lado, de quê iríamos achar graça, em que lugares iríamos, sobre o que brigaríamos e qual seria as artimanhas para a reconciliação, era certo o eterno. Daria tudo pra ouvir sua voz denovo, por favor, vem pra perto e me abraçe em silêncio e conte uma história até que eu adormeça e me faça acreditar que um dia te reencontrarei e acabarei com esta ausência, único motivo que me mantém respirando.
Para preparar um bom terreno é preciso arrancar as plantas antigas pela raiz, para que não prejudiquem as novas sementes que vão ser semeadas. Assim é seu coração...
Versos a um cão
Que força pode, adstricta a ambriões informes,
Tua garganta estúpida arrancar
Do segredo da célula ovular
Para latir nas solidões enormes?!
Esta obnóxia inconsciência, em que tu dormes,
Suficientíssima é, para provar
A incógnita alma, avoenga e elementar
Dos teus antepassados vermiformes.
Cão! — Alma de inferior rapsodo errante!
Resigna-a, ampara-a, arrima-a, afaga-a, acode-a
A escala dos latidos ancestrais. . .
E irá assim, pelos séculos, adiante,
Latindo a esquisitíssima prosódia
Da angústia hereditária dos seus pais!
