Frases contra a guerra para despertar empatia e consciência
Lula sobre Trump: "Deem logo o Prêmio Nobel pra ele!" Daí param com as guerras! Lula sendo Lula e Trump sendo Trump!
Somente um mundo desprovido de amor e totalmente insano permite que um país promotor de guerras e ódio sedie a Copa do Mundo!
As únicas guerras que os EUA vencem são as guerras de narrativas e demagogias! Coréia, Vietnã e Irã humilharam o Tio Sam!
A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA
Estudar História é muito mais do que conhecer datas, nomes, guerras ou civilizações que desapareceram há séculos. É aprender a enxergar a humanidade no tempo. Tudo aquilo que somos — nossas cidades, leis, crenças, costumes, conflitos, instituições, conhecimentos e maneiras de compreender o mundo — possui uma história. O presente não surgiu pronto. Ele é resultado de incontáveis decisões, descobertas, erros, encontros e transformações acumuladas ao longo de gerações.
Por isso, conhecer o passado é também uma maneira de compreender melhor o presente. O historiador Marc Bloch expressou essa ideia de forma memorável: “A incompreensão do presente nasce fatalmente da ignorância do passado.” Não conhecemos a História apenas para descobrir o que aconteceu, mas para compreender como chegamos até aqui. Uma guerra possui antecedentes; uma cultura possui raízes; uma instituição passou por transformações; uma ideia que hoje parece óbvia pode ter levado séculos para ser construída.
A História também nos ensina algo profundamente importante sobre nós mesmos: o mundo nem sempre foi como é agora. Povos organizaram suas sociedades de maneiras diferentes, impérios que pareciam indestrutíveis desapareceram, certezas foram abandonadas, conhecimentos foram corrigidos e ideias consideradas impossíveis transformaram civilizações. Conhecer essas mudanças amplia nossa percepção e nos torna menos prisioneiros do nosso próprio tempo.
Isso exige humildade intelectual. Quanto mais conhecemos a experiência humana, mais percebemos a pequena parcela da realidade que conseguimos enxergar a partir de nossa própria época. O conhecimento histórico nos ensina a perguntar antes de concluir, investigar antes de julgar e compreender um acontecimento dentro de seu contexto antes de impor sobre ele as nossas próprias categorias.
Séculos antes da historiografia moderna, Cícero já chamava a História de “testemunha dos tempos, luz da verdade, vida da memória, mestra da vida, mensageira do passado” (De Oratore, II, 36). Embora a historiografia contemporânea seja muito mais crítica e metodologicamente complexa do que essa antiga concepção, a frase preserva uma intuição poderosa: uma sociedade que perde sua memória histórica perde também parte de sua capacidade de compreender a si mesma.
Estudar História, portanto, é entrar em contato com a enorme experiência acumulada da humanidade. É observar seus maiores feitos e seus piores fracassos, suas descobertas e tragédias, suas virtudes e contradições. Não para viver preso ao passado, mas para compreender melhor o presente e pensar o futuro com mais consciência.
Conhecer a História é descobrir que chegamos tarde a uma conversa que começou muito antes de nós — e que compreender essa conversa é uma das melhores maneiras de entender quem somos.
Não são as guerras, a violência ou má sorte que podem derrotar um bom homem, somente uma mulher poderá levá-lo à ruína completa, pois dormir ao lado do inimigo é a melhor estratégia para vencê-lo.
Quem constrói barricadas com o intuito de levantar guerras, será mais adiante o desertor de trincheiras e um solitário na vida
Quando observamos guerras, violência, corrupção, abandono de animais, destruição da natureza e tantas outras tragédias, será que estamos olhando para a ausência de Deus ou para o reflexo das decisões humanas acumuladas ao longo das gerações?
Desde a escola, aprendemos sobre guerras, conquistas, impérios, invasões, traições e disputas por poder. Decoramos nomes de reis, generais e governantes que mudaram o rumo da história através da força, do medo ou da dominação. Mas pare para pensar: quantas aulas foram dedicadas às pessoas comuns que salvaram vidas em silêncio? Quantas vezes nos ensinaram sobre aqueles que dividiram o pouco que tinham, que escolheram a honestidade quando a corrupção parecia mais fácil, que construíram pontes enquanto outros levantavam muros?
NEUTRALIDADE
Neutralidade não é fraqueza, é a única arte de não herdar as guerras dos outros. Sim, porque o neutro não turba os ventos. Quem escolhe a tempestade alheia, esquece que a sua própria casa não tem tecto.
António da Cunha Duarte Justo
As guerras acabariam se os presidenciáveis cantassem vitórias a Cristo e o mundo seria uma canção de amor e de transformação.
Nas guerras só há perdas, não há ganhos! Perdem-se vidas e ganha-se morte! Ganha-se destruição e perde-se elevação!
Sera que somos humanos?
Guerras, conflitos, poder
Será que amamos?
Humano é estranho
Complexo
Insano!!!
Todas as guerras são absurdas e cobardes os que as provocam.
Aliás, todo aquele que faz derramar o sangue do seu "irmão", é assassino!
TRUMP cria guerras que resultarão num novo 11 de setembro, intensificado pelo ódio, vingança e dor de muitos povos!
Que adianta explodir e mutilar milhares de corpos em nome das guerras religiosas e das brigas pelas terras, sabendo que o espírito dos assassinos será jogado no fogo eterno do inferno.
As guerras são uma demonstração de corações cheios de contendas e ódio que geram grandes sofrimentos e perdas entre os próprios homens, onde os mais fortes dominam os mais fracos, os egoístas invejam os mais ricos, os ignorantes afrontam os sábios, provocando a miséria, a fome e a destruição de seus semelhantes, cujos povos, com suas ambições, infâmias e consequências, serão julgados e culpados por uma disciplina superior.
