Aquietai-vos e Sabei que eu sou Deus

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Sou fulano, venho de não sei de onde, volto não sei quando, faço num sei o que e vou pra num sei aonde com cicrano e beltrano que são família de num sei quem.

Xarope é bom para tosse!
vc está com tosse?
Sou Xarope com Mel!
O Mel se encontra concentrado nos meus olhos e sua doçura nos meus lábios

Sou uma cópia barata de grandes sonhadores.

Nao sou nem quero ser mais que ninguem mas sei que faço a diferença

"Sou o avesso do meu próprio caminho,
mais sutil do que meus versos,
olhar pouco traiçoeiro,
sou reticências.
Meu ímpeto coloca - se á frente da razão,
meu riso mantém - se solto e vermelho.
Nasci subjetiva e talvez eu morra assim;
com as mentiras mais deleitosas,
o copo derramando verdades impróprias,
coração repleto de amor pra esquecer.
Mergulhei no egoísmo de me amar apenas
e mais do que qualquer outro.
É preferível morrer no seu próprio mar a
ser mais um sobrevivente da falta de consciência daqueles
que nasceram apenas pra ocupar espaço.
De vazio cheio de dúvida já me basta esse que me foi designado.
Não me vacinei contra os mal intencionados e indecisos como eu,
me vacinei contra a tristeza prolongada,
contra o jeito grotesco de viver.
Só não quero morrer sem ao menos saber
por que motivo me colocaram aqui.
Não quero a vida imperativa,
quero a não definida, a infinita
- se possível."

Já fui bonzinho, amava mais as pessoas do que elas mereciam, agora sou malvado e me amam mais do que mereço. Vai entender o seu humano!!

Sou uma variável que não há como saber o resultado final

Não sou tímida, apenas aprendi que guardar algumas coisas para mim é melhor.
Nunca ninguém quer saber nada sobre você.
Elas só querem desculpas para falar delas mesmas.
E eu realmente não quero saber absolutamente nada sobre elas.

Quem me conheçe de verdade, sabe que não sou perfeito, mas também sabe que não sou um monstro.

Talvez alguns ainda não conheçam a parte mais severa que compõe a minha personalidade e que faz de mim um ser humano como os outros. Que quando é atacado por aqueles com quem se importa, procura responder à principio de acordo com o que lhe é mais verdadeiro. Só que como dizia Séneca, "É preciso dizer a verdade apenas a quem está disposto a ouvi-la", infelizmente pra mim, não sei distinguir quem está disposto a ouvir a verdade, não sou um falso moralista que diz o que há de mais agradável de se ouvir, nem sempre esta é a verdade.

No fim, só espero que os meus amigos de verdade, aqueles que conheçem o verdeiro eu, ainda possam estar comigo.

O tempo passou... envelheci... sem o amadurecimento compatível...

Ainda sou menina, mesmo sendo mulher...

Mulher... fragmentada... aos pedaços... que lamenta o tempo perdido... que se consumiu... fugiu fugazmente entre os dedos...

Tempo que não há como recuperar...

Lamentos... saudades... dores... e como dores me destes...
Além da loucura... insensatez... embriaguês... e o tormento do não ser um SER... de ser um "pseudoser".

O leite derramado... de nada adianta chorar... mas sou criança ainda - pelo menos na alma - posso gritar e lamentar os momento que não vivi... os tormentos impostos e aceitos pela devoção exacerbada e desmedida... entontecedora... cega... não vendo a ausência da verdade... da liberdade...

Não perdi a honra somente... perdi algo maior... mais sutil... delicado... arrancastes o que já pouco existia...

E as dores maiores não são as traições, as mentiras e as omissões...

A dor maior é a possibilidade do ser usado como coisa... brinquedo... conveniência... souvenir... um trampolim... para a liberdade... que ainda nem sequer alcançada foi na mente, na alma e no espírito...

Somos almas presas... estranhamente dolorido enxergar a violação do sagrado... frustrante... enxergar... ver... e reconhecer o quão patético o ser se tornou...
para quê?

Os pensamentos divagam... as palavras fogem aos trotes... como se fossem cavalos selvagens... em busca de libertação...

porém, esgasgam e dão um nó na garganta... tanto poder...

Bravo! Belo trabalho fizestes um pseudofragmento poético que nada diz, nada é!

Sou uma estrelinha no infinito céu
Sou alguém entre milhões de pessoas
Sou tão perto
Sou tão longe
às vezes tudo
às vezes nada
Sou toda amor e paixão ,
Sou esperança no fim do dia
Sou a luz no fim do túnel
Sou gente que pensa
Sou aquela que sofre
Sou aquela que espera
e às vezes faz acontecer
Sou mulher e amiga
Sou barroquina e moderna
Sou tão assim ... tão estrelinha ainda
perdida no infinito manto escuro do céu.

Sou uma alma que jamais vai conseguir se equilibrar sobre a linha tênue da dúvida. Recuso-me a considerar os termos que me chegam sorrateiramente pela metade. Meias verdades são meias mentiras. Tenho necessidade de absorver a calma que só a máxima franqueza pode me proporcionar. Confiar é ter a liberdade da qual o meu coração tanto precisa para sonhar em paz e bater feliz".

Castidade não é restrição, mas possibilidade. Sou um homem livre. A liberdade que experimento é escolha. Ninguém me obrigou a assumir o que escolhi.

"Se a vida é como um filme, então quero um Oscar de melhor filme, direção e roteiro, porque sou o autor, ator e protagonista. O único que pode mudar esta história"

Sou essa mistura de rocha com folha ao vento,
Metade indo, metade ficando.
Aprendi que a direção é mais importante que a velocidade,
Mas nesse exato momento nem sei se estou em movimento
Muito menos se estou indo para algum lugar...

Só sou humano quando estou apaixonado.

"Inconstante: é assim que sou. Nenhuma outra palavra poderia me descrever tão bem."

Gosto de pensar que sou minha
Uma ave livre e indomável
Uma forasteira que ao longe caminha.

Que não pertence a nada
Que sozinha se basta
Em sua longa caminhada.

Pior que ser cego

Tudo é tão estranho, frio, claro e sombrio.
Ao mesmo tempo em que sou tomado por um sentimento antagônico,
tropeço sob a barreira de uma esperança frustrada pelo andamento
e os rumos de nossa própria dor.
Um macaco, uma pedra e um cigarro,
São tão interessantes quanto um Pneu,
partido e um deputado.
Sempre esperei pela chuva que não veio,
Então aprendi a contar com cobras e lagartos.
Entre a vontade e a nessecidade, a fartura e a Realidade,
existe a forca de um aparelho fabricante da ideologia compulsória
do entendimento real,e essa força deixa um eterno pesar e a certeza que Esta já foi
a terra Em que o filho chora E a mãe não vê, Hoje, ela chora junto.
Outróra chorava-se Nostalgicamente, agoraa dor é incessante, pois a distancia que a produzia
foi tomada pela presenca constante da incerteza.
As veses me pergunto que parte eu não entendi? Quando foi feito o acordo?
Por que será que eu não li?
E me representaram de novo sem me consultar em nada,
fizeram como quiseram e depois para mim disseram
para engolir essa palhaçada.
E ainda dizem que a culpa é minha...
A cegueira cultural da sociedade a empurra
diretamente em sua própria falta de atitude que
torna lícito toda sua decadência intelectual e social.

Sinceridade? Mas que coisa chata. Por favor, diga me que sou bonita porque da minha autoestima baixa cuido eu.