Amor pela Escola

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Ah, meu amor. Bom dia, minha vida! O dia amanheceu mais uma vez, e estou aqui te enviando essa mensagem para lhe dizer que amo saber que a luz tão grandiosa que está invadindo meu quarto pela janela também está, ao mesmo tempo, entrando no seu e iluminando nossas vidas. TE AMO!

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Martha Medeiros

Nota: Trecho da crônica "O Medo do Amor" de Martha Medeiros: Link

A calmaria de um amor é assim: gera desconforto a quem não tem.

"Quem fala de Amor não ama verdadeiramente: talvez deseje, talvez possua, talvez esteja realizando uma óptima obra literária, mas realmente não ama; só a conquista do vulgar é pelo vulgar apregoado aos quatro ventos; quando se ama, em silêncio se ama"

Eu não conheço a palavra fim.
Fim do amor, fim da amizade,
fim da felicidade. Eu conheço
o fim da tristeza, o fim da corrupção,
o fim da mentira. Eu sou do começo:
do começo de uma outra história
do começo de mais amor do começo
de uma vida nova.

A fantástica busca do amor acaba, quando te encontro e me encontro ao mesmo tempo.

Há um grande amor que é a mais perfeita forma de sabedoria: amar em outrem a sua própria beleza.

Libera-me

"Livrai-me, Senhor
De tudo o que for
Vazio de amor.

Que nunca me espere
Quem bem não me quer

Livrai-me também
De quem me detém
E graça não tem.

E mais de quem não
Possui nem um grão
De imaginação."

Finá de ato
Adispôs de tanto amor
De tanto cheiro cheiroso
De tanto beijo gostoso, nós briguemos
Foi uma briga fatá; eu disse: cabou-se!
Ele disse; cabou-se!
E nós dois fiquemos mudo, sem vontade de falá.
Xinguemos, sim, nós se xinguemos

Como se pode axingá:

-Ô, mandinga de sapo seco!
_Ô, baba de cururu!
_Tu fica no Norte
Que eu vô pru sul
Não quero te ver nem pintado de carvão
Lá no fundo do quintá
E se eu contigo sonhar
Acordo e rezo o Creio em Deus Pai
Pru modi não me assombrá.
É... o Brasil é muito grande
Bem pode nos separar!

Eu engoli um salucio
Ele, engoliu bem uns quatro.
Larguemo o pé pelo mato
Passou-se tantos tempo
Que nem é bom recordar...

Onti, nós se encontremus
Nenhum tentou disfarçá
Eu parti pra riba dele
Cum fogo aceso nu oiá
Que se num fosse um cabra de osso
Tava aqui dois pedaço.

Foi tanto cheiro cheiroso...
Foi tanto beijo gostoso...
Antonce nós si alembremos
O Brasil... é tão pequeno
Nem pode nos separa!

Baby, tire um tempo pra você, o amor
irá encontrá- la.

MÁSCARAS
A Colombina:
Não! Não me compreendeis... Ouvi, atentos, pois meu amor se compõe do amor de todos dois... Hesitante, entre vós, o coração balanço:


A Arlequim:

O teu beijo é tão quente...

A Pierrot:

O teu sonho é tão manso...

Pudesse eu repartir-me e encontrar minha calma dando a Arlequim meu corpo e a Pierrot a minh’alma! Quando tenho Arlequim, quero Pierrot tristonho, pois um dá-me o prazer, o outro dá-me o sonho!
Nessa duplicidade o amor todo se encerra: um me fala do céu... outro fala da terra!
Eu amo, porque amar é variar, e em verdade toda a razão do amor está na variedade...
Penso que morreria o desejo da gente, se Arlequim e Pierrot fossem um ser somente,
porque a história do amor pode escrever-se assim:

PIERROT
Um sonho de Pierrot...

ARLEQUIM

E um beijo de Arlequim!

De todas as histórias de amor que já vi, nunca vi uma com o significado tão forte como tem o nosso amor.

Distância do Amor

Me viciei na tua fala
Seu sorriso me deixa em paz
Seu corpo me seduz
E mesmo sem nunca tê-lo tocado
Eu quero cada vez mais
E a vida segue sem eu te encontrar
Porém meus sonhos jamais poderão se estagnar
Enquanto nossos pensamentos estiverem conectados
Nossos corpos estarão aquecidos Mesmo longe um do outro
E nossa confiança não esfriará
Enquanto nosso amor for quente
Pra aguentar esse lonjura que nos afasta sem nossa permissão.

