Apesar da Magoa Sinto sua falta
Sétimo ato o impensável o homem buscava sua destruição na busca desesperada de sobreviver.
Os recursos e florestas tornam se escassas. A resiliência tornou-se a fronteira do paradoxo. Sem definição do ser ambíguo e ser alienado passamos eras na escuridão. A luz que plantei das experiências passadas pelo sangue e não pela reprodução, trouxe novos horizontes ao ser humano.
Neros da politica entregam que roma tem mais precioso.
Sua ganância cega é vis com a vingança pois poder não é para fracos de espírito e sim para aqueles tem alma e espírito rebelde floresce em cada um de nossos pensamentos fragmentos de nossas vidas. Do seu abismo apenas sejam suas línguas no vazio de suas almas.
Pois a cada tentativa serem ditadores algozes da liberdade nunca mais serão a voz ouvida em nossas almas.
Meu manifesto metafórico, meu olhar sera pilhar de meus pensamentos.
Usam máscaras de uma cara do processo seletivo para um mundo de alienação intelectual .
Usar preto roupas do estilo que monda sua consciência de pensar fora da caixa de pandora.
Somos vistos, julgados e rotulados, embora ser o que somos ainda somos mesmo conteúdo.
Crescer e evoluir dentro da própria subcultura como gótica não ser rotulado ou seguir uma seita,
Seguir num estilo visual e musical...
Embora sofrer com descriminação e o racismo, o preconceito de ser criticado por não igual.
Ser de outra religião pagãos ou seguir próprio nariz não quer dizer pertence ao seu mundo de ser.
Vivemos história verdadeira caçada se é pensador poeta sera taxado pela bruxaria que carrega, então sou bruxa bruxo mago o que for incrédulo ate que ciência prove ao contrário, pois sem debate sem criticar e compreender o sistema o somos criaturas da natureza sem alma apenas devastação do meio ambiente , depois comemorar com churrasco e futebol, self-service a IA agradece a preferência, volte sempre suas notificações serão entregues.
No isolamento do horizonte apenas fragmentos, sons de um momento no cosmo, o cosmonalta deixa sua nave para ver o planeta terra tão lindo no azul do infinito o mares parece flutuar, em suas ondas elipses de sonhos num ponto na imensidão, o macro universo,
Num desejo o luar é um paradoxo infinito, sua voz no infinito são folhas no outono.
O Roubo da Inocência e os Imperadores da Mente
A inocência tem sua época certa. Na infância, ela é a beleza da simplicidade, uma compreensão inata e pura de que o mundo é um lugar a ser descoberto, guiado por um senso comum saudável. No entanto, a engrenagem da alienação digital cometeu o seu crime mais cruel: ela violentou essa cronologia.
Ao expor mentes em desenvolvimento ao bombardeio paranoico das milícias digitais, o sistema força uma evolução precoce e corrompida. Crianças e jovens são arrancados da leveza e jogados na trincheira de uma guerra ideológica que não criaram. Destituintes de sua pureza, tornam-se "imperadores de suas próprias mentes" — pequenos tiranos de certezas absolutas, moldados pelo ódio e pelo medo antes mesmo de compreenderem a complexidade da vida. O zumbismo coletivo, portanto, não apenas escraviza os adultos de hoje, mas sequestra o futuro, transformando a inocência em soldados de uma causa vazia.
Esse fechamento dá um peso enorme ao texto, porque mostra que o problema não é apenas uma eleição perdida ou ganha, mas sim o trauma psicológico e a deformação social que estamos deixando para as próximas gerações.
O sangue a miséria...
Sangue na sua boca
neurolinguística escorre veneno,
O pix é do brasil não é dos Estados Unidos. Boca cheia de formigas....
Declarações que fazem o país sangrar...
Na sua boca cheia de palavras são reunidas frases desconectadas,
Sentimentos relapsos.
Uma agonia de existencial.
Dentro de paradigmas sois uma obras do cubismo com ar artístico vejo as falhas de um novo formato multiastral...
Lágrimas secas num estado inerte todavia,
Sois antro perdido nas virtudes impressas alienação afetou.
