Amor pela Escola

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“Carpe diem...”


Já amei por acreditar na reciprocidade do amor...
Hoje, amo sem precisar de certezas...
Não tenho medo do talvez... Nada espero, nem mesmo amor...
Amo simplesmente porque me faz bem te amar...
Não importa que eu nunca desvende o mistério do teu silêncio,
O que há em mim é maior que eu, maior que minhas próprias crenças...
Como não dizer que te amo?
Eu te amo! E como te amo...
E a este amor incerto, pelo silêncio que nele habita
E não por outro motivo qualquer,
Quero deixar a clareza do que sinto,
E a certeza que nada espero, marcando em mim,
Na minha pele, o eterno...
E se um dia, tudo ou nada nos acontecer,
Não importa...
Não importa que tenha sido ilusão...
Eu vivi...
Estou viva!
Por isso, meu pequeno grande amor...
Nada precisas me dizer...
Estás em mim...
E eu, eternamente dentro de você,
E nós, mesclados...
Dentro de um coração,
“Carpe Diem...”

Beija-me com os beijos de tua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho. Suave é o aroma dos teus unguentos, como unguento derramado é o teu nome; por isso, as donzelas te amam.

Salomão
Bíblia Sagrada. Cânticos 1:2-3

Nota: Tradução de João Ferreira de Almeida (Revista e Atualizada)

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MULHER CRISTÃ

Mulher cristã, um instrumento nas mãos de Deus!
Um símbolo de amor para os seus.
Uma professora sem restrições!
Uma coordenadora da sociedade, das nações.
Enigma inesgotável e forte.
A executora de atos nobres de toda sorte
Mulher cristã, a ternura que envolve a criança,
Que envolve a vida do jovem com segurança,
Que orienta os passos do jovem com seu exemplo,
Que acompanha o adulto e o leva ao templo.
É a base da célula-mater da sociedade.
É a heroína que sabe adornar a felicidade.
Mulher cristã é aquela que ensina o filho a orar.
É aquela que ameniza no mundo a chorar.
É aquela que não tem limitação!
É aquela que a todos dá atenção!
É aquela que contribui para o perdão.
É aquela que para tudo é a própria lição.
Mulher cristã é um título de extrema honra sincera
É o símbolo de toda cultura na terra.
É o conceito mais alto da feminilidade.
É a mola mestra do mundo!
É o símbolo de felicidade.
Mulher cristã não tem distinção de raça,
classe social ou cor.
ELA crê em DEUS,
n'Ele vê o verdadeiro amor.

Vontade de fazer amor com sua alma
Despir seus medos
Alcançar o céu da sua boca
E me jogar dentro do teu prazer
Correr os limites do teu corpo
Cavalgar pela madrugada à dentro
Pelos caminhos que o amor me levar...

O oposto do amor não é nenhum ódio, é a indiferença. O oposto de arte não é a feiura, é a indiferença. O oposto de fé não é nenhuma heresia, é a indiferença. E o oposto da vida não é a morte, é a indiferença.

Elie Wiesel
US News & World Report, 27 de outubro de 1986

Quanto ao amor por outra pessoa, sou radical: ou é tudo ou é nada, não aceito migalhas. Ninguém merece ser amado pela metade...

Sejas ambicioso, busques sempre a felicidade, lambuze-se de amor, de paz interior e transborde-se de DEUS em seu coração.

Poeta Nordestino!

Tem poeta de sul a norte
que falam de amor e paz
uns que até rimam na sorte
outros que o verso é voraz
só nunca li cordel tão forte
como que o nordestino faz.

Temer ser traído é não confiar no amor. Na minha opinião, a única vítima nessa situação é a pessoa que trai, pois quem trai um amor, trai a si mesmo.

Conquiste 1 Um Coração,Pra depois Você Conquistar Um Amor.E Valorizar esse Amor .Que um Dia Você Conquistou...

Viva a harmonia! O amor faz um bem enorme ao coração e a nossa alma. Compartilhe esperança e fé. Acredite e confie, o importante é ser feliz!

⁠Livra-me ó Deus do amor idolátrico a qualquer criatura. Livra-me de tal afeição cega.

O amor é como uma lâmina afiada. Quando mais você se agarra a ela, mais dolorosa e profunda é a ferida.
(Xi Men Yan)

Amor Verdadeiro,
Amor sem palavras
Que chega sem Medo
Que não se Acaba

Deus Abençoe todo esse Amor
Que seja Lindo em Teu Coração
Porque Em Mim
Eu sei... Amo Você.

O amor constrói. Gostarmos de alguém, mesmo quando estamos parados durante o tempo de dormir, é como fazer prédios ou cozinhar para mesas de mil lugares.

Valter Hugo Mãe
O paraíso são os outros

Porque é um ato de coragem, nunca de medo, o amor é compromisso com os homens.

Paulo Freire
Pedagogia do Oprimido

⁠Cores de um Amor Transbordante

Em terra caída, cai de amores. Feito tela pintada à mão, em tons de azul e rosa, o amor transbordou através dos meus olhos e fez de cais meu coração.

Cada toque da vida, cada nuance do sentimento, pinta no meu peito uma obra única. O amor não se limita a um único traço, ele se espalha, se funde, se torna infinito como a combinação perfeita entre as cores do céu e da terra.

