Apesar da Magoa Sinto sua falta

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⁠Minha alma foi de encontro com a sua paz, e fez moradia.

Vida
Viver é intenso e calmo, é a sua história contada a cada momento, é ser enegia e se integrar à natureza, é sentir profundamente todos os sentimentos, é a inteligência do pensar, é o simples e complicado ser. Viver é isso ou nem isso. É estar integralmente a cada momento ou liberar a alma para voar.

Guerreiro Maratonista
O guerreiro não se ilude pensando conhecer o caminho. Segue confiante na sua capacidade. Não se furta a tomar decisões. Sacrifica-se pela lua no fim da estrada. Sabe que seu destino é passar pela chegada. Percebe-se diferente sujeito daquele que começou nos primeiros passos rápidos. Compreende os momentos de agir e de pensar. Controla a respiração, ritmiza os passos e enxuga o suor. Mantem a mente focada. Sente a pulsação do coração. Quarenta e duas vezes, quarenta e dois momentos. Quarenta e duas vitorias.

⁠Se estás onde estás, a escolha foi sua.

A traição revela quem o outro é.
A sua reação revela quem você é.
Porque, você não controla as ações dos outros e nem a lealdade alheia, não controla o coração de ninguém...
Mas, controla absolutamente como você responde e reage....

⁠Sua prioridade termina,quando você permite que outras pessoas sejam sua prioridade!

"Guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida. Cuide do seu interior para não tropeçar no exterior."


inspirado em Provérbios 4:19-23

Silencie sua mente! O silêncio mostra, responde, acalma... a alma e o coração. Tudo que buscas está dentro de VOCÊ, não no outro.

Flávia Abib

"Se a sua definição não está sendo compreendida, permita que a elegância fale por você."

Até seus inimigos precisam estar à sua altura.

Só quem trata sua própria ferida aprende a não apertar a do outro.

Se é para sonhar que seja grande. Que seja alto. Que seja do tamanho da sua coragem.

Um togado corrupto e canalha nunca é atingido em sua "pseudo-honra", pois esta, na verdade, só serve para alicerçar seus objetivos escusos.

​“Se a voz na sua cabeça te deixa sem ar e com vontade de sumir, isso não é santidade. Isso é acusação.”

— Douglas Santos, em O Paradoxo do Tribunal

Saúdo o ser humano pela sua imensa capacidade de sofisticar o ridículo.

Se você parar para refletir sobre os maiores erros da sua vida!?


Você irá perceber que nenhum deles começou grande;


Porque, na verdade, a maioria dos grandes erros começam nas pequenas falhas;
Sejam elas no seu comportamento ou nas suas escolhas.


Leva essa lição para sua vida;
Erre o menos possível porque nem todo erro vira aprendizado, alguns se transformam nos maiores arrependimentos da sua vida.

