Amor não se Pede
A decepção não vem das pessoas as quais gostamos, mas, sim, de expectativas criadas por nós mesmo em cima delas.
Te olhar me trás esperança, me trás alegria, vontade de vencer...o que seria o luar sem as estrelas.
Uma nova oportunidade de ser feliz. Uma semana linda que se inicia, que seja abençoada de muitas realizações, que seja intensa em alegrias e paz, que haja muita humildade e harmonia em nossos corações. Força e fé para as grandes superações. Que sejam assim todos os nossos dias!
Lá vinha ela!
Vindo sempre,
seduzindo.
Vestido vermelho,
de um tom
meio tinto...
Decote forte,
mas nela,
distinto.
Em suas mãos,
duas taças
e um tinto.
Mulher....tantas qualidades...infinitos sentimentos concentrados em um só ser.....sensibilidade e força espelham a sua alma....
Todos os dias são seus....as horas....os minutos.....a eternidade...
Impossível não ser perdidamente apaixonado por ti....
Deus pensou em cada detalhe do seu esplendor... te fez anjo... te fez amor...te fez essencial para a vida....
eu....humilde escravo da sua magnitude lhe saúdo por tudo que és ..por tudo que fazes por minha vida.... por ser minha essência de viver....
mulher....existe palavra mais doce de se pronunciar?
apenas posso dizer que amo .... que todos os seus dias sejam de delicadezas....carinho....e amor....
Atenciosamente a você mulher
Parecia que queria me dar o mundo! Ele só não entendia que já tinha feito isso quando disse que me amava pela primeira vez.
Não vale a pena corre atrás de quem não te da valor, sei que queria esta com ele pra sempre, mais o destino vai te fazer seguir em frente.
CLADISSA - ROMANCE. N° 59.
LIVRO - 59
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"CAPÍTULO VI"
"A DIGNIDADE ENTRE A TERRA E O OLHAR"
A Úmbria do século XI não era apenas geografia. Era estrutura feudal, era hierarquia sacramentada, era ordem imposta sob o duplo jugo da espada e do altar. Após a fragmentação do poder carolíngio, as pequenas senhorias tornaram-se centros autônomos de comando, onde a vida camponesa se submetia à lógica da dependência e da proteção. Naquele contexto, a mulher sem linhagem era invisível aos registros, mas não aos olhares.
Cladissa caminhava pelos campos como quem carrega não apenas feixes de trigo, mas o peso de uma condição social irreversível. Órfã de camponeses, destituída de dote, alheia às alianças matrimoniais que sustentavam a economia feudal, ela não possuía moeda de troca. Ainda assim, despertava investidas.
A razão não residia na posse, mas na presença.
A mentalidade medieval compreendia a mulher sob três categorias recorrentes, a virgem, a esposa, a pecadora. Tal tripartição, difundida pela teologia latina e consolidada na cultura eclesiástica do período, formava o horizonte moral da época. A autoridade espiritual exercida por centros como a Abadia de Monte Cassino, sob influência da tradição beneditina fundada por São Bento de Núrsia, impregnava o imaginário com uma disciplina que exaltava o silêncio e a submissão.
Mas havia outra força. A política.
A região da Úmbria encontrava-se sob disputas constantes entre a autoridade imperial do Henrique IV e o poder papal de Gregório VII, cujo conflito culminaria na chamada Querela das Investiduras. O poder era tensão. A tensão infiltrava-se nas aldeias. Onde há instabilidade, há oportunismo.
Cladissa representava algo raro. Beleza associada à altivez moral. Não era a sedução vulgar das feiras itinerantes, nem o riso fácil das tavernas. Era compostura. Em uma sociedade rigidamente estratificada, a dignidade em corpo pobre provoca inquietação. Ela não se inclinava além do necessário. Não oferecia palavras supérfluas. Não solicitava proteção. Isso bastava para despertar desejo e desafio.
Os jovens escudeiros viam nela a possibilidade de conquista. Para eles, a mulher sem tutela masculina constituía território disponível. Alguns pequenos proprietários a percebiam como eventual concubina útil. Havia também homens sinceros, que a observavam com respeito contido, temerosos de aproximar-se por não possuírem recursos para elevá-la socialmente.
