Apesar da Magoa Sinto sua falta

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... quando
o 'micro', por força de sua
autodeterminação, busca contribuir
com o imensurável movimento da
vida, o 'macro' se transforma e
se expande um pouco
mais!

... somos
nosso próprio tempo e,
ao compreendê-lo tanto quanto vivê-lo
em sua incidência - e não somente pela
extensão que nos oferece - ele se revela
como uma dádiva constante,
jamaiscomo um fardo
irreconciliável!

... um missionário,
em tempo algum, será maior do que a sua missão,
embora tal missão não o trate com um ser menor
diante da tarefa que, dedicado, se dispôs a cumprir; poistodo propósito, seja ele de maior ou menor
relevância, demandará considerável
estatura e desprendimento de
seu fidedignoporta-voz!

Deus, o cumpridor de promessas, quando pronuncia seu amor, revela a plenitude de Sua graça em nossas vidas.

Sua beleza não precisa de tela, a verdadeira obra de arte é você.

O amor que Beatriz emana tem a magnitude de uma obra de arte, uma felicidade pura, marcada pela sua rara delicadeza e amor em todos os corações que toca.

Seu estilo sempre será a sua marca registrada, única, inconfundível e inimitável.

Se estiver com medo, vista a sua melhor roupa, arrume o seu cabelo, passe um batom forte, capriche no perfume doce, foque nos melhores pensamentos, camufle suas inseguranças, eleve seus pontos fortes, clame a Deus… e vá com medo mesmo, só não deixe de ir! Ainda no caminho, o medo se despedirá, e você resplandecerá sucesso!

(Aline M. Abdalah)

⁠“Quando você não está no colo de sua mãe ou pai, lembre-se: seu riso ou choro pode incomodar muita gente.” AryUchôa

" Melodias despertam emoções profundas, conectam as pessoas à sua verdadeira essência e podem ser fonte de equilíbrio e serenidade."

