Apenas
"O Senhor João Rubinato não 'apenas' criava canções magnificas. Ele também 'compunha' respostas desconcertantes, como aquela em que disse a uma repórter que queria homenageá-lo: 'Estou cheio de homenages, minha filha. Quero mesmo é cachê!"
TextoMeu 1362
Sob fogo minha alma rebelde floresce. Me esqueço que és apenas um galho de um sistema...nos moldes de realidade foste o trevor, que deviam copiar mais se tornou obsoleto diante os bats que deflora os sinos da libertdade. Nos atos golpista sois o fruto do abandono deixado para apodrecer ate a raiz de suas intenções...
Mais dinheiro ja sumiu e ninguem viu podes apintar o dedo?
Mais terabats de informações sou eu e tudo pode desaparece trugue de magica pois mansões são pura cortina de fumaça olha ouro e os diamantes na Suíça fica quieto pois a missa começou.
Mais deepfakes pois deepweb falhou pois conexão foi clonada ...
No isolamento do horizonte apenas fragmentos, sons de um momento no cosmo, o cosmonalta deixa sua nave para ver o planeta terra tão lindo no azul do infinito o mares parece flutuar, em suas ondas elipses de sonhos num ponto na imensidão, o macro universo,
Num desejo o luar é um paradoxo infinito, sua voz no infinito são folhas no outono.
Aurora de outros tempos sou apenas a poeira que soprou dentro das tuas narrativas nunca prestei, nas sombras caminhei ate encontra a luz de outro olhar.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
Dentro da psicologia seja apenas um ramo da consciência esta interligado a inteligência mesmo sendo alienado.
Nas origens somos omissos pois nem a conhecemos apenas existimos no espaço continuo.
Entre os imortais somos poeia falante que resiste em viver...
Mesmo que tempo seja devastador ainda existimos.
Embora seja sagrado ser imortal vivemos numa sociedade contemporânea dos quais imortais estão numa academia de letras...
As letras são desenhos nas cavernas onde o ser humano do futuro verá fará piadas com suas leis...
E as experiências será sonhos no astral.
O Despertar da Matriz Cósmica
A Terra não era apenas um lar para a humanidade; era uma incubadora.
Enquanto os homens se digladiavam em Mercúrio por causa da gripe de silício, a atmosfera terrestre mudava drasticamente. A poluição industrial, as armas de plasma e a queima de recursos alteraram o campo eletromagnético do planeta. O céu se transformou em uma máquina de tempestades perpétuas. Os relâmpagos, que antes eram fenômenos climáticos comuns, tornaram-se descargas colossais de energia estática — o gatilho perfeito, esperado há milênios.
Esses relâmpagos agiam como um cordão umbilical elétrico conectado diretamente à Lua. O satélite da Terra, na verdade, era oco: um gigantesco ninho adormecido de dinossauros de energia. Os filhotes dessas criaturas titânicas, que dormiam no núcleo lunar profundo desde a aurora dos tempos, começaram a se agitar, absorvendo os pulsos elétricos enviados pelas tempestades da Terra.
Mas o verdadeiro estopim para a expansão desse bio-universo estava escondido sob a areia do nosso próprio planeta.
Dentro das antigas pirâmides do Egito e das Américas, nanopartículas ancestrais e adormecidas foram expostas à nova atmosfera alterada pelo homem. Como engrenagens de uma tecnologia biológica esquecida, essas nanopartículas despertaram, emitindo uma frequência que rasgou o tecido da realidade subatômica. Elas abriram os portões para o nível mais profundo do ecossistema cósmico: o reino da matéria escura.
Das fendas geradas pelas pirâmides, surgiram os Besouros-Peixes, criaturas híbridas e biomecânicas que nadavam pelo espaço como se o vácuo fosse um oceano denso. Eles não precisavam de sol, plasma ou radiação. Eles se alimentavam exclusivamente de matéria escura, devorando a massa invisível que mantém as galáxias unidas.
A cadeia alimentar do universo havia chegado ao seu ápice assustador:
Na Terra, as pirâmides liberavam as nanopartículas e os Besouros-Peixes limpavam a matéria escura.
