Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
A diversidade promove a tolerância. Quando você não encontra pessoas diferentes, não percebe coisas, não percebe o quanto tem em comum com elas.
Triste de quem se acha dono de alguém...
As pessoas têm sentimentos, constroem relações, criam laços...mas ninguém pertence a ninguém, a não ser a si próprio.
"Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas? Isso só aconteceu uma vez, e Ele se ofereceu voluntariamente."
De verdade! Eu não ligo pro que as pessoas dizem de mim, provavelmente quem fala é quem tem inveja e não tem os mesmos valores que eu. Desculpa te decepcionar, mas não sou espelho pra refletir o que você fala.
É certo que algumas pessoas são invasivas ao ponto de nos decepcionarem as vezes, com palavras fúteis, sentimentos mentirosos, e enganos, mas tenho algo em mim, que ninguém entra na casa do outro se a porta estiver fechada , nem mesmo o amor . Sentimento ou pessoas só invadem a vida da gente se permitirmos, ninguém pode forçar você a gostar, amar, sentir, ter afinidades a não ser você mesmo. Podemos dizer sim ou não, abrir ou fechar a porta, e muitas vezes por um leve descuido nos deixamos levar por algo que mal conhecemos por confiarmos em nossa própria razão.Aprendo a cada dia que o ser humano é uma mistura de comportamentos e nem sempre esta disposto a ser verdadeiro, honesto e amigo.É preciso guardarmos nosso coração , e discernirmos ao certo quem merece descobri lo , há segredos em nós que não cabe a qualquer um conhecê lo...
Certamente os cristãos que leem a bíblia deveriam ser as últimas pessoas na Terra a dar lugar a histeria.
Eu conheço pessoas pobres que, apesar de tudo, distribuem sorrisos.
Eu conheço pessoas ricas, que dividem seu pão.
Eu conheço pessoas que sofrem, que apesar de tudo, comunicam alegria.
Eu conheço pessoas incompreendidas , que sabem compreender.
Eu conheço pessoas pacíficas, que caminham levando a paz.
Eu conheço pessoas sábias, que levam o entendimento a toda parte.
Eu conheço pessoas bondosas, que a todos têm o que dar.
Eu conheço pessoas injustiçadas que souberam perdoar.
Eu conheço essas pessoas, seu segredo é amar.
Pra que complicar a vida? Ame a si mesmo, respeite as pessoas, viva cada dia como se fosse o último, não perca a oportunidade de dizer eu te amo, distribua carinho, afeto, amizade. Não seja hipócrita. Vá em frente mesmo que digam que você é um louco, insano... Acredite no seu potencial. Não seja vítima, mas o dono de suas ações. Tenha fé em Deus e paz espírito. Conte de um até o infinito antes de dizer qualquer coisa para alguém porque a palavra é a melhor e a pior arma, se interpretada ou dita de forma contrária. Enfim, estude! Porque o conhecimento ninguém tira de você.
Há pessoas que confundem grosseria com sinceridade, pelo fato de esquecerem que a sinceridade tem consigo o bom senso!
O Abismo do Sentir
Será que o verdadeiro temor das pessoas em se conectar com alguém que tem depressão ou transtornos emocionais é apenas a incapacidade de saber o que fazer? Ou talvez seja algo mais profundo: o medo de mergulhar em territórios extraordinários, onde o sentir é avassalador e pleno?
Quem sente em excesso carrega uma consciência afiada, uma percepção quase divina — refletindo sobre tudo e todos, tocando o invisível que outros ignoram. Mas essa profundidade também pesa. E, sendo humanos, não compreendemos completamente essa intensidade, que nos faz constantemente julgar nossas falhas, buscando desesperadamente acertar.
Queremos seguir a vontade de Deus, amar e compreender a humanidade, mas acabamos nos perdendo de nós mesmos. Questionamos nossas fraquezas e nos culpamos por não sermos melhores para nós, para os outros e, principalmente, para Deus. Esse fardo, essa culpa silenciosa, vai além do sofrimento emocional: é a dúvida que dilacera a fé, a existência e o amor divino.
E talvez seja isso que as pessoas temem ao se aproximar: perceber que há um abismo dentro delas também, onde a fragilidade humana encontra a necessidade incessante de redenção
O Equívoco das Aparências
Por que as pessoas acreditam que nossas incapacidades — sejam físicas, emocionais ou mentais — são sinônimo de falta de talento, de inteligência, de perspectiva, de fé ou de coragem?
Por que reduzem nossas pausas à preguiça, nossos silêncios à fraqueza, nossas ausências à desistência?
Vivemos em uma sociedade que só reconhece o que é visível.
Mas o que dói em nós não se mostra em fotos.
E o que lutamos para suportar não se mede em produtividade.
Às vezes estamos apenas temporariamente em órbita de nós mesmos, tentando nos reencontrar, tentando sobreviver à própria mente.
Por fora, parece distância.
Por dentro, há excesso.
Um turbilhão de presenças, lembranças, vozes, dores, pensamentos — tudo pulsando ao mesmo tempo.
É exaustivo existir assim.
Mas o mundo julga pela aparência.
Se você está bonito, é porque está bem.
Se sorri, é porque superou.
Se se cala, é porque não quer ajuda.
Ninguém imagina o peso que é segurar um sorriso para não preocupar, ou o cansaço de parecer forte quando mal se consegue levantar.
O que muitos chamam de fraqueza é, na verdade, resistência.
E o que chamam de afastamento, é apenas o corpo pedindo descanso — a alma implorando por silêncio.
Nem tudo o que parece ausência é vazio.
Há quem esteja quieto demais por sentir tudo ao mesmo tempo.
Deus me enviou pessoas
Eu pedi a Deus, anjos.
E Ele me enviou pessoas.
Eu não sabia pedir ajuda.
Ainda não sei.
Não diretamente, não com palavras.
Mas eu já gritei, de todas as formas possíveis.
Gritei aos céus.
Gritei no meu quarto, trancada, abafada pelos travesseiros.
Gritei com a mão na garganta.
E gritei em silêncio, com o olhar perdido no vazio.
Mas Deus ouviu.
E me enviou pessoas.
Pessoas que eu nem imaginava,
mas que estendem as mãos e apoiam outras vidas,
inclusive a minha.
São poucas, mas conseguem me alcançar.
Cuidam de mim, mesmo sem entender tudo.
E eu… eu não tenho palavras pra agradecer.
Eu queria sorrir, gritar, voar, abraçar.
Dizer o quanto isso me faz bem, o quanto me faz feliz.
Mas ainda não consigo.
Quimicamente, meu corpo não permite.
Estou tão exausta que, às vezes, não consigo nem falar.
Quando elas estão por perto, eu me sinto perdida,
tentando apenas dar conta,
retribuir um pouco do que recebo.
Queria poder devolver o sorriso,
não deixá-las tão preocupadas.
Mas, por dentro, às vezes,
eu ainda estou gritando.
Enquanto olho pra elas,
tentando achar em mim alguma coisa
um sinal de vida,
um recomeço,
um pouco de mi
