Amor e Bondade
As nossas imperfeições não justificam a falta de amor e caráter diante de Deus e do próximo;
pois mandamento é ordem, é lei, fundamentada em virtudes e princípios.
Não amamos ‘do nada’; amamos quando decidimos amar.
O amor é uma escolha consciente.
E a força para viver esse amor vem do Espírito Santo.
Jesus sabe de cada lágrima silenciosa, de cada gesto de amor que foi mal compreendido, de cada batalha que travamos no silêncio.
Ele vê o que ninguém mais viu, entende o que ninguém mais tentou compreender e acolhe tudo aquilo que o coração sente, mesmo sem palavras. E isso basta.
Seja do Senhor por inteiro e não pela metade, pois assim como não existe amor pela metade, não há Deus que não transborde o coração com Seu Amor Infinito e Sua Graça Eterna.
Que prosperidade, saúde, amor e fé sejam constantes em sua vida. Que Deus te envolva com Sua graça, te fortaleça nas lutas e te surpreenda com bênçãos além do que você imagina.
Nada mais reconfortante que um amor desconstruído…
Olhar para alguém e não sentir nada…
A pessoa escolheu se manter no cantinho da indiferença…
Tanto faz se fazer presente…
O amar perdeu o sentido…
O tempo fez seu papel…
A saudade nem faz conta…
A lembrança virou vazio…
O amor não dorme em cama fria…
"Deus às vezes coloca pessoas complicadas em nosso caminho para exercitarmos o verdadeiro amor cristão."
-Anderson Silva
Porque amor de verdade aceita
O tempo da borboleta
E quando você voar
Vai ver: nasceu pra amar - Frase da música viver algo novo do dj gato amarelo
Talvez o problema seja o conceito de "amor": para o religioso médio, amar parece ser o ato de odiar fervorosamente qualquer um que não se curve ao seu delírio coletivo.
Embora eu não experimente mais o amor quando morrer, o amor provavelmente continuará vivendo sem mim
DEUS NÃO É AMOR
1. O amor é uma relação direta entre humanos (e requer provas e atitudes).
2. Deus não se relaciona diretamente com seres humanos (não há provas de fala direta).
3. Logo, Deus não é amoroso (ou não há provas do amor divino).
No vazio caótico do niilismo, o amor emerge como uma alucinação selvagem, quase incapaz de se sustentar, mas persistente o suficiente para desafiar a insignificância, transformando o desespero numa esperança arrogante que devora o nada.
O amor não é uma alucinação romântica; é o único ato político capaz de sabotar o niilismo e a indiferença.
O amor não dói por ser intenso, dói porque revela o quanto somos dependentes do reconhecimento do outro.