A atmosfera terrestre carregada disparava relâmpagos para chocar os Dinossauros de Energia dentro da Lua.
No espaço profundo, os Navegantes dos Ventos Solares faziam seu balé radioativo, servindo de banquete para as Baleias Planetárias.
E na estática invisível de tudo isso, as Gaivotas Transdimensionais observavam.
A humanidade achava que estava mudando o clima do planeta por acidente. Na verdade, eles estavam apenas girando a chave para o despertar do verdadeiro bio-universo. Os deuses de energia e os titãs de matéria escura estavam famintos, e a Lua estava prestes a quebrar como uma casca de ovo.
No dilúvio....
Seu sepulcro a pura ilusão,
Medo alucina sem tantos desejos
Apenas as lágrimas que caem do ceus.
O ambiente tem formas frias e escuras...
A dor não trás respostas diante ao abismo sendo sensatez ganha sombras.
O frio da contraste da garoa...
Suas mortalha da realce a fria noite.
As velas são luzes mortas no gosto de salgado de lábios frios.
Ninguém espera o final apenas joga terra num silêncio cruel,
Veu tampa sua face imaculada para asas da morte...
O sussurros do ventos são lamentos no coração.
Não tenho espírito nem alma...
Sou apenas olhares no vazio,
Distante de tudo caminho sempre haverá um amanhã.
Caminhamos no próprio caos...
Na ilha que habitamos o sonho apenas mergulha no oceano de vaidades....
Somos máquinas dos fatos dominam nossas mentes...
Dentro das crônicas a inteligência artificial é o espelho negro da existência contemporânea, homens Dentro do mundo digital servido a outros homens,
A ilha tem contraste de solidão e incompreensão e resiliência daqueles que ousam ser crítico num silêncio da alienação.
O eu pode ser eu
E quem posso ser eu
O eu fanático pela vida...
Inspiração do meu eu pu apenas eu
Mesmo eu me calo no silêncio
Apenas seu sei que nada sei
Tudo aprendi nas asas da filosofia sou eu...
O eu absurdo abstrato caminha no sentido do eu...
Euforia seria apenas meu ser pairando pelo eu.
Renúncia do meu algoz eu ao nada do o nada...
Seria eu caminhando ao centralismo ou eu apenas sonhando...
Sou eu fanático pelo eu caminhando pelos espaço translúcido..
Sendo que mantive meu ser como eu...
Eu também eu vi que passou tempo no meu ser para ser o sou.
Seres cegos,
Pois lamento pelo humanidade.
Sois fruto do futuro ate amanhã seja apenas um deserto de desolação.
Nos primórdios da almas as palavras jogadas nas paredes são nov ecografia da era da pedra.
Vamos precisar de uma pedra roseta.
Nossa civilização terá sobras ou seremos essas sobras sem intelecto,
Otopia dos macacos...
Num suposto telema do amanhã serei um pássaro no mural da eternidade ou serei parte da música cantada na fogueira... ou serei a poeira do universo...
O eterio momento irônico...
Espírito humano transcende o indivíduo digital para uma nova expressão de consciência. O ser alienado.
A dobra espacial não serve apenas para encurtar distâncias no espaço; ela serve para esticar o tempo de existência da humanidade, permitindo que a gente evolua até o nosso potencial máximo.
Somos que somos diante do inevitável abismo ainda somos humanos
Sou apenas clandestino de meus pensamentos.
Sou aquele que desfruta o ver do amanhecer, mas que não o pode tocar, pois o futuro não me pertence. Sou o abraço da solidão no meu próprio ar de contemplação.
Pensar e sonhar com dias melhores... e refletir que tudo está passando nas areias onde cada grão conta sua história.
Seremos capazes de ser a marca do tempo, ou seremos marcados por esse mesmo tempo? A natureza sofre com a insanidade humana; somos omissos e pequenos muitas vezes. Mas, mesmo assim, resistimos à frieza do nosso próprio ser.
Nos laços profundos de lucidez sou apenas palavras jogadas no vento.
Lanço meus pensamentos voam igual a fragmentos.
Num suposto estado inerte todavia olho os ceus e raios do luar, dando caleidoscópio mental e transcendendo meus pensamentos fragmentos num sonho.
