Amor Próprio
O amor-próprio não é um estado de espírito ensolarado, é um trabalho de mineração em solo rochoso, onde você retira os entulhos do que os outros disseram sobre você até encontrar aquela pequena pepita de verdade que diz: você ainda é digno de ser amado, apesar das rachaduras.
"Quando ao redor do seu exterior estiver caótico, encontre refúgio em seu amor próprio e na sua fé, confiando que, eventualmente ficará claro, tudo; absolutamente tudo terá sentido pra você."
─By Coelhinha
Amor Próprio - 06/24
vida é tão circunstancial,
Que o que era estranho hj pode ser normal
E distante quem lhe foi casal
E tudo bem, tudo certo, nada de mal
Manter os braços estendidos para a amizade
E tratar o amor com total liberdade
O amor próprio é o caminho para a plena felicidade
Sobre não possuir e sim compartilhar
Momentos e vivências.... primeiro se amar
Tudo que é de dentro, nosso, nada e ninguém pode lhe tirar
O tempo é pena e é remédio, se olhe, sorria e nem me vem com essa de tédio
Livre amar e se amar.... bora lá ....Será?
Não existe sentimento melhor que
Amor Próprio e Pertencimento!
Quando você pertence a si mesmo,
você sente a liberdade na alma!
Você deixa de sentir-se sufocada pelas opiniões alheias e busca viver sua vida com completude!
Insta: #JaneFernandaN
Vivemos em uma sociedade onde as pessoas confundem humildade com humilhação, amor próprio com ego próprio, reciprocidade com interesse.
Amor não está só em um sentimento egoísta chamado "amor próprio", voltado para o próprio umbigo. Isso é o ego gritando!
Amor está no que vive diariamente, no padeiro que deu bom dia, nas plantas que plantou pela cidade, nas pessoas que ajudou de coração, no abraço na mãe, nos parentes, nos amigos, nos desconhecidos, o carinho com os animais, nos afetos com quem mais precisa, nas palavras positivas, na tranquilidade diante das ofensas, no compartilhamento de alimentos, de experiências, de histórias com seus semelhantes, na natureza, no ar, na vida...
Hoje em dia, as pessoas amam o "amor", mas não amam as pessoas.
Amar não significa aceitar ser diminuída. O amor-próprio é o limite que colocamos para que ninguém destrua a nossa essência.
A vaidade contemporânea não é excesso de amor-próprio — é seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante não se afirma: sustenta-se por empréstimo no olhar alheio. Não há transbordamento, há carência organizada; não há centro, há eco. E, assim, a existência deixa de ser presença e torna-se performance contínua — porque, sem testemunha, já não se sabe permanecer.
O amor-próprio genuíno não tem estrutura narcísica — tem estrutura de luto. É o processo árduo de descer ao que foi negado: as partes cindidas, as representações de si rejeitadas, as feridas que o ego preferiu encapsular a integrar. Não se trata de buscar perfeição, que é formação reativa; trata-se de integração — recolher os fragmentos com lucidez suficiente para suportá-los sem os romantizar nem os negar. Quando esse trabalho avança, emerge o que a clínica reconhece como capacidade de estar consigo: a aptidão de olhar para o próprio interior com verdade e, mesmo assim, não fugir — não por resignação, mas por reconhecimento de que aquilo que se é, ainda que incompleto, ainda que ferido, merece permanecer.
Buscar a cura é ter coragem de enfrentar a dor mesmo depois do perdão, resgatando o amor-próprio, a paz e o autocuidado.
... o amor-próprio,
quando desprovido de qualquer
traço de egoísmo e vaidade, transforma-se
na fonte primeira de toda consistência
e plenitude do amor ao
próximo!
“Desmamar emocionalmente também é um ato de amor-próprio: parar de alimentar aquilo que impede a gente de seguir inteiro.”
Dr Ederson Dantas psicanalista CBO 2515-50
“Mantenha sempre uma dívida consigo mesmo: a de evoluir. Cobre-se por respeito e amor-próprio e faça do hoje uma versão melhor do ontem.” — Leonardo Azevedo.
