Amor pelos Filhos

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⁠"Filhos não são apenas uma sequência instintiva de perpetuação da espécie. Supera o amor próprio, nos faz ter uma vontade louca de viver cada vez mais. Deixá-los honestos e acomodados na Terra é mais que uma missão, é a sensação do dever cumprido."

⁠Nosso senhor, Deus de amor que não desampara seus filhos.
Dai-nos valentia para seguirmos a jornada que nos compete. Faça-nos fortes para vencermos a
as tentações.
Peço saúde, proteção e que não nos falte o pão que alimenta a carne e a fé que alimenta a alma. Amém!

A natureza sabe de fato, preparar a mais bela festa de amor para que os seus filhos possam desfrutar da harmonia perfeita. As nuvens dançavam sendo levadas nas asas do vento e a minha amada dançava para mim, enquanto eu tocava o meu violão a sombra daquela pequena arvore.

"Às vezes, o amor pelos filhos é a única algema que mantém o pai no cárcere do casamento."


— Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua

O amor – seja de pais, filhos, amigos ou parceiros de vida – não deve ser reclamado. Muito menos mendigado. Simplesmente se traduz por alegria em cada encontro e em saudade nos intervalos entre dois reencontros.

Filhos? A realidade é que você sentirá o maior amor do mundo por eles e esse mesmo amor eles nunca sentirão por você.

Só o amor de Deus, por cada um de seus filhos poderia nos dar presentes tão preciosos. Um dia abençoado!
BOM DIA!!!🙌❤️
Ery santanna

Transmita aos seus filhos apenas o amor; todas as outras emoções, guarde para si e paute suas ações na razão. Que seu filho veja em você um princípio de ordem no caos da existência, e não uma fonte de turbulência para o seu coração.

O amor verdadeiro é saber priorizar o que realmente importa, como o bem-estar dos filhos!

A separação é um novo capítulo, onde o amor pelos filhos é a página que não se fecha!

Quando o amor acaba, o respeito e a dedicação aos filhos continuam!

num sonho
vi minha mãe
com o amor de sua vida
e sem filhos
nunca a vi tão feliz

Rupi Kaur
O que o sol faz com as flores. São Paulo: Planeta, 2018.

Nota: Poema "e se".

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Crônica


O Amor Que Muda de Endereço


Existe uma verdade sobre pais e filhos que raramente é dita em voz alta.
Eles se amam muito mais do que conseguem demonstrar.
Talvez porque o amor familiar não seja feito apenas de abraços e palavras bonitas. Muitas vezes ele vem disfarçado de preocupação, de cobrança, de conselhos que ninguém pediu e até de discussões que parecem não ter fim.
Quando somos crianças, enxergamos nossos pais como gigantes.
Eles sabem tudo.
Resolvem tudo.
Protegem de tudo.
Mas o tempo passa.
E os gigantes começam a parecer pessoas comuns.
Começamos a enxergar seus defeitos, suas limitações, seus erros e suas fraquezas.
É justamente aí que surgem os conflitos.
Os pais acreditam que os filhos ainda precisam de orientação.
Os filhos acreditam que já sabem caminhar sozinhos.
E entre uma opinião e outra, muitas palavras deixam de ser ditas.
O pai que queria dizer "tenho orgulho de você" acaba perguntando apenas se o trabalho está indo bem.
A mãe que desejava dizer "sinto sua falta" limita-se a perguntar se o filho está se alimentando direito.
E os filhos, por sua vez, também escondem sentimentos.
Querem agradecer.
Querem reconhecer.
Querem demonstrar carinho.
Mas imaginam que ainda haverá tempo.
E assim os anos passam.
As conversas tornam-se mais curtas.
Os encontros mais espaçados.
As responsabilidades mais numerosas.
A vida segue seu curso.
Como sempre segue.
Até que um dia acontece algo curioso.
Os filhos tornam-se pais.
E aquilo que antes parecia exagero começa a fazer sentido.
As noites mal dormidas.
As preocupações silenciosas.
Os medos escondidos.
Os conselhos insistentes.
Tudo ganha uma nova interpretação.
Pela primeira vez, eles conseguem enxergar o mundo pelos olhos de seus próprios pais.
Mas a vida ainda guarda outra surpresa.
Os netos.
Ah, os netos...
Eles chegam sem pedir licença e transformam novamente a dinâmica da família.
É como se abrissem uma janela que permaneceu fechada durante anos.
Aquele pai sério torna-se brincalhão.
Aquela mãe exigente transforma-se em uma avó paciente.
As regras ficam mais leves.
As broncas mais raras.
Os abraços mais demorados.
E os filhos observam tudo isso em silêncio.
Às vezes sorrindo.
Às vezes refletindo.
Às vezes sentindo uma pontada difícil de explicar.
Porque não é inveja.
Também não é mágoa.
É apenas a percepção de que aquele carinho tão espontâneo talvez tenha existido dentro dos pais o tempo inteiro, mas não encontrou espaço para ser demonstrado daquela forma.
Os avós, por sua vez, também mudaram.
A experiência ensinou que o tempo corre depressa.
Que as oportunidades não voltam.
Que algumas palavras deveriam ter sido ditas.
Que alguns abraços poderiam ter sido mais longos.
E sem perceber, acabam oferecendo aos netos aquilo que a vida lhes ensinou tarde demais.
Não porque amem mais os netos do que os filhos.
Mas porque aprenderam a amar de maneira diferente.
Os filhos observam.
Sentem.
Refletem.
E, no íntimo, compreendem mais do que dizem.
Porque a maturidade ensina algo importante:
Nem todos os vazios serão preenchidos.
Nem todas as explicações chegarão.
Nem todos os pedidos de desculpa serão feitos.
E está tudo bem.
A vida não é uma novela.
Não existem roteiristas escrevendo finais perfeitos.
Não há música tocando ao fundo quando percebemos nossos erros.
Não existe um capítulo seguinte para corrigir cada palavra mal colocada.
A vida real é mais simples.
E também mais dura.
Ela é feita de pessoas imperfeitas tentando acertar.
De pais que amam, mas nem sempre sabem demonstrar.
De filhos que sentem, mas nem sempre sabem falar.
De famílias que carregam cicatrizes e, ainda assim, continuam caminhando juntas.
Podemos passar a vida inteira nos torturando pelo que faltou.
Ou podemos compreender aquilo que existiu.
Porque, apesar dos conflitos, dos desencontros e dos silêncios, o amor sempre esteve lá.
Talvez escondido.
Talvez desajeitado.
Talvez tímido.
Mas presente.
E quando vemos nossos filhos correndo para os braços dos avós, percebemos uma das maiores lições da existência.
O amor não desaparece.
Ele apenas muda de forma.
Muda de linguagem.
Muda de endereço.
E continua seguindo seu caminho através das gerações.
Talvez não exatamente como gostaríamos.
Mas exatamente como a vida permite.
E, no final das contas, aprender a aceitar isso também é uma forma de amar.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

