Amor que Morreu
Há pais que não criam filhos; criam dependentes e chamam isso de amor. Alimentam cada capricho, negociam cada limite, compram cada silêncio, removem cada consequência e, no fim, aplaudem uma obediência que nunca foi virtude, mas conveniência. O que chamam de proteção é, muitas vezes, medo de frustrar; o que chamam de cuidado é incapacidade de educar; o que chamam de amor é apenas a recusa em suportar o desconforto de dizer “não”. Cada responsabilidade assumida no lugar do filho é um pedaço de caráter que deixa de ser construído. Cada dificuldade evitada é uma força que deixa de nascer. Pais que fazem da própria vida um escudo permanente não estão preparando os filhos para o mundo; estão preparando o mundo para carregar filhos que eles mesmos decidiram não formar. A tragédia não começa quando os pais morrem. Ela começa no exato instante em que deixam de educar e passam a servir. Porque o pior abandono não é deixar um filho sozinho; é entregá-lo à vida sem consciência, sem disciplina e sem a capacidade de existir sem depender de alguém.
A vida nunca premiou os amaDORES que confundiram amor com superproteção, nem os poupaDORES que sequestraram dos filhos o direito de enfrentar a realidade. A vida sempre pertenceu aos enfrentaDORES. Porque quem poupa um filho da dor não o livra do sofrimento; apenas adia o encontro com ele, tornando-o maior, mais caro e, muitas vezes, irreversível. Pais que retiram cada pedra do caminho acabam retirando dos próprios filhos a capacidade de caminhar. No afã de evitar lágrimas, fabricam fraquezas. No medo de decepcionar, educam para a dependência. No excesso de ajuda, condenam à escassez de caráter. O amor que não disciplina deixa de formar e passa a deformar. E a pior deformidade não é a do corpo, mas a de uma consciência que acredita que viver é encontrar alguém disposto a carregá-la para sempre.
Pais que transformam o amor em superproteção deixam de criar filhos e passam a fabricar dependência. O conforto que oferecem hoje pode ser a incapacidade que condenará o amanhã.
Vamos repensar?
Erich Fromm — “O amor é uma arte.”
“Uma sociedade que ensina a consumir tudo desaprende a cultivar algo. O amor deixou de ser uma construção diária e passou a ser uma expectativa imediata.”
Carlos Eduardo Balcarse
NEM TODO AMOR SABE AMAR
Amar alguém não significa, necessariamente, saber construir uma relação saudável com essa pessoa.
O sentimento pode existir ao lado da imaturidade, do ciúme, da dificuldade de comunicação e de comportamentos que provocam sofrimento.
Por isso, não basta perguntar se existe amor. Também precisamos observar como esse amor se manifesta.
O amor declarado não substitui o respeito demonstrado.
Uma relação exige mais do que intensidade emocional. Exige responsabilidade, limites, diálogo e disposição para reconhecer erros.
Sentir muito não justifica ferir repetidamente.
E permanecer junto não é, por si só, prova de que uma relação esteja fazendo bem.
O amor não deveria servir de desculpa para aquilo que destrói a própria possibilidade de amar.
Carlos Eduardo Balcarse
31 de outubro de 2026
ORCID: https://orcid.org/0009-0005-3484-6914
O amor humano é a contradição do "querer é poder"... Por ser individual, nem sempre encontra reciprocidade...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j
Amor sublime... mas impossível.
Noite de luar, céu estrelado,
sentimento que envolve sem toque... sem posse...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j
O amor nunca se atrasa. Ele sempre chega na hora certa...
Que muitas vezes nós estamos na errada.
O destino não tem fuso horário nem hora de verão.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j
Deus é amor... E amor é liberdade. Liberdade de amar, viver o amor sem medo... De se sentir preso."
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j
Sabe.... um dia eu escrevi
O amor humano é a contradição do ditado querer é poder. Por ser individual, nem sempre encontra reciprocidade.
Minha vida é a contradição da geologia, psicologia e talvez a alma da filosofia... Pelo benefício da dúvida.
Como a psicologia pode rotular algo que evolui cem anos em seis meses?
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j
Thomas
Meu netinho Thomas...
O amor que se fez carne em forma de vida,
e que a própria me trouxe
para me fazer sentir vivo.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j
"O amor de Jesus não é demonstrado com teorias ou acusações, mas no ato simples do humilde que trabalha, ajuda o próximo, compra, vende e espalha a bondade no seu cotidiano."
"O verdadeiro amor de Jesus incomoda tanto os perversos que eles precisaram inventar uma 'falsa bondade' baseada na rebeldia, onde o erro é permitido e a honestidade é proibida."
"Eles chamam a rebeldia egoísta de 'amor ao próximo', mas sentem o mais profundo ódio de quem vive a bondade genuína, porque a retidão de um filho de Deus expõe a podridão de suas próprias almas."
"O amor que eles pregam é uma farsa construída sobre a rebeldia e o egoísmo; ele só acolhe quem erra, mas tem pavor e ódio de quem escolhe andar na verdade e na justiça de Deus."
"O amor que essa geração proclama não passa de rebeldia disfarçada de empatia; um sentimento frágil que acolhe o pecado, mas cospe e tem ódio mortal de quem busca a verdade de Deus."
Se olharem com amor verão que somos jovens buscando pelas coisas certas, talvez, nos lugares errados!
Tenho dores de cabeça por saber usala-la, tenho enfermes por agir são, sou mau amado por dar amor. Mesmo assim me odeias sem refrão.
Título: O Amor do Diabo ao Meu Caminho
Verso 1
Fique firme, reino,
Nenhuma chance de escapar, oh...
Não pode nascer,
Não pode ser procurado.
Verso 2
Não procure, arruinando, reinando
Pesando em meu rosto.
Deus acima abençoado,
Mas os demônios nos avaliam.
Oh-oh,
Woah-woah...
Refrão
O diabo encontrou o amor ao meu caminho,
O diabo encontrou o amor ao meu caminho,
O diabo encontrou o amor ao meu caminho. Ver menos