Nas cores que o amor me oferece, vejo a beleza de um coração que se entrega sem medo, que se permite fluir como tinta sobre uma tela que nunca foi tão viva. O que é o amor, senão um retrato de quem somos, pintado com os tons que mais ressoam na alma?

Cada movimento do coração é uma pincelada que a vida faz, e em cada cor, vejo o quanto posso me perder para depois me encontrar.

⁠Deixe Que o Amor Transborde

Deixe que o amor transborde,
como um rio que não tem fim,
pintando a vida de cores
que o coração nunca viu assim.

Deixe que cada gesto seja um traço,
cada palavra, uma cor no ar,
pinte a alma com o abraço
que só o amor sabe entregar.

Não tema as tintas que se espalham,
não tenha medo de se perder,
pois só quando o amor transborda
é que podemos realmente entender.

Deixe que o amor transborde,
sem medo, sem pressa de parar,
ele vai colorir os caminhos,
e ensinar a beleza de amar.

⁠O Amor Como Se Revela Para Mim

O amor, para mim, é uma dança silenciosa entre duas almas, onde cada movimento é uma entrega, um entendimento que não precisa de palavras. Ele é um espaço de acolhimento, onde podemos ser inteiros e, ao mesmo tempo, aprender a nos desintegrar nas pequenas partes que nos fazem humanos. É aquele laço invisível que une, mas não aprisiona. É a liberdade de ser, com a segurança de pertencer.

Amar é estar. É cuidar. É perceber o outro nos gestos mais sutis e, ainda assim, enxergar grandeza neles. Porque o amor se revela naquilo que muitos poderiam considerar pequeno, mas que, para mim, são declarações inteiras:
"Deixa que eu resolvo."
"Eu cuido."
"Tô indo aí."

O amor também precisa ser dito. Ele se manifesta no toque, no olhar que sustenta, mas também na palavra que acolhe. Há amor no que é sussurrado ao vento, no que se ecoa no silêncio, no que se escreve para que permaneça. Mas o amor não se limita ao que se fala, ele vive no que se faz. Está no ato de estar perto sem necessidade de presença constante, no tempo dedicado sem ser cobrado, no abraço que cura sem que precise ser pedido.

O amor não pede mudança, mas naturalmente nos ajustamos ao outro porque queremos caber ali, porque o pertencimento não é imposição, mas um desejo que brota de dentro. E, assim, sem que haja perda, há encontro. Um encontro onde cada um pode ser por inteiro, mas também se permitir ser moldado pelo outro, não por necessidade, mas por vontade de caminhar junto.

E o amor, quando é genuíno, não exige. Ele é. Ele transborda sem esforço, se reflete nas ações e nas palavras, no que se doa e no que se recebe. O amor é esse cuidado que não pesa, essa presença que não sufoca, esse elo que não prende, mas sustenta.

Porque o amor, para mim, é isso: um sentir que não se mede, mas que se reconhece em cada detalhe.

O amor, um encontro de presença, cuidado e pertencimento.

Houve um tempo em que o amor atravessava estradas de terra, mares e continentes dentro de um envelope.


As palavras eram escritas à mão, carregando a inclinação da letra, a força do traço, as pausas do pensamento. Algumas cartas levavam perfume. Outras, uma flor prensada entre as páginas. Quase todas levavam saudade.


Quem escrevia não tinha a certeza da resposta. Esperava dias, semanas, às vezes meses. E, ainda assim, escrevia.


Talvez porque o sentimento viesse antes da comunicação.


Hoje, carregamos o mundo inteiro na palma da mão. Uma mensagem atravessa oceanos em segundos. Vemos quando a pessoa está online, quando digitou, quando visualizou. Nunca foi tão fácil chegar até alguém.


E, no entanto, nunca pareceu tão difícil alcançar uma alma.


Falamos com muitas pessoas ao mesmo tempo, mas raramente permanecemos em alguma conversa tempo suficiente para que ela crie raízes. Colecionamos contatos, curtidas, notificações e distrações. Estamos conectados por sinais invisíveis, mas separados por muralhas emocionais cada vez mais altas.


Vivemos uma época estranha, onde demonstrar interesse pode parecer excesso. Onde responder rápido pode ser interpretado como carência. Onde sentir muito assusta. Onde a sinceridade, tantas vezes, é substituída por estratégias.


Chamam de maturidade emocional aquilo que, por vezes, é apenas medo de se entregar.


Então me pergunto: o que movia aquelas cartas?


Não era o papel.
Não era a tinta.
Não era o perfume.
Era o sentimento que transbordava antes de se tornar manuscrito.


As palavras apenas encontravam uma forma de existir.
Hoje, para onde vai esse transbordamento?


Para onde vai o amor de quem deseja conversar sem calcular o tempo da resposta? De quem sente saudade sem orgulho? De quem gostaria de dizer "gosto de você" sem receio de parecer demais?


Talvez o problema não seja a tecnologia.
Talvez o problema seja que aprendemos a nos proteger tão bem que esquecemos como nos revelar.


E, enquanto inventamos jogos para não parecer interessados, acabamos perdendo justamente aquilo que mais procuramos: alguém diante de quem não seja necessário jogar.
Não acredito que este seja o fim das relações verdadeiras.


Mas acredito que elas se tornaram um ato de coragem.
Porque, em um mundo que ensina a esconder sentimentos, amar continua sendo a arte de deixá-los aparecer.