Apesar da Magoa Sinto sua falta

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Sinto que tudo isso é só o início de um novo ciclo. No momento minha mente está vaga, sinto algo que não sei explicar, não é tristeza, não é expectativa, e eu não estou tendo controle sobre isso. Me despedi de você, mas ainda sinto que vou te encontrar por aí qualquer dia desses, sinto que precisa ser assim, que vai ser assim... Se só os tolos se apaixonam, então eu sou a pessoa mais tola que conheço no momento!

Sim eu vejo,
Vejo aquele olhar marcante, vejo equeles cabelos voando ao vento.
Sim eu sinto,
Sinto seu cheiro, sinto esse frio que lhe apodera em meu coração, misturado ao calor da doce lembrança de seu semblante.

“Você é uma mistura de desejo, de amor, de carinho, de tudo… Me sinto tão bem junto de ti, não consigo enxergar teus defeitos, não sei ao certo o por que. Vai ver você nasceu pra mim, eu quero te completar e te fazer uma pessoa feliz em todos os sentidos… Quero fazer a diferença, quero te mostrar que existe amor verdadeiro nesse mundo. Quero te dizer que nem sempre estamos prontos. Más que dessa vez vai dar certo, e nós seremos felizes. E sabe por quanto tempo ? Tempo sem medida, apenas nos amaremos… Sem medo, sem mágoa, sem decepções. Apenas eu você e o amor.”

Será que seria tudo diferente se você soubesse o que sinto por você?

Sinto que não é para ficarmos juntos.
Mas não conseguimos ficar separados.

Não sinto a necessidade de ter alguém.
Não, não estou cultivando a solidão e menosprezando a companhia das pessoas.
Continuo acreditando no amor, continuo almejando encontrar alguém que me acrescente, que me faça ainda mais feliz do que já sou e que me deixe com aquele frio na barriga que a gente sente quando se apaixona.
Só que isto não é mais um requisito para que eu me sinta bem, feliz e completa.

Tres meses com voce e eu sinto que tem se tornado cada dia uma pessoa mais importante na minha vida, kero poder dividir ainda mais meus momentos contigo, voce me faz muito bem, te amo!!!

--- Sozinho no quarto. Deitado na cama. Quase não sinto o pano fino que me cobre. Pareço flutuar, não sinto mais nada, somente esse sentir... Estranho! Flagro-me em um mundo distante, oscilante, faltante! Não mais me encontro em mim!
--- Sorrio distante. Pareço empolgante. Mas muito, muito faltante! Falta-me um motivo, um porque, um espetáculo, um Stand-Up. Então me flagro a gritar. Me solto e explodo.
--- Desperto, de repente na cama. Algo que outrora me parecia uma seda agora me lembra uma chapa pesada de um metal, a me envolver, prender! Faça força para me livrar e não consigo. Estou só e apreendido. Não gosto... Não quero! É impossível!
--- Grito. Esperneio. Em vão. Estou só em um mundo sombrio. Ao meu lado, apenas um porta-retrato, sem retrato. Sobre um nada. Tento alcançá-lo. Esforço-me em vão.
--- Uma angustia bate, Uma solidão me rodeia. Minha mente me destrói. Não consigo nem pensar. Começo subitamente a gritar. Nada.
Chamo um nome. Acordo. Estou só. No ultimo degrau de uma escada. Apenas, com sua foto na mão.
--- Algo, muito em vão.

"Sinto saudade, já sentia antes mesmo de te conhecer."

Eu não preciso chorar para mostrar que estou triste. Nem gritar para dizer que sinto dor. Muito menos sorrir para deus e o Mundo para provar que sou feliz. Não preciso aparentar para ser, demonstrar para estar. Meu mundo acontece aqui dentro. E ele não é menor ou maior que o seu: é simplesmente o meu. Ele é meu com todas as letras, ele é meu em cada palavra, com todos os silêncios, com todos os incêndios. Eu ouvi meu choro, eu escutei meu grito, eu senti minha dor e eu gargalhei em paz sem precisar invadir o seu mundo com coisas tão minhas, com coisas tão lindas, com coisas tão findas que se repetem infinitamente: aqui dentro.

O meu beijo tem o sabor do amor que eu sinto por você

Quando lembro de meu passado, não sei se me sinto feliz por poder relembra-lo, ou se me sinto triste por não poder revive-lo

Sinto que estou me afogando na minha própria tristeza
Remeto-me a caminhos dos quais não quero trilhar
O pior dia da semana é o domingo
Seja o primeiro ou o último, nada muda
Estou cada vez pior...
Cada vez mais insensata...
Cada vez mais dolorida...
Cada vez mais deprimida...
Queria esvaziar tudo por meio de lágrimas
Mas vejo que não dá
Não dá para prosseguir
A inércia me abarca como um vírus cruel
Vejo-me cada vez mais distante da realidade da qual gostaria estar

Me perco no seu sorriso, penso em você praticamente sinto seu cheiro, teus olhos de menina me fascinam, já nem sei como começou, nem imagino se terá fim, o que eu quero é estar com você.

Sinto saudades de quando era criança. Eu pensava que todos os adultos eram legais.

Você me julga pelo o que vê, mas não se interessa em saber o que eu sinto.

Eu não quero ter que pagar pelas coisas que eu sinto.
Senti-las já me cobra um preço muito alto.

Tem dias que eu me sinto mais excluída que Plutão no Sistema Solar.

⁠Liberdade com medo
Sinto uma certa paz e liberdade em não precisar mais me preocupar com o molde e o padrão em que eu deveria me encaixar para manter uma relação. Essa liberdade vem, ao mesmo tempo, acompanhada do medo.
Medo de me perder novamente, medo de não encontrar outra pessoa, medo de ficar desacreditada das relações, medo de encontrar alguém que não me entregue nem uma parte do que a última me entregou.
É absurdo ter esses receios, pois nada disso garante que eu me libertarei dessa necessidade. E a pergunta é: por quê?
Por que preciso ter esses receios?
Só queria, nessa liberdade, saber separar o que é bom do que é ruim, viver e ser feliz com o que sou, fortalecer as minhas conquistas e, quando o dia chegar — se chegar —, saber viver uma boa relação em liberdade.
Eu sempre busquei alguém, mas vale ser a qualquer custo? Venho aprendendo que não vale a pena. Mas, a cada vez que aparece alguém um pouco melhor do que o anterior, vou me enganando e aprendendo também.
Ainda assim, me pergunto: quando, definitivamente, vou acertar? E por que o medo de não encontrar? O que falta para eu ser a minha própria pessoa? Quantas vezes eu me senti plena e, então, veio uma relação e isso mudou? No fim, sempre vêm esses medos, receios, dores… e eu me perco.

Aprendendo a cuidar das minhas feridas,
sendo leal ao que realmente sinto.
Deixando de lado sentimentos
que não dependem da minha entrega.