Diário de Bordo: Favelas Espaciais e a Sucata da Voyager 1
O espaço profundo tem sua própria periferia. Longe do brilho dos planetas centrais da Confederação Estelar, orbitam as favelas espaciais — imensos aglomerados de carcaças de naves, asteroides amarrados por cabos de aço e estações abandonadas. Ali vivem os sobreviventes da raça humana, os renegados cósmicos e seus filhos mestiços.
Nas favelas da Terra, a sobrevivência girava em torno do tráfico de drogas e do contrabando de armas. No espaço, o crime evoluiu: o negócio das novas facções é o tráfico temporal. Eles vendem fendas no tempo, contrabandam tecnologias de séculos passados e compram futuros alternativos no mercado negro. O crime agora rasga o tecido da realidade.
Enquanto o crime domina a periferia do cosmos, nossa nave enferrujada continua sua marcha. Deixamos parte dos tripulantes colonizadores nos seus novos destinos: alguns ficaram em um pedaço árido de lua, outros montaram acampamento em um planeta tomado por árvores colossais. A semente humana foi plantada mais uma vez. A garota Veridiana, completamente adaptada ao ritmo da nossa espécie, já está grávida de novo. A linha de produção de humanos não para.
Para continuar viagem, nossa lata velha precisava de um trato. Nas oficinas clandestinas da favela espacial, a nave ganhou moldes novos e uma repaginada na lataria. Mas a grande joia do ferro-velho veio do passado da nossa própria história: os mecânicos conseguiram resgatar os restos da lendária sonda terrestre Voyager 1, lançada no século XX.
Arrancamos o gerador termoelétrico de radioisótopos da velha sonda e o adaptamos como um motor de gravidade quântica. Aquela relíquia de alumínio e ouro, que um dia levou um disco com os sons da Terra para o infinito, agora serve de calço e propulsor para a nave mais vigarista da galáxia.
Com o motor da Voyager roncando alto e a gravidade distorcida na base da gambiarra, aceleramos rumo ao próximo quadrante. O espaço é grande, mas para os gafanhotos humanos, é apenas um imenso ferro-velho esperando para ser desmanchado.
— Por Celso Roberto Nadilo
O Paradoxo do Eterno e o Resgate no Nexus
Preso no vazio do Nexus Temporal, Samuel sentia sua mente fraquejar enquanto mastigava os restos secos de um amanhã que nunca existiu. Mas o universo não aceita o vácuo, e muito menos o apagamento de uma linhagem que já reescreveu a história.
De repente, o tecido cromático da cela quântica rasgou. No meio do nada, surgiu Cecília.
Ela era a bisneta de Samuel, uma variação temporal viva nascida diretamente do paradoxo cronológico. Cecília não deveria estar ali, mas, pela lei fundamental do Colisor de Pensamentos, aquele que existiu sempre vai existir. O tempo pode ser dobrado, sabotado e trancado, mas a existência de uma consciência é indelével.
Como a física do espaço-tempo proíbe terminantemente a presença de dois "Eus" idênticos no mesmo ato do loop, o universo resolveu a equação da forma mais caótica possível: em vez de trazer o velho Samuel ou o filho dele, a própria linha do tempo materializou Cecília no Nexus como uma força de compensação. Ela era a resposta matemática à prisão de seu ancestral.
Cecília olhou para Samuel, o bisavô debilitado pelas migalhas quânticas, e estendeu a mão. Em seu pulso, um dispositivo feito com a carcaça modificada da velha Voyager 1 brilhava com a energia dourada dos cofres roubados do passado.
— Eles acharam que podiam trancar a nossa história em uma cela, bisavô — disse Cecília, com a voz ecoando em várias frequências temporais ao mesmo tempo. — Mas eles esqueceram a regra básica: nós quebramos o tempo antes mesmo de eles inventarem as facções.
O Nexus começou a tremer. As paredes invisíveis da prisão das facções racharam quando a presença de Cecília forçou o loop a se expandir. O confinamento havia acabado. A linhagem de Samuel não era uma prisioneira do tempo; eles eram os donos dele.
— Vamos embora — Cecília sorriu, ativando o motor tridimensional. — Temos uma bomba atômica no Brasil para proteger e umas facções temporais para apagar da história.
A Ancestralidade do ensino: Como você construiu a sua árvore?