ALLAN KARDEC E JOSÉ HERCULANO PIRES:
A URGÊNCIA DE SUA LUCIDEZ NO SÉCULO XXI.
Vivemos uma época marcada por um paradoxo inquietante: jamais a humanidade teve acesso a tanta informação e, simultaneamente, jamais esteve tão vulnerável à desinformação, ao emocionalismo e ao abandono do pensamento crítico. Multiplicam-se discursos revestidos de aparência espiritual, promessas extraordinárias, revelações sensacionalistas e teorias que, embora sedutoras, raramente suportam o exame da razão.
Nesse cenário, Allan Kardec e José Herculano Pires permanecem extraordinariamente atuais. Não porque tenham oferecido respostas prontas para todos os problemas do futuro, mas porque legaram um método para investigar, refletir e discernir.
Kardec não edificou um sistema baseado na autoridade pessoal. Seu trabalho consistiu em construir um método de investigação. Em O Livro dos Médiuns e na Revista Espírita, insistiu que nenhuma comunicação espiritual deveria ser aceita apenas porque provinha de um Espírito ou de um médium. A autoridade deveria nascer da concordância universal, da coerência lógica e da compatibilidade com os fatos observáveis. Esse procedimento ficou conhecido como Controle Universal dos Ensinos dos Espíritos (CUEE), verdadeiro mecanismo de segurança contra a fascinação e o dogmatismo.
Mais do que uma doutrina religiosa, Kardec estruturou uma filosofia experimental da espiritualidade, sustentada pela integração entre ciência, filosofia e consequências morais. A ciência investiga os fenômenos; a filosofia lhes atribui significado; a moral orienta a transformação íntima. Romper essa unidade significa descaracterizar a própria proposta kardequiana.
Décadas depois, José Herculano Pires percebeu que o maior risco já não era a rejeição do Espiritismo, mas sua descaracterização interna. Como filósofo, jornalista e tradutor, combateu aquilo que denominava a "igrejificação" do movimento espírita: a substituição do estudo pelo ritual, da investigação pela autoridade, do pensamento pela repetição.
Para Herculano, um centro espírita deveria ser, antes de tudo, uma escola de consciência, e não um espaço de veneração de personalidades ou de dependência emocional. A Doutrina Espírita perderia sua identidade caso abandonasse o debate livre e a pesquisa séria para assumir estruturas dogmáticas semelhantes às que Kardec tanto criticara.
Esse alerta torna-se ainda mais relevante na era digital.
As redes sociais. potencializam a circulação de mensagens mediúnicas sem qualquer critério de validação. Psicografias apócrifas, previsões catastróficas, falsas revelações, interpretações conspiratórias e conteúdos emocionalmente apelativos alcançam milhões de pessoas em poucas horas. O algoritmo privilegia o impacto; Kardec privilegiava a verificação.
Nesse ambiente, o método kardequiano revela sua impressionante atualidade:
Não aceitar afirmações extraordinárias sem análise criteriosa.
Submeter toda informação ao exame da lógica.
Comparar diferentes fontes independentes.
Reconhecer que nenhuma autoridade humana ou espiritual está acima da razão.
Herculano Pires acrescentaria outro elemento indispensável: a coragem intelectual. A verdadeira caridade não consiste em aceitar qualquer afirmação para evitar conflitos, mas em preservar a verdade através do diálogo respeitoso e da crítica fundamentada.
Outro desafio contemporâneo encontra-se na proliferação do sincretismo indiscriminado. Conceitos provenientes de diversas tradições filosóficas, religiosas e terapêuticas são frequentemente reunidos sob o rótulo de "espiritualidade", sem critérios epistemológicos claros. Kardec jamais recusou o progresso das ideias; pelo contrário, afirmava que a Doutrina deveria acompanhar o avanço do conhecimento humano. Contudo, esse progresso exigia método, demonstração e coerência, jamais a simples acumulação de conceitos incompatíveis entre si.
Também diante da Inteligência Artificial e do transumanismo, a contribuição desses pensadores permanece relevante. Kardec provavelmente distinguiria entre inteligência operacional e consciência moral, lembrando que processamento de informações não equivale, por si só, à existência de um princípio inteligente dotado de responsabilidade ética. Herculano Pires, por sua vez, talvez advertisse contra o risco de substituir a busca pelo aperfeiçoamento espiritual pela ilusão de uma imortalidade puramente tecnológica.
Sua mensagem fundamental permanece simples e profundamente revolucionária: o progresso verdadeiro começa pela educação da consciência.
Mais do que repetir frases de efeito, estudar Kardec exige aprender a pensar como Kardec. Mais do que citar Herculano, é necessário exercer a independência intelectual que ele demonstrou durante toda a sua vida.
Enquanto houver fanatismo, superstição, culto às personalidades, pseudociência travestida de espiritualidade e recusa ao exame racional, a obra desses dois pensadores continuará necessária.
Seu legado não é um convite à crença cega, mas à investigação; não é um apelo ao conformismo, mas ao pensamento livre; não é uma exaltação do extraordinário, mas uma convocação permanente à lucidez.
A verdadeira fidelidade a Allan Kardec e a José Herculano Pires não consiste em repetir-lhes as palavras, mas em preservar vivo o método que ambos defenderam: observar sem preconceitos, raciocinar sem paixões, estudar sem cessar e jamais sacrificar a verdade em nome da conveniência.
"A luz da razão não enfraquece a fé; ao contrário, purifica-a. Onde o pensamento permanece livre e a consciência permanece humilde, a verdade encontra sempre novos caminhos para iluminar a humanidade."
Fontes.
Allan Kardec — O Livro dos Espíritos.
Allan Kardec — O Livro dos Médiuns.
Allan Kardec — O Evangelho segundo o Espiritismo.
Allan Kardec — A Gênese.
Allan Kardec — Revista Espírita (1858–1869).
José Herculano Pires — O Espírito e o Tempo.
José Herculano Pires — O Martírio dos Doutrinadores.
José Herculano Pires — Vampirismo.
José Herculano Pires — O Sentido da Vida.
José Herculano Pires — Traduções das obras de Allan Kardec.
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“Não temas as noites prolongadas; muitas estrelas só revelam sua beleza quando o céu se veste de sombras.”

