Arrancar do meu Peito
Pergunto ao vento onde está o meu amor, na esperança de que ele sopre a resposta direto para os meus braços.
Olho para as estrelas e questiono: onde está o meu amor, que ainda não cruzou o meu caminho para iluminar o meu céu
Fecho os olhos para tentar sentir o teu cheiro e sussurro baixinho: onde está o meu amor que faz falta em cada despertar?
Meu amor por você é como a zona abissal: um lugar onde a luz de fora não alcança, porque ele brilha com a própria intensidade do que guardamos no fundo do peito.
Se o mundo se tornar barulhento demais, mergulha comigo. No fundo do meu oceano, o único som que resta é o eco do meu coração chamando pelo teu nome.
Não tenha medo da pressão ou do escuro; meu amor é a água calma que te envolve onde ninguém mais consegue chegar. No fundo de tudo, somos só nós e a imensidão.
Amar você foi o capítulo mais bonito do meu livro, mesmo sabendo que a página virou e a autora decidiu encerrar a nossa história ali.
No meu jeito de ver o mundo, o amor não prende. Se eu a amo de verdade, eu a deixo viver, porque ela não é um objeto que eu possuo, mas uma pessoa livre que eu escolhi admirar.
Amar de verdade é desapegar do controle. Ela não é minha propriedade; o meu papel é apenas deixá-la viver e ser feliz.
Amar uma mulher de verdade é entender que o meu mundo não deve ser a cela dela. Ela não é minha propriedade; amar é deixá-la viver a própria vida e ser feliz por isso.
No meu jeito de sentir, amor não combina com posse. Amar de verdade é respeitar a liberdade dela, sabendo que ela não me pertence, mas que escolhe estar ao meu lado.
O problema de dar o meu melhor para a pessoa errada é que, agora, o que sobrou de mim parece insuficiente para a pessoa certa.