Quem te regou ? Quem você rega?
Toda árvore tem uma história. Nenhuma nasce forte por acaso. Antes de exibir uma copa exuberante, flores perfumadas e frutos generosos, ela precisou fincar raízes profundas. Assim também acontece conosco. Somos resultado das pessoas que nos ensinaram, dos lugares por onde passamos, dos afetos que recebemos e dos valores que escolhemos cultivar.
Quem ajudou na fixação das suas raízes?*
As raízes são invisíveis, mas sustentam toda a árvore. São elas que buscam a água e os sais minerais escondidos no solo, o alimento essencial para a vida. Na educação, as raízes representam nossa ancestralidade, nossos primeiros vínculos, a família, a fé, os valores, os exemplos e os ensinamentos que permanecem mesmo quando ninguém os vê.
Uma árvore com raízes frágeis dificilmente suporta as tempestades da vida.
E a sua? Foi plantada com firmeza?
Depois das raízes vem o *caule*, que cresce até se transformar em um tronco forte. O caule é o caminho. É ele quem conduz a água retirada das raízes até as folhas. Na vida, ele representa as experiências que conectam aquilo que aprendemos com aquilo que ensinamos.
Se o nosso caule educacional é fortalecido pelo conhecimento, pela ética e pela sensibilidade, ele consegue levar aos seus descendentes o melhor alimento: valores, princípios, esperança, humanidade e sabedoria.
O caule não guarda nada para si.
Ele distribui.
Assim também faz um educador.
Depois surgem os *galhos*.
À primeira vista, alguns parecem frágeis. São finos, delicados e, muitas vezes, crescem em lugares difíceis. Alguns quebram facilmente; outros resistem ao vento.
Assim somos nós.
Cada galho representa uma escolha, uma profissão, uma oportunidade, uma dificuldade superada, uma especialização, um novo caminho. Uns crescem mais rapidamente, outros precisam de mais tempo. Há galhos que florescem cedo; outros passam anos aparentemente secos até descobrirem seu verdadeiro propósito.
Nossas diferenças também moram nos galhos.
Cada um cresce em uma direção, mas todos pertencem à mesma árvore.
Então chegam as *folhas*.
Elas realizam um dos processos mais extraordinários da natureza: a fotossíntese. Recebem a luz do sol e a transformam em alimento para toda a árvore.
Na educação, as folhas simbolizam nossos propósitos.
São elas que transformam conhecimento em esperança, dificuldades em oportunidades, experiências em aprendizagem. A luz do sol representa nossos sonhos, nossos ideais, nossa energia, nossa fé, nossa clareza de propósito.
Quem vive sem propósito perde a capacidade de produzir alimento para sua própria existência.
Depois surgem as *flores*.
As flores anunciam novos tempos.
São elas que possibilitam o nascimento dos frutos.
Quais flores marcaram a sua trajetória educacional?
Quem apareceu em sua caminhada para impedir que os frutos fossem danificados antes mesmo de amadurecer?
Quem acreditou em você quando ainda era apenas um pequeno broto?
E, finalmente, chegam os *frutos*.
Os frutos carregam sementes.
São eles que perpetuam novas árvores.
Na educação, os frutos são os alunos, os filhos, os projetos, os livros, as pesquisas, os gestos de amor, as vidas transformadas.
Mas uma pergunta permanece:
*Você soube guardar bem os ensinamentos que recebeu para produzir novas árvores?*
Minha árvore começou a ser plantada na catequese.
Foi ali, em minha cidade natal, que Dona Jozina ajudou a firmar minhas primeiras raízes. Durante as aulas de catequese, ela plantou em mim a semente da fé, da esperança e do compromisso com o outro.
Em casa, minhas raízes continuaram sendo fortalecidas.
Meu pai foi um dos maiores jardineiros da minha vida. Desde cedo, ensinou-me o valor da resiliência. Lembro-me de sua á árvore, que enfrentava dias de seca, perdia o vigor, parecia sem vida... Mas bastava a chuva chegar para que ela ressurgisse completamente verde, renovada e cheia de força.
Foi com ela que aprendi que a vida também floresce depois da seca.
Na escola, encontrei muitos outros jardineiros.
Minha primeira professora, Gizeuda, ajudou a fortalecer minhas raízes com carinho e dedicação.
