Amor entre Almas
Jamais se canse de falar para si mesmo que está bem, e de agradecer por tudo que tem. Quando menos você esperar vai sentir um bem estar que permanecerá em seu íntimo definitivamente.
Sensibilidade é o desejo forte, fortíssimo de que todos tenham em si tais sentimentos: o de não ferir ou machucar, aborrecer ou magoar. O sentimento nato de querer agradar, de amar, ao ponto de tudo fazer para ajudar.
Me dê o tijolo e eu te prometo fazer um castelo inteirinho do jeitinho que caiba sua majestade, meu amor!
Angarie o bem querer para dentro de você. Capture o bem estar por onde você andar. Tudo nessa vida pode apenas somar, para isso, só precisa querer e acreditar.
Há quem queira tornar opaca sua vida. Não se importe. Há quem diga que você não tem os pés no chão. Não dê ouvidos. Mas de verdade o que você tem mesmo, é persistência e amor no coração.
Não sei se é dor ou contentamento, mas pula dentro do peito. Não sei se é desconforto ou anseio. Só sei que dá tontura e calor. E se quero me fechar, mas rápido ainda desejo amar.
A vida nos tira tudo quando as coisas precisam acontecer... ninguém nunca está livre de nada. Tudo pode mudar de uma hora para outra. Sendo assim, demonstre seu amor. Faça fazer valer os seus ideais mais caros. Suas inclinações mais verdadeiras e sensatas. O seu tempo valioso em benefício daqueles que você ama. A vida até pode ter o infinito pela frente. Mas tem uma limitação: Ela não volta!
Gerar um sorriso em outra pessoa nos agrada. Tanto, que sempre nos pegamos tentando fazer quem amamos sorrir. É um agradável circulo feliz vicioso, quanto mais fazemos sorrir mais queremos fazer.
Começa um novo dia. Esse é um motivo para comemorar. Pois somos os passageiros desse tempo. Viemos aprender a amar.
CATEDRAL DA CISÃO INTERIOR.
Há dias em que sou lâmina
há noites em que sou abismo
Em mim a razão constrói altares
logo depois o delírio os incendeia
Penso com rigor antigo
sinto com fúria primitiva
sou ordem que se ajoelha
sou caos que aprende a rezar
A lucidez ergue-se como torre
a vertigem responde como mar
uma promete sentido
a outra exige verdade
Carrego duas coroas invisíveis
uma de espinhos silenciosos
outra de luz que cega
Quando amo sou excesso
quando penso sou ruína
e no centro desse império partido
governo-me sem trono
Ainda assim caminho
pois mesmo dilacerada
a consciência avança
como dor ferida que se recusa a cair.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
