Amor pra Namorada
Quando amamos – e o amor é espiritual – a presença quase não se faz necessária, pois os espíritos se reconhecem e se complementam.
Amor invisível
Eu amo alguém sem rosto, sem corpo e sem nome. Amo como se o próprio amor me abraçasse. É um sentimento que não sei explicar, mas sinto, com certeza, que ele existe. Está em algum lugar deste mundo ou talvez além dele. É como se nossas almas se reconhecessem nessa travessia silenciosa, ainda sem encontro, mas já entrelaçadas no invisível.
Não é como o amor carnal. É encontro de essência, de espírito, onde não há distância nem tempo. Ali, nos reconhecemos, nos entregamos, e nos alimentamos desse laço sutil.
Assim como o corpo precisa do alimento físico, a alma também busca o seu sustento. E é nesse amor invisível que ela se fortalece, se nutre e continua a existir.
“Não sei se sei amar da maneira que o amor merece, mas sei que amo o amor, mesmo sem saber se sei amar.”
O opressor sem pudor, desconhece o amor e causa dor em todos, sem distinção de cor! Diz combater o terror, mas só quer se conquistador e senhor!
Quando tentamos enquadrar o amor, a graça e a compaixão em molduras puramente racionais, o resultado é o esgotamento.
Você ainda pode caminhar ao lado de quem escolheu outro lugar para congregar. O amor não muda de endereço quando alguém muda de igreja.
Há uma fé que nasce do medo e outra que nasce do amor. A primeira desaparece quando o perigo passa; a segunda permanece, mesmo no silêncio de Deus.
Encantar-se por Deus é deixar a alma encontrar o seu primeiro amor; seguí-Lo é atravessar os desertos da existência guiado pela esperança; encontrá-Lo é descobrir que, desde o princípio, era Ele quem nos procurava.
Um dia bem vivido é aquele em que a oração nos encontrou, a Palavra nos transformou e o amor nos atravessou.
O amor a Deus que ignora Seus mandamentos não é amor; é uma projeção de nossos próprios desejos, pois não podemos abraçar o Salvador enquanto rejeitamos o Seu senhorio.
A cruz revela o amor infindável de Deus por mim e o custo extremo de Sua graça para resgatar o meu valor corrompido pelo pecado.
O amor sabe suportar, mas também sabe discernir. Aceitar tudo indiscriminadamente não é amor; é ausência de responsabilidade.
O Evangelho revelou que meu pecado é mais profundo do que eu imaginava, mas que o amor de Cristo é infinitamente maior do que eu poderia compreender.
É ali, no espelho da graça, que descobrimos que o amor não nasce da nossa capacidade, mas da consciência de que fomos amados primeiro — exatamente quando éramos os mais difíceis de serem amados.
A expiação limitada no calvinismo limita o amor divino a uma classe eleita de antemão, tornando a Cruz de Cristo uma causa secundária, superficial e desnecessária na eleição.
