“Em meus olhos estarrecidos, assisti a este amor adormecido que, abraçou-me à sinestesia e, deixou minh'alma ao crivo, desta fria e nada amável poesia.”
Estranho amor, alguns tapas "sem dor" (...) recordo-me ter visto ceando com sua primogênita, um filho, de mãe já combalida, cujas mãos, perdidas, buscavam parte do fruto dilacerado sobre a mesa (...) Estranhíssimo amor, não?
Com você:
Descobri um amor
Te amei de verdade
Em cada ponto da cidade
Lembrei de você
Conheci no meu corpo
O que te guardei
Senti por você
Tudo que tanto esperei
Te amo de verdade !