Amor entre Almas
É estranho como os homens tratam vulgarmente as mulheres nas ruas, chamando-as, muitas vezes, por nomes pejorativos, mas basta, por exemplo, se tornarem pais que não se podem sequer olhar para as suas filhas, que já se exaltam.
Por trás de toda menina, de toda mulher existe uma família que a ama infinitamente, que a respeita e que cuida dela como a flor que ela é, pois toda menina, toda mulher é uma flor no jardim da vida.
Será que é necessário termos uma mãe, uma irmã, uma esposa ou uma filha, para que possamos compreender o valor, a graça de termos as mulheres em nossas vidas?
Que possamos ouvir a canção
dos passarinhos
e que a vida floresça a céu aberto,
bela como uma primavera em flor.
Mas não é possível contemplar as flores
ao longo do caminho,
tendo um coração deserto
e vazio de amor.
Toda mulher é uma flor no jardim da vida, cabe-nos o zelo, a contemplação. Não que ela seja frágil, ao contrário, mas como toda flor necessita ser regada, cultivada e amada para que floresça sempre linda, vívida e transbordante de amor.
Perca tudo na vida, só não perca a fé. Porque sem fé não há esperança, sem esperança não há vida...E vida só em Cristo Jesus. (João 14:6 / 10:10)
ORAÇÃO DA FÉ
SANTO E ETERNO DEUS, neste momento de fé e de oração, de joelhos aos vossos pés, clamo ao Deus Vivo, pela vida do teu povo. Senhor, assim como o orvalho da madrugada desce das nuvens do céu e rega terra seca, fazendo reviver a relva do campo, derrama sobre nós as tuas bençãos celestiais, fazendo reflorescer em nossos corações, a fé, o amor, a paz e a esperança. Amém.
Paga-se um preço muito alto por se nascer menina, mas recebe-se de Deus a benção maior, a graça de ser mulher; a missão de ser flor na vida.
Tudo, lá fora, é difícil, mas o ofício da vida é vencer desafios. O vento não guia o navio, apenas lança-o em direção ao mar.
Nós devemos muitas coisas às mulheres, como as nossas vidas, por exemplo, mas o mínimo que nós devemos a elas é RESPEITO.
MEU NORDESTE
Eu nasci lá no nordeste,
poesia é a minha paixão,
serei sempre nordestino
de corpo, alma e coração.
Trago em minha essência,
a dor da minha ausência
e a poeira daquele chão.
Nós, homens, deveríamos reverenciar as mulheres nas ruas:
- POR SUA GRACIOSIDADE E BELEZA; são as flores que dão vida e beleza ao jardim da nossa existência.
- POR SUA IMPORTÂNCIA; são as geradoras, guardiãs e cuidadoras das nossas vidas, isto é, são as “flores da vida”.
- POR SUA DUALIDADE; a sua sensualidade e poder de sedução beiram o sobrenatural, mas seus corpos são sagrados enquanto mães.
- POR SUA FORÇA, CORAGEM E COMPETÊNCIA; são mulheres, mães e excelentes profissionais.
Costumamos chama-las de “o sexo frágil”, mas a palavra “frágil” jamais definiria alguém que suporta a piores dores do mundo, sangra frequentemente e tem uma carga horária de trabalho ininterrupta. Delicadas, talvez,frágeis jamais.
Às vezes, tentam imitá-las, mas como elas, lindas, perfeitas, completas e complexas, somente elas conseguem ser, as mais lindas criaturas da criação divina.
Este mundo não teria GRAÇA sem a GRAÇA feminina.
Sou apenas um poeta, tal qual um jardineiro apaixonado pelas flores que cultiva e que lindamente compõem o jardim da sua vida, a saber, as mulheres.
A FLOR DA VIDA
Ainda lá no jardim do Éden,
uma semente, Deus semeou.
Fez brotar em nosso jardim,
de todas, a mais bela flor.
Por isso, ela é a flor da vida;
em seu ventre, germina o amor.
A ela, não damos o seu valor,
mas o seu poder nos domina,
com a sua beleza de mulher
e os seus encantos de menina.
Devemos a ela, as nossas vidas,
a esta sua centelha divina.
A beleza da alma feminina,
abundante de luz e de bondade,
com as cores da vida e do amor,
colorindo os jardins humanidade,
como foi desde o seu princípio,
assim será, para a eternidade.
Mas a mulher traz, na verdade,
em seu ventre, um solo fecundo,
para florescer o fruto da vida,
em seu ato mais profundo,
a essência do amor de Deus,
que é o amor maior do mundo.
Neste amor, eu me aprofundo,
para descrevê-lo nestes versos,
mas por mais que eu conheça
do amor e da arte que professo,
ela já é o poema mais lindo
do poeta maior do Universo.
Você está vendado.
por um dia,
por um ano,
por toda a vida,
você é meu mundo,
pela religião,
por um dia,
por um ano,
até mesmo por uma nova vida,
o sangue não é compartilhado entre nós.
EU POSSO ESQUECER DO DIA! JAMAIS DO SOL! POSSO TALVEZ ESQUECER DA NOITE! JAMAIS DA LUA! TALVEZ EU ESQUEÇO DA VIDA! MAIS JAMAIS DE VOCE.
"É uma saudade tão minha. Tão
nossa. Tão recheada de histórias. É
uma saudade tão grande, tão
presente, tão constante. É amor que
se eternizou através de carinho, de
sorriso, de passeios, de histórias na
hora de dormir. É amor que ficou
diante do tchau que eu não queria
dar, diante do mundo de sonhos que
imaginei. É uma saudade cheia de
vida, de bons momentos, de carinho
sincero, de felicidade que impulsiona.
É uma saudade de criança que brilha
nos olhos e aperta o coração. É
saudade que não tem fim, que não
dimensiona, que não termina. É a
minha saudade cheia de cor. Cheia
de A M O R!!!!"
Você o ama intensamente, e quer receber o mesmo dele, só que ele não vai saber ser como você, ou mesmo agir, então você tem que esperar e tentar entende-lo pois o ser humano é falho muitas vezes, mais também pode surpreender no momento menos esperado.
A ROSA ESCURA DA DOR.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão. Ano, 2025.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Todos temos dores que não pedem cura, apenas permanência.
Elas florescem no interior como uma rosa que se alimenta do próprio sangue do sentir.
Não gritam. Não suplicam. Apenas se abrem, pétala por pétala, no silêncio mais denso da consciência.
A dor que aqui habita não deseja redenção.
Ela existe como rito, como escolha íntima de quem compreendeu que certos sofrimentos não são falhas, mas revelações.
Há uma voluptuosidade secreta no padecer que se reconhece, uma dignidade austera em suportar a própria sombra sem implorar por luz.
O espírito inclina-se diante de si mesmo, não em derrota, mas em reverência.
Cada pensamento torna-se um espinho necessário, cada memória um perfume escuro que embriaga e ensina.
A alma aprende que nem toda ferida quer ser fechada, algumas precisam permanecer abertas para que a verdade respire.
Há uma doçura austera no ato de suportar-se.
Uma forma de amor que não consola, mas sustenta.
A consciência, exausta de fugir, ajoelha-se diante da própria dor e a reconhece como mestra silenciosa.
Assim floresce a rosa escura.
Não para ser admirada, mas para ser compreendida.
Não para enfeitar a vida, mas para dar-lhe gravidade.
Pois somente quem aceita sangrar em silêncio conhece a profundidade do que é existir.
