Aquietai-vos e Sabei que eu sou Deus
Eu sou como me vêem ou como imaginam que eu seja... Tenho a capacidade de ser e/ou viver do jeito que quero;
Sou inocência de um recém nascido ou a maledicência de quem vive perdido;
Julio Aukay
Quando eu não mais lembrar quem eu sou...
Ou não mais puder amar quem estiver ao meu redor;
Leia-me como sempre fizera!
Que as palavras restituiram as minhas lembranças de quem fui e/ou sou;
Provoca-me enquanto podes, mas se eu tiver uma única chance... Saibas que te mostrarei o quanto sou digno...
Eu sou elucido em minha confusão
Independentemente da ação
Que me leva no inquietante
Amor incomodo, mas excitante;
Eu tento te esquecer
Ou te apagar da minha vida
Mas para onde eu vá você me leva para o teu mar;
Não confunda preço com valor, pois se você tem preço eu não tenho culpa... Eu sou muito mais o meu valor;
Quanto mais eu tento me encontrar mais me perco
Sou imensamente desastrado e sei que não sou perfeito
Faço confusão das coisas que me aconteceram! Não por maldade
Mas por que me esqueço, gosto exageradamente mesmo quando não conheço;
E sempre sorrio em meu caminho
Mesmo quando falam mal de mim! Mesmo quando não mereço
Mas, contudo nunca irei desistir da esperança de ser feliz;
Não sou de pedra eu só me inspiro no reverso da minha própria poesia, lhe oferecer das verdades fluentes que foram tomadas pela ausência;
Onde moras? Porque a saudades? O corpo choras... Sem responsabilidades esperando encontrar um coração de portas abertas;
Não me desdenhe por eu ser diferente dos iguais, pois nunca me misturo a coisas legais... Sou amante das inocentes comportadas, mas é das safadas que me perco mais...
Longe de você!... Eu não sou ninguém...
Não mais tenho forças para prosseguir o meu caminho...
E nem suportarei a tantas dificuldades, portanto... Oh meu Deus habite em meu coração!
Quem pensa que me conhece por saber o meu nome...
Está precipitadamente equivocada, eu sou muito mais do que possam me imaginar;
Eu sou um homem que bato no peito e lidero a matilha, para mostrar que sou feroz como um lobo sem ser de me acovardar diante da vida;
Sou inteiro e intenso e não sou opção, minha prioridade faz sentido dentro do meu coração;
Contudo, irei consolidar a minha maturidade sei que não é fácil terei dificuldades, conseguirei com toda a minha personalidade...
Inabalavelmente vou me superando, vou lutando e lutando para enobrecer a minha pessoa dando ênfase ao meu nome;
Talvez eu não seja um bom amigo, mas sei que sincero eu sou
Sou uma melodia, invejado
Talvez um amigo sociável
Também sei que sou um balanço cadenciado
Não importa o momento sei que tenho o meu valor na dor do relento...
Eu não sou as consequências do meu caminho;
Eu não quero ser o que não posso sem lutas!
Eu quero e serei o que me é de direito;
Eu sou a decadência poética, oferecida pela vida em um corpo não sustentável;
Vendo passar as oportunidades como um copo d'água no Estado líquido para gasoso!
Componho acrósticos, indolente e talvez indiferente, mas com toda dedicação;
Na cidade, sou abençoada,
No campo, a Tua graça é derramada.
Em cada canto onde eu estiver,
Teu favor, Senhor, irá me acolher.
Não há luto que resista,
nem dor que persista,
quando o Rei da Vida diz:
"Vem, Eu sou a ressurreição e a vida feliz!"
Sou o pior, eu sei,
Não há coroa em mim, só cicatriz.
Mas foi aí, na minha lama,
Que o Céu me olhou… e disse: “Filha, vem, feliz!”
Não sou digna nem de olhar pra cruz,
Mas nela vejo o sangue de Jesus.
Que me lavou, me redimiu,
E no pó me ergueu e me revestiu.
Eu era rejeito aos olhos do mundo,
Mas aos olhos dEle, sou tesouro profundo.
Não pela minha história manchada,
Mas porque Ele escreveu uma nova jornada.
Sou o pior? Talvez.
Mas sou amada — de uma vez por todas.
Porque a graça não exige currículo,
Só um coração que se dobra.