Meus colegas ensinaram o valor da convivência.
A cozinheira da escola mostrava, todos os dias, que alimentar também é um ato de amor. Sua merenda tinha o sabor do cuidado.
A diretora, Dona Bezinha, ensinou-me algo que nunca esqueci.
Todos os dias ela tocava o sino da escola.
Ninguém tocava aquele sino por ela.
Naquela época eu não compreendia totalmente seu significado. Hoje entendo.
Há funções que pertencem ao gestor. Há responsabilidades que não podem ser delegadas. O sino não representava autoritarismo. Representava autoridade construída pelo compromisso, pelo exemplo e pela responsabilidade de conduzir uma comunidade educativa.
Minhas raízes continuaram crescendo no Magistério.
Ali conheci grandes pensadores da educação: Piaget, Vygotsky, Wallon...
Mas foi Paulo Freire quem fortaleceu definitivamente minhas convicções pedagógicas. Com ele aprendi que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua construção. Aprendi que ninguém educa ninguém sozinho; educamo-nos em comunhão, mediados pelo mundo.
Vieram então a universidade, as especializações, os cursos, os mestres, os pesquisadores e tantos outros jardineiros que ajudaram a formar novos galhos em minha árvore.
Hoje, meus frutos florescem nas escolas por onde passo.
Eles estão em cada professora que reencontra o sentido da profissão.
Em cada estudante que acredita em seu potencial.
Em cada criança que descobre que aprender pode ser prazeroso.
Em cada oficina, palestra, formação, livro, atendimento psicopedagógico e abraço compartilhado.
São minhas meninas e meus meninos.
São professores que continuam semeando aquilo que um dia receberam.
É assim que a educação perpetua sua ancestralidade.
Por isso, nunca se esqueça de onde você veio.
Nunca abandone suas raízes.
Nunca negocie sua essência.
Eu comparo minha árvore a um *umbuzeiro*, árvore símbolo do Sertão.
Ela enfrenta o solo seco, o calor intenso, a escassez da chuva e as adversidades da vida. Mas guarda, em silêncio, reservas para resistir. Espera o tempo certo. E quando a chuva chega, sua copa se cobre de folhas verdes, flores delicadas e frutos doces, capazes de alimentar gerações.
Assim desejo ser.
Uma árvore que resiste sem endurecer.
Que ensina sem impor.
Que acolhe sem julgar.
Que floresce mesmo depois da seca.
Que transforma o pouco em abundância.
E que deixa sementes para que outras árvores continuem fazendo da educação um lugar onde vidas possam criar raízes, crescer com dignidade e oferecer frutos de esperança ao mundo.
Não fale da sua vida .. nao comente seus sonhos ..viva de boca fechada ...a inveja tem nome , endereço e telefone . ..esta sempre a espreita ...sempre torcendo contra...
O amanhã está em suas mãos..
Só você pode mudar sua vida, seu futuro... realizar seus sonhos... só você tem a chave da sua felicidade ...não deposite nada nas mãos de outras pessoas... se ame primeiro.. o resto é consequência... você atrai o que emana...
Emane o bem...espalhe amor...
Feliz 2023!!!
Sua boca na minha...
seu roupao no meu...
seu corpo entrelaçado..
suado...
envolto no meu..
e assim que deve ser..
essa delicia.. esse prazer..
essa gostosa fantasia
Eu sei que bagunço sua vida..
sua cabeça..
eu sei que vc pensa em mim..
vc esta com ela.. mas sou eu quem vc quer..
vc gosta do proibido..
vc adora jogar.. guardar segredos...
mas isso cansa..
nao sei ser segundo plano..
ou me assume..
ou some..
simples assim..
A última lembrança que tenho de você foi naquela rodovia, perdida entre curvas e névoa. Vi sua imagem desaparecer lentamente diante dos meus olhos, como se a própria estrada estivesse levando você para longe. Depois, restou apenas o silêncio, a neblina e a dolorosa certeza de que algumas pessoas desaparecem da nossa frente, mas nunca da nossa memória.
@ivomendesmorais
Santificai-vos em vigilante oração, pois a simulação da virtude é a depravação humana em sua forma mais enganosa.
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