A literatura brasileira, quando observada em sua profundidade, revela não apenas estilos e escolas, mas sobretudo investigações sobre a natureza humana. Ao percorrer autores centrais como Machado de Assis, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, Lima Barreto, Drummond, Graciliano, Cecília Meireles, Jorge Amado e João Cabral de Melo Neto, percebe-se que cada um deles, à sua maneira, construiu um modo singular de enxergar o mundo e o homem.
Em Machado de Assis, a razão humana e a hipocrisia não aparecem como opostos, mas como um contínuo. Quanto mais o autor investiga os mecanismos da razão, mais expõe as camadas de dissimulação que sustentam as relações sociais. Sua literatura não nega a inteligência humana, mas revela como essa inteligência frequentemente serve para justificar interesses, mascarar intenções e sustentar aparências. Assim, a análise psicológica machadiana não conduz à exaltação da racionalidade, e sim ao desvelamento de suas ambiguidades morais.
Clarice Lispector, por sua vez, constrói uma escrita em que lucidez e angústia coexistem de forma inseparável. Em A Hora da Estrela, a personagem Macabéa vive uma existência marcada pela dor e pela invisibilidade, mas sem plena consciência disso. A autora, no entanto, possui a lucidez de enxergar essa condição e, justamente por enxergá-la, experimenta a angústia. A escrita clariceana revela esse descompasso entre a vida vivida e a consciência da vida, mostrando que a lucidez sobre o sofrimento alheio pode ser uma forma profunda de inquietação.
No universo de Guimarães Rosa, o sertão ultrapassa a geografia e se torna um território psicológico e metafísico. Quando se afirma que “o sertão é do tamanho do mundo” e que ninguém o conhece por inteiro, sugere-se que a vida humana é feita de veredas parciais, de caminhos incompletos. A linguagem regional reinventada por Rosa não é apenas recurso estilístico, mas uma forma de deslocar o centro da linguagem e explorar a complexidade da experiência humana. O sertão, assim, torna-se metáfora da própria existência: vasto, desconhecido e atravessado por pequenas trilhas de compreensão.
Lima Barreto escreve a partir de uma lucidez que, ao desmascarar as estruturas sociais, inevitavelmente gera revolta. Sua crítica à República e ao nacionalismo ufanista revela um país marcado por contradições e fragilidades. A lucidez literária, nesse caso, não é neutra; ela expõe e, ao expor, denuncia. A revolta surge como consequência da percepção aguda das falhas estruturais e da distância entre o ideal proclamado e a realidade vivida.
Carlos Drummond de Andrade reúne ironia e melancolia em uma poesia que reflete a crise do indivíduo moderno. Ao questionar o sentido da poesia em um mundo instável e muitas vezes insano, o poeta revela tanto desencanto quanto consciência crítica. Sua ironia funciona como mecanismo de distanciamento, enquanto a melancolia evidencia a percepção de um mundo em transformação e, por vezes, em decadência.
Em Graciliano Ramos, a secura estilística é simultaneamente estética e existencial. A economia de palavras e a dureza narrativa refletem a vida marcada pela pobreza e pela sobrevivência no sertão. A forma seca não é apenas escolha literária; ela corresponde a uma realidade igualmente árida. Contudo, ao transformar a miséria em linguagem literária, surge também a tensão entre representar o sofrimento e estetizá-lo, evidenciando a complexidade ética da escrita sobre a pobreza.
Cecília Meireles constrói uma poesia profundamente espiritual e melancólica, marcada pela reflexão sobre o tempo, a finitude e a transitoriedade da vida. Seu lirismo volta-se para dimensões mais contemplativas e menos materiais da existência, privilegiando o efêmero e o metafísico. Em contraste com a poesia de Drummond, mais ancorada no mundo concreto, a escrita de Cecília enfatiza uma interioridade que, embora bela, por vezes se afasta da materialidade social.
Jorge Amado, ao retratar o povo brasileiro, busca celebrá-lo em sua vitalidade, sensualidade e força coletiva. No entanto, essa celebração pode também revelar fragilidades estruturais, expondo um universo popular atravessado por contradições. A alegria e o colorido narrativos convivem com uma realidade social complexa, em que a exaltação do cotidiano popular pode evidenciar tanto resistência quanto precariedade.
João Cabral de Melo Neto demonstra que a emoção não depende do sentimentalismo. Sua poesia racional e precisa, especialmente em Morte e Vida Severina, constrói uma emoção verdadeira por meio da estrutura e da clareza. A experiência do retirante nordestino e a sucessão de mortes ao longo do caminho produzem impacto afetivo não pelo excesso de lirismo, mas pela precisão formal. A racionalidade cabralina revela que a emoção pode emergir da lucidez e da construção rigorosa do poema.
Entre todos esses autores, Machado de Assis se destaca como um dos mais lúcidos na investigação da natureza humana. Sua obra desmonta as aparências sociais e revela a complexidade moral dos indivíduos. Ao expor a hipocrisia e as ambiguidades das relações, ele constrói uma visão aguda e duradoura da sociedade. Sua lucidez permanece atual porque continua a revelar mecanismos universais do comportamento humano, mostrando que, por trás das convenções e discursos, persistem contradições profundas e permanentes.

“O forte jamais conhecerá a sua maior força, mas o fraco descobrirá na sua fraqueza a maior força que tem.”


Medite em 2 Coríntios 12:10

Não odeie as pessoas, isso gasta uma energia que pode ser muito bem redirecionada em manter a sua paz ⁠

A felicidade chegou em minha vida
e tinha a sua cara, fiquei assustado
com o seu sorriso tão lindo, que
te amei no primeiro encontro...