Biografia: JOSÉ María FERNANDEZ COLAVIDA.
Por sua meritória atuação é conhecido como o "Kardec" espanhol.

PIONEIRO DO ESPIRITISMO ESPANHOL.

Nasceu em Tortosa, província de Tarragona, em 19 de março de 1819. Lutou nas guerras carlistas, nome que se deu a três guerras civis que tiveram lugar na Espanha, entre 1833 e 1876, e nas quais distinguiu-se por sua valentia e humanitarismo, alcançando a patente de Coronel. Em conseqüência de tais conflitos, emigrou para a França, onde estudou e aprendeu, com perfeição, o idioma desse país.

Ao regressar a Barcelona, contrai núpcias com Ana Campos, jovem dotada de surpreendentes faculdades mediúnicas. Conhece a Doutrina Espírita em 1860, lendo em sua versão original francesa, Le Livre des Esprits que lhe ofertou o capitão da marinha mercante, Ramón Lagier y Pomares.

Previamente havia conhecido e praticado o magnetismo, guiando-se pelos ensinamentos de Du Potet e outros magnetizadores franceses. A impressão que lhe causou a leitura de O Livro dos Espíritos, do Mestre Allan Kardec, peça fundamental do pensamento espírita, foi muito grande e, de imediato, começou sua tradução para o espanhol, que viria à luz pública em 1861. Assim, então, tem Colavida a honra e o mérito de ser o primeiro tradutor das obras de Kardec em idioma espanhol.

Em 1869 fundou a Revista de Estudos Psicológicos, da qual foi seu diretor e redator durante 20 anos. Criou a "Sociedade Barcelonesa propagadora del Espiritismo" e estabeleceu na capital de Cataluña, a primeira Livraria Espírita. Dirigiu o Grupo Espírita "La Paz" .

Foi designado Presidente de Honra do "Primeiro Congresso Internacional Espírita", celebrado em Barcelona, em setembro de 1888.

Têm sido altamente reconhecidos e valorizados seus estudos e práticas nos campos de hipnotismo e magnetismo. Realizou experimentos com a regressão mental, apresentando uma metodologia rigorosamente científica, de grande utilidade com evidência favorável à reencarnação, antecedendo os conhecidos trabalhos de Albert de Rochas,na França.

Por sua meritória atuação conhecem-no como o "Kardec" espanhol. Desencarnou em Barcelona, em 11 de dezembro de 1888.



Os Espíritas da Espanha e América custearam seu mausoléu no Cemitério de Montjuic, colocando, ali, uma significativa lápide de 1,80m de altura por 0,80m de largura, na qual se lê a seguinte inscrição:



*Nascer, morrer, voltar a nascer
e progredir sempre
tal é a lei.
Allan Kardec.

* Obs. NOSSA: Aguardamos a confirmação sobre o verdadeiro autor dessa sublime frase,pois que em várias obras biográficas sobre Allan Kardec variam sobre o autor, exemplo: A Trio Bibliografia elaborada muito bem à sua época por Zêus Wantuil e Francisco Thiensen.

Nem a existência, nem o trabalho,
nem a dor, concluem onde começa um sepulcro.
Marietta.

Aqui jaz o envoltório corporal de um homem honrado que em sua última encarnação terrena foi JOSE MARÍA FERNANDEZ COLAVIDA.
1819 - 1888.
Primeiro tradutor e editor das obras de Kardec e fundador da Revista de
Estudios Psicológicos de Barcelona, e a cuja memória os Espíritas da Espanha e América dedicam este testemunho de
apreço e gratidão.

OUTRAS OBRAS.

_RUMO A DEUS PELO AMOR E CIÊNCIA.
_Imortalidade da alma.
_Comunicação espiritual.
_Progresso indefinido
_Pluralidade de mundos habitados.