❝ ... desejo que hoje o amor em seu coração prevaleça ... que haja tolerância ... leveza e serenidade ... que a razão te abrace com humildade ... e que os seus olhos possam refletir toda paz que habita sua alma ... ❞

Eterno nada é, posso dizer
Mas eu vou fazer o possível pro nosso amor ser.

Nossas vidas se separaram num trecho sem retorno e aquele amor não pode mais vencer a força do desencontro. Porque agora ele diz te amo pra ela. E eu me esforço pra gostar pelo menos um pouquinho de alguma outra coisa que não seja ele. E se antes eu queria outra resposta, agora não quero mais ouvir nada. Não quero esperar mais nada. Não quero saber mais nada. Nada. É isso que eu quero dele. Pra sempre.

Olha nos meus olhos...

O amor surge assim, diferente da paixão que é rápida e passageira, ele surge devagar e com o tempo só aumenta.
Quando amamos, somos capazes de guardar segredos e sentimentos que nos sufocam, apenas para garantir que teremos sempre aquele sorriso charmoso e sincero que nos faz delirar.
Quando amamos, ignoramos nossos sentimentos, e tudo só faz sentido se o amado estiver contente.
Somos cautelosos em revelar nosso amor, diferente da paixão, que é capaz de acender um letreiro pra chamar atenção, o amor é cauteloso... damos pistas, indiretas, olhares, sorrisos, fazemos charme, na esperança de ser notada.
Quando isso não acontece, nos sentimos frustradas, tristes, desanimadas, perdidas, confusas, mas bem lá no fundo, o coração não desiste, ele ainda espera e acredita que o amor surgirá um dia.
Enquanto isso, nosso olhar vaga e profundo, penetra nos olhos do amado, na esperança de desvendar o que de nós foi oculto, e sobrevivemos admirando o carisma, o sorriso, o cuidado e tudo que há de belo no amado, que não nos foi permitido desfrutar, e que um diam alguém poderá levar de nós para sempre, e essa é a parte mais dolorida, ver nosso amor realizar-se com o amor de outra vida.
E assim seguimos, conformadas... ou não! Esperançosas... ou não! Mas lá no fundo, bem lá no fundo dos olhos está escrito, esperando apenas que você note: AMO VOCÊ!

Saudade... é a solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já.
Saudade é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida! Saudade é sentir que existe o que não existe mais!

Aguinaldo Silva

Nota: Trecho de fala de um personagem da novela Fera Ferida, de Aguinaldo Silva. Muitas vezes atribuído de forma errônea a Pablo Neruda.

...Mais

O Amor é igual ao rio, prolonga seu percurso com curvas só para tornar mais belo o encontro com o mar.

Eu não sabia que a saudade incomodava, que o amor era tanto e que a vida doía.
Não sabia que a mágoa machucava, que a lembrança desbotava e que a aspereza enrugava.
Eu não sabia que o caminho era longo, que as pedras incomodavam e as curvas confundiam.
Eu não sabia que o silêncio torturava, o desejo salivava e a distância traria o esquecimento. Também não sabia que a ironia maltratava e que em todos os tempos o fingimento não tinha graça nenhuma.
Eu não sabia que a preocupação esquentava a cabeça, que a noite se afeiçoava com a solidão. Eu desconhecia sobre os interesses fúteis como praga que contaminava os dias. Isso eu não sabia.
Eu não sabia que o choro era sinal de fraqueza. Pensei que arejava a alma, em algumas situações. Não sabia que as mães eram heroínas, mesmo que os filhos nem se deem conta disso, nem que os pais fazem um esforço danado para parecem certos o tempo todo com seus sermões quilométricos.
Eu não sabia que a alma fica doente e o corpo padece com isso. Que o coração é lugar para dúvidas e a razão nunca é obediente.
Eu desconhecia o sofrimento como escada para a felicidade, que o medo fragilizava e que havia um abismo entre o sonho e a realização.
Eu não sabia que o universo conspira a favor de quem faz a sua parte. Que sorte é quase uma fábula e que o discurso só funciona quando é resultado de uma prática.
Não sabia que era preciso tanto esforço para viver em um mundo contraditório.