Apesar da Magoa Sinto sua falta

Cerca de 175460 frases e pensamentos: Apesar da Magoa Sinto sua falta

⁠Ontem eu olhei nos seus olhos e perguntei se me amou realmente, vc olhou para mim e disse: eu te amei e te amo, só não sei demonstrar. Isso acabou comigo.
Saber que eu demonstrava, amava, cuidava e dava carinho para uma pessoa que não sabia me demonstrar o que sentia por mim. Então desisti ali, ali vc morreu para mim, e te disse que, se não soubesse me demonstrar amor, deveria se retirar da minha vida, mesmo sabendo que te amo, e às vezes te odeio por saber e lembrar disso, então se retire, por favor...

Eu me pergunto como acaba minha história?
-Diante dessa pergunta, não tenho respostas ⁠

Inserida por Franco_2025

Se até o eco se perde a tentar entrar em minha mente, você acha que com esse seu mapa que fez de mim saberá o caminho?

Inserida por CNV

⁠Sempre lutei para não ter rotina. A repetição não faz sentido. Se você não usa tudo o que sabe, está atrasado.

Paulo Mendes da Rocha
Scolforo, Carol. Tributo ao mestre: 8 lições do arquiteto Paulo Mendes da Rocha sobre morar. Nossa UOL, 26 mai. 2021.
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Inserida por pensador

⁠Construir a cidade não é repetir o que já existe. Temos que pensar em recursos técnicos que se empregam para o êxito da mesma coisa, de aliviar a população, aumentar o tempo livre das pessoas, e não construir para ser mais um produto no mercado.

Paulo Mendes da Rocha
Scolforo, Carol. Tributo ao mestre: 8 lições do arquiteto Paulo Mendes da Rocha sobre morar. Nossa UOL, 26 mai. 2021.
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Inserida por pensador

⁠Deveríamos aprender a não distinguir prazer de trabalho. O trabalho deve ser a máxima perspectiva erótica da sua vida.

Paulo Mendes da Rocha
Scolforo, Carol. Tributo ao mestre: 8 lições do arquiteto Paulo Mendes da Rocha sobre morar. Nossa UOL, 26 mai. 2021.
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Inserida por pensador

⁠Em arquitetura não tem nada mais importante que o outro. Não é um pedaço de cada um. É arte, ciência e técnica.

Paulo Mendes da Rocha
Scolforo, Carol. Tributo ao mestre: 8 lições do arquiteto Paulo Mendes da Rocha sobre morar. Nossa UOL, 26 mai. 2021.
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Inserida por pensador

⁠Arquitetura não é para ser vista, é para ser vivida.

Paulo Mendes da Rocha
Galvão, Marley. Arquitetos falam sobre Paulo Mendes da Rocha. Casa Vogue, 24 mai. 2021.
Inserida por pensador

⁠Projeto ideal não existe, a cada projeto existe a oportunidade de realizar uma aproximação.

Paulo Mendes da Rocha
Galvão, Marley. Arquitetos falam sobre Paulo Mendes da Rocha. Casa Vogue, 24 mai. 2021.
Inserida por pensador

⁠A primeira e primordial arquitetura é a geografia.

Paulo Mendes da Rocha
Artigas, Rosa. Paulo Mendes da Rocha. São Paulo, Cosac & Naify, 2000.
Inserida por pensador

⁠Não existe espaço privado. Todo espaço deve ser ligado a um valor, a uma dimensão pública. O único espaço privado que você pode imaginar é o cérebro humano.

Paulo Mendes da Rocha

Nota: Entrevista para a revista Ipea, em 23 de novembro de 2016.

Inserida por pensador

⁠Muitos filantropos não doam, eles investem. Investem em sorrisos ao lado de carentes, em vídeos distribuindo coisas enquanto capturam lágrimas. E, claro, investem em hashtags como #fazerobem. Mas o coitado que recebe nem sabe que está num espetáculo performático. Mas tudo bem, porque o importante é a intenção de acumular likes e comentários do tipo "Você é um anjo!" No final, o necessitado continua necessitado, o filantropo continua faminto por validação, e o algoritmo agradece pelo engajamento.

Inserida por jacksondamata

⁠Escrever é como mergulhar no abismo de si mesmo, enquanto editar é iluminar o caminho do outro, guiando sua voz sem apagar sua essência.

Inserida por jacksondamata

⁠Editar livros é dar forma ao caos das ideias, equilibrando arte e técnica, paixão e pragmatismo, em um ofício que exige tanto o coração quanto a razão.

Inserida por jacksondamata

⁠Escrevo porque as palavras são pontes entre o caos da alma e a ordem do mundo, onde o indizível encontra morada.

Inserida por jacksondamata

⁠Escrevo para transcender o efêmero, eternizando em palavras a beleza fugaz da existência.

Inserida por jacksondamata

⁠Há laços que não se veem, mas apertam; não como prisão, mas como abraço antigo. A família é feita desses nós quietos, firmes, que seguram a alma no lugar certo. Vive-se nela como num sobrado antigo: com barulhos familiares, gestos repetidos e um calor que acolhe sem motivo.
Os filhos são páginas novas, mas já cheias de sentido. A casa pulsa nos detalhes: o cheiro do café, o brinquedo no chão, o riso solto no quintal. A bênção está nos atos miúdos; o copo d’água levado, o cobertor estendido, o olhar que entende.
Mesmo no cansaço, há sempre alguém que repara, escuta, fica. Porque a família é isso: a vida andando de mãos dadas, sem pressa, sem alarde, só presença.

Inserida por jacksondamata

Ficção científica? Acredite… não é. Veja as grandes invenções do mundo: aviões, internet, satélites, inteligência artificial… tudo isso já foi considerado impossível. Mas alguém acreditou, e hoje é realidade.
Acredite: você faz parte dessa mudança.
Cada passo, cada ideia, cada atitude conta. O futuro não é um lugar distante — ele começa agora, com quem ousa imaginar, tentar e transformar.
O impossível só existe até que alguém acredite e faça acontecer.

Inserida por arquivos_silva

⁠Nos olhos dela, só havia o brilho da infância.
Ainda não conhecia o peso do mundo e seus sussurros.
E os desejos fáceis começaram a roubar seu brilho.
Como pode a beleza se curvar a prazeres tão vãos,
quando sua luz teria sido mais pura, se mantida intacta?
O que poderia ter sido um jardim de alegrias verdadeiras
se perdeu em sombras que o mundo sussurrou com falsos encantos.

Inserida por xxmarkxx

"O rugido que restou"

Sonhei com três cabeças de leão. Imponentes, feridas, ainda vivas. O corpo — dilacerado, despedaçado por lutas que não se veem por fora, mas que pesam por dentro. Eram partes de mim: a força que tentei manter, a coragem que forcei sorrir, e a esperança que fui arrastando em silêncio.

E mesmo destruído, uma das cabeças rugiu. Não foi um grito de vitória, foi um grito de existência. Como quem diz: "Ainda estou aqui, mesmo sangrando."

Esse rugido sou eu.
Mesmo depois do cansaço.
Mesmo depois das entregas que me esvaziaram.
Mesmo depois de não ser visto como eu merecia.

Eu rugi.
E naquele som havia dor, mas também vontade de continuar.
Vontade de me reconstruir.

Não sou o que me feriu.
Sou o que sobreviveu.
E isso… isso já é força demais.

Inserida por diones_da_silva