A estrutura feudal operava sob pactos. Casamento era contrato econômico. Amor era luxo. Uma camponesa órfã, ainda que virtuosa, raramente ascendia sem mediação clerical ou proteção senhorial. No entanto, a história demonstra que períodos de transição institucional abrem fissuras nas hierarquias. A instabilidade do império, as tensões entre Roma e os príncipes germânicos, o enfraquecimento de determinadas casas locais criavam margens de mobilidade inesperada.
Cladissa não compreendia os tratados políticos, mas percebia as mudanças no ar. Mais soldados cruzavam as estradas. Mensageiros passavam com pressa. Homens discutiam tributos nas portas das igrejas.
Ela sentia que algo maior movia-se.
Seu silêncio não era ignorância. Era prudência.
No interior da pequena igreja rural, sob afrescos já desbotados pelo tempo, Cladissa ajoelhava-se não por submissão servil, mas por convicção íntima. A fé medieval era simultaneamente temor e esperança. O sermão falava de culpa, de pecado, de vigilância. Contudo, para ela, Deus era abrigo. Não ameaça.
Essa distinção interior tornava-a ainda mais singular.
Entre a terra que lhe sujava as mãos e o olhar que lhe sondava o destino, Cladissa começava a compreender que a verdadeira herança não era dote nem brasão, mas caráter. Em uma era onde o sangue definia o valor, ela intuía que a nobreza podia nascer da conduta.
Os campos permaneciam os mesmos. As muralhas continuavam erguidas. A ordem social não se alterara visivelmente.
Mas dentro dela, algo se consolidava.
E quando a dignidade de uma mulher enraíza-se na própria consciência, nenhuma estrutura feudal consegue mantê-la para sempre confinada ao chão que pisa.
Acho que foi em 1993. Numa entrevista _ histórica_ pra MTV, Renato Russo disse a Zeca Camargo que achava lealdade mais importante que fidelidade. Eu era menina, mas lembro que gravei a entrevista numa fita VHS e revi inúmeras vezes, me intrigando sempre nessa parte.
Eu entendia pouco acerca do amor, dos afetos, da durabilidade das relações. Mas Renato Russo me influenciava _ numa época em que meu pensamento ainda estava sendo moldado_ e eu tentava, imaturamente, entender aquela declaração.
Isso foi há vinte anos. De lá pra cá, relações se construíram e desconstruíram na minha frente. E vivendo minha própria experiência, finalmente consigo entender, e de certa forma concordar, com Renato Russo.
A fidelidade é permeada por regras, obrigações, compromisso. É conexão com fio, em que te dou uma ponta e fico com a outra. Assim, ficamos ligados mas temos que manter a vigília para o fio não escapar e nosso aparelho não desligar. Já a lealdade_ permeada pelo vínculo, vontade e emoção_ é o pacto que se firma não por valores morais, e sim emocionais. É conexão "wi-fi: fidelidade sem fio", que faz com que eu permaneça unida a você independente da existência de condutores ou contratos. Permaneço em pleno funcionamento por convicções permanentes e duradouras, invisíveis aos olhos.
Amor nenhum se atualiza sozinho. O tempo passa, a gente muda, o amor modifica. E nessa evolução toda, a única tecla capaz de atualizar e permitir a duração do amor, é a tecla da lealdade. É ela que conta ao outro que estou mudando, que não gosto mais daquele apelido, ou que aquela mania de encostar os pés gelados em mim embaixo do cobertor ficou chata. É ela que diz que eu gosto tanto do seu cabelo jogado na testa, por que é que não deixa sempre assim? Ou que traduz que tenho medo de te perder, mas ainda assim preciso lhe contar que na época da faculdade usei drogas, pratiquei magia ou fiz um aborto. É ela que permite que coisas ruins ou não tão bonitas encontrem um refúgio, um lugar seguro onde possam descansar em paz.
É ela que faz o amor se atualizar e durar...
Lealdade é não precisar solicitar conexão. É conectar-se sem demora, reservas ou desconfianças. É compartilhar a senha da própria vida, com tudo de bom e ruim que lhe coube até aqui.
Leal é quem conhece as fraquezas, revezes, tombos e dificuldades do outro e não usa isso como álibi na hora da desavença; ao contrário, suporta sua imperfeição e o ajuda a se levantar.