Meus filhos, ninguém jamais conseguiu atender ao amor sem corresponder primeiramente a simplicidade em si mesmo.

⁠Pai você merece o melhor da vida,
criou os filhos com tanto proteção, carinho e amor,
que pelo bem dos filhos sempre lutou.
Sempre é um pai presente
e está conosco sempre contente.
Digno de respeito e admiração,
Te aguardo eternamente no meu coração.
Que Deus abençoe e lhe dê proteção,
Pois você é um dos primeiros que está na minha oração.

"Quando os pais ensinam com amor, empenho e dedicação, seus filhos te seguem naturalmente e confiantes"

Filhos
Somos pontes
entre eles e os céus⁠.
Cuide com Amor e lei .
Isso basta e interessa!
Forme gente de bem ,
Isso vale a pena, e presta!
O resto a vida cuida
de completar a festa!

O nosso amor pela Matemática deve ser tão profundo quanto o amor que une pais e filhos. A Matemática acompanha-nos desde o primeiro instante da existência humana, antes mesmo do nascimento. Após a fecundação, recorremos ao cálculo para estimar o tempo de gestação, acompanhar o atraso do período e contar, semana após semana, o desenvolvimento do bebé até à chegada da 40.ª semana, o momento esperado do nascimento.


Quando a vida começa fora do ventre materno, a Matemática continua presente. Medimos o peso, a estatura e acompanhamos o crescimento através de controlos semanais, mensais, bimestrais, semestrais e anuais. Cada medida representa uma informação que permite compreender o desenvolvimento e garantir melhores condições para a evolução do ser humano.


Ao longo da vida, a Matemática permanece como uma companheira silenciosa. Observamos o crescimento através de números, avaliamos as transformações do corpo por meio de medidas e compreendemos diferentes fases da existência através de dados que nos ajudam a interpretar a realidade.


Aos 18 anos, um simples número marca uma nova etapa da vida: a maioridade, simbolizando autonomia, responsabilidade e a capacidade de conduzir a própria existência. Esta fase exige racionalidade, lógica e pensamento crítico, elementos fundamentais da Matemática, cuja essência está na resolução de problemas do contexto real, na tomada de decisões conscientes e na procura de soluções para os desafios da vida.


Mesmo no fim da vida, a Matemática ainda se faz presente. A estatura, uma das medidas que acompanhou o nosso crescimento, torna-se uma referência para determinar o tamanho da última morada do nosso corpo.


Assim, a Matemática é como os nossos pais: recebe-nos desde o início da nossa jornada, acompanha o nosso desenvolvimento, ajuda-nos a crescer, compreender o mundo, resolver problemas e enfrentar os desafios da existência. Ela não é apenas uma ciência dos números; é uma linguagem universal que revela, organiza e interpreta a história da nossa própria vida. (FURUCUTO, P. D., 2026)

"Se todos cuidassem e educassem seus filhos com amor, respeito e responsabilidade, este mundo seria um lugar melhor."

Manter a casa limpa e organizada é um ato de amor e uma lição de dignidade para os nossos filhos. ✨👶