_Em Espírito sua Obra do ano 1870.
*O INFERNO ou A BARQUEIRA DO JÚCAR.
Médium: Áquino.

Primorosa novela mediúnica,recebida em Barcelona, Espanha. ''A barqueira do Júcar'' é uma jovem que, mantendo a pureza de sua alma, entre inimigos conluiados para perdê-la, serve de instrumento à ação do Espírito do próprio pai, empenhado em defender e subtraí-la, às garras da mais abjeta materialidade de criaturas inclinadas ao mal. Urdindo um enredo de intensa dramaticidade, os episódios se entrelaçam de forma tão surpreendente que o leitor não pode imaginar qual será o desfecho. Revela-se notável obra de educação moral e projeta luzes esclarecedoras sobre as consequências espirituais de nossas ações na Terra.

“A espada suspensa pelo fio do ego cai sobre todos aqueles que constroem sua paz nas ilusões do mundo; mas aquele que transforma o coração pelo amor descobre que a verdadeira segurança não está no trono que ocupa, mas na luz que carrega dentro de si.”

Frederico Figner: em busca de sua própria luz.
Nós brasileiros temos o privilégio de ter grandes repórteres do mundo espiritual. Assim como André Luiz, Frederico Figner trouxe um testemunho único através da mediunidade de Chico Xavier. Em seu livro Voltei, escrito com o pseudônimo de Irmão Jacob e publicado em 1949 pela FEB, ele conta em detalhes como foi o seu desencarne, as dificuldades que encontrou para se desligar do corpo físico e se ajustar à vida nova. Figner cumpriu sua promessa de relatar aos amigos que aqui deixou a sua adaptação no plano espiritual e não teve receio de expor os conflitos que enfrentou, mesmo sendo espírita e tendo se dedicado intensamente à divulgação da doutrina.
O seu depoimento no livro é um alerta para nós. Humildemente, ele escreveu que não pretendia convencer ninguém, mas afirmou: “Não se acreditem quitados com a Lei, por haverem atendido a pequeninos deveres de solidariedade humana, nem se suponham habilitados ao paraíso, por receberem a manifesta proteção de um amigo espiritual! Ajudem a si mesmos no desempenho das obrigações evangélicas! Espiritismo não é somente a graça recebida, é também a necessidade de nos espiritualizarmos para as esferas superiores”.

“Algumas pessoas possuem o raro dom de iluminar noites sem sequer perceberem sua própria luz.”

FREDERICO FIGNER.
Deixou sua casa aos 13 anos em busca de seus ideais e percorreu diversos países até estabelecer-se no Rio de Janeiro, em 1892. Ali fundou a célebre Casa Edison e contribuiu decisivamente para a difusão da máquina de escrever no Brasil. Após seu desencarne, recebeu numerosas homenagens, sendo lembrado pelo jornal “A Noite Ilustrada” como “o mais brasileiro de todos os estrangeiros”, além de filantropo dedicado e protetor dos necessitados.
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"A gratidão nasce quando o espírito reconhece no outro uma etapa de sua própria realização."

" O homem, em certos períodos de sua jornada, sente vontade de fugir do mundo. Não porque odeie a humanidade, mas porque descobre que muitos vivem sem verdade e poucos suportam escutá-la. A sinceridade, quando pronunciada sem máscaras, costuma encontrar resistência entre aqueles que preferem o conforto da aparência. "

ENTRE O CORPO E O INFINITO.
Entre o corpo e o infinito, o Espírito humano constrói sua eternidade. Cada gesto de cuidado, cada palavra de amor e cada pensamento de fé convertem-se em sementes que florescem no jardim da alma.

A educação moral, a comunicação consciente e a oração sincera são os três pilares de uma nova civilização mais fraterna, mais justa e espiritualmente desperta.

Que saibamos, pois, reencontrar o equilíbrio entre a matéria e o espírito, transformando o cotidiano em um hino silencioso de amor e progresso.

“A verdadeira paz nasce quando a alma aprende a conversar com Deus dentro de si.”