Leal é quem lhe defende na sua ausência.
É quem prepara seu terreno, se preocupa com sua dor, antecipa a cura;
Leal é aquele que é fiel por opção, atento ao amor que possui, zeloso com o próprio coração;
É quem não omite o próprio descontentamento, mas aponta o que pode ser feito pra não se perder...
Então sim, eu concordo com Renato Russo e acho que deslealdade separa mais que infidelidade. Pois não adianta não trair por fora, se traio o amor por dentro. Se tenho medo de arriscar e polpo meu afeto de se conhecer por inteiro; se não tolero meu caos e vivo uma mentira imaculada. Se não absolvo minha história nem perdoo meu enredo, desejando fazer dele uma fábula fantasiosa aos olhos de quem amo. Se contrario minha vontade e disposição e omito minhas intolerâncias pra não ferir _ me afastando silenciosa e gradativamente até a ruptura. Se me apresento por partes_ as melhores ficam aparentes, as nem tanto eu omito_ e não permito ser conhecido.
Finalmente, se não confio a ponto de compartilhar a poltrona do carona_ ao meu lado_ reservando apenas o banco de trás ( e olhe lá!) à minha companhia nessa viagem...
Eu te amo...
Para alguns ouvir essas palavras é sinônimo de alegria, para outros é sinônimo de ilusão, tem uns que consideram como um sentimento não correspondido, existem outros que essas 3 palavras lhe causam um medo gigante, ainda para outros uma imensa paz, também tem uns que ela não significam mais nada, porque já tiveram significados, mas cada pessoa que passou pela sua vida vez esta pessoa fez ela mudar de opinião, além disso, cada decepção que ela teve fez essas palavras que eram tão coloridas se tornarem mais uma frase cinza.
Eu te amo, 3 palavras que separadas, não tem muito poder, mas quando se juntam em uma única frase tem o poder de mudar a vida inteira de alguém, na maioria das vezes pra melhor, mas algumas vezes pra pior.
“” O silêncio parece refúgio,
Quando a alma teima em gritar
E mesmo calado
O grito é apenas um eco do desejar
É só uma esperança que tudo dê certo...””
Nunca teria se permitido, nem em um milhão de anos, escolhê-la como esposa. Ela era perigosa demais para sua paz de espírito.
Lembranças são como passaportes que nos permitem viajar na máquina do tempo para reencontrar pessoas e reviver momentos. Na bagagem, levamos a mesma saudade.
Não me diga o que espera de mim, não me fale como agir ou condene meu jeito de ser. Posso ouvir seu ponto de vista, agradecer por seus conselhos, verdadeiramente me comover por sua preocupação... Mas por favor não me entenda mal, escolho seguir meu coração.
Aprendi que a vida é muito curta para vivermos com base no que pensam de nós, e que cada segundo que vivemos para agradar os outros, converte-se em momentos que estamos deixando de viver. Em meu caminho, o sorriso é sincero, o sentimento é puro e meu coração está aberto, para te aceitar como és... portanto, só tenho algo a pedir, que mesmo que não me compreenda, não me julgue. Mostre-me que realmente se importa. Apenas respeitando-me e aceitando que sou como sou...
Pareci bobagem mas quanto vale um incentivo? Quanto vale um, "Eu acredito em você"? Talvez não necessariamente o peso das palavras por que já dizia a banda Extreme, "more than words", palavras são só palavras, muitas vezes são ditas facilmente da boca pra fora. Mas quanto vale ter alguém que realmente acredite que seus sonhos por mais loucos que pareçam pode sim se tornar realidade.
Acredite nas pessoas, incentive, as motive, tenha paciência e dedicação, um "Eu acredito"ou "Você vai longe" tem uma força e um poder inimaginável, isso faz a diferença na vida de qualquer um.
O que é impossível quando existe alguém do seu lado dizendo, "Vai lá você consegue"? Nada.
...MAS MESMO QUE TODOS DIGAM QUE VOCÊ É UM LOUCO, QUE ANDA SONHANDO ACORDADO, NÃO DESISTA DOS SEUS SONHOS POR ISSO. LOUCURA MAIOR É VIVER SEM SONHAR...
