Amor e Bondade

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Ainda que eu fique cego, escreverei.
Ainda que eu fique mudo, escreverei.
Até surdo, escreverei.
Vou escrever tanto que um dia terei escrito
o meu próprio mundo.

Inserida por moloki

Escreverei quando o coração estiver cheio.
Escreverei quando o coração estiver partido.
Escreverei que nunca estive vazio.

Inserida por moloki

Eu tenho uma história muito bonita e gosto de me lembrar disso todos os dias.

Inserida por moloki

⁠A vida é o coletivo de instantes.
Cultive bons momentos para colher boas memórias.

Inserida por moloki

⁠Quem se incomoda tanto com os outros é sempre o mais insatisfeito consigo mesmo.

Inserida por moloki

⁠Dizem que o azul é uma cor triste. Mas, a tristeza não tem cor. A tristeza é um céu nublado. A felicidade é um céu azul.

Inserida por moloki

A felicidade é um céu azul.

Inserida por moloki

Todo mundo tem um sonho
E o meu é escrever piadas
Como escrevo poesia⁠

Inserida por moloki

⁠Em um mundo regido pela ética, a bandeira é só um enfeite.

Inserida por moloki

Lembre-se! Preservar não é uma obrigação. E sim, nosso dever. De olhar e ver quão belo é a criação. Se respiramos é sinal de que alguém cultivou lá no passado. Para que hoje pudéssemos sentir o ar que entranha em nosso ser. Preservar não é uma obrigação. E sim a mais bela atitude de amar. É notar que não seremos eternos no mundo. E que outros virão e precisarão também respirar. Assim como nós, que um dia também precisamos. Plantai arvores! Para que um dia possam se lembrar, ao comer do fruto, que a existência dessa árvore foi fruto do amor, que alguém plantou e outro colheu. E saciou sua fome.
Preserve! Pois vidas dependem da sua atitude!

Inserida por PH1425

Ame ! E seja amado, só não seja condenado .Por não ter amado, na mesma maneira ,que um dia alguém o amou.

Inserida por PH1425

Dizer que esta sendo amado ⁠não significa que esta sendo correspondido.

Inserida por PH1425

⁠E eu olhei pra mim, enfim
Me descobri, me despertei
O tempo passou, o tempo cicatrizou
Eu vi alguma coisa que me mudou
E mudou você em mim
Então eu continuei e persisti em mim, apenas em mim

Inserida por evlin_garmatz_1

Naveguei demais...

Sei de uma pessoa
E essa pessoa sou eu,
Que em mares de lágrimas, vezes demais se perdeu.
Foram demais os desembarcadouros e cais
Onde pouco me dei e amei
E nos quais
Morri vezes demais!
E antes que morra de vez
A matar a sede em água salgada,
Queria um mar de rosas, não de estupidez!

Eu sou o mar, marujo de vocação e sem medos tais,
Que embarquei em começos e finais
Demais...
Cheirei maresias, mágoas e horas incertas,
Estive sempre aos meios-dias em praias opostas e múltiplas costas,
Sempre vazias...
Vacilei demais, remei demais, subtraí-me.
Fui, da minha conta, de menos e demais.
Naveguei muito além dela...
Perdoei tempestades e temporais,
Ignorei faróis, piratas, intuições e punhais,
Sempre demais...
Naveguei mares, rios, riachos e até lagunas.
Algumas foram lições, outras alunas
Demais...
Porque o mar não têm terra, só imensidão e gaivotas no ar,
Porque o rio lá vai como a lua, devagar
E o mar...
O mar é revolto, tem um cabo bojador e frio
E margens do rio
São fáceis de ancorar...

Acreditei
Que não havia peso no verbo acreditar
E que podia haver terra no mar!
Deve ser esta a minha sina,
Carregar coisas pesadas e lamber águas salgadas...
Tantas gotas no oceano e nenhuma é doce!
Ó mar salgado, porque não vieste adoçado?
Só que água doce
Não é o mar que a traz...

Em que luares voam passarinhos?
Em que rios estão ninhos a crescer?
Em qual das luas acreditar?
Na do céu ou na do mar?

Por isso te peço amor:
Não me vás além mar, equivocada, tentar encontrar!
E se mesmo assim, teimosa, me achares,
Devolve-me...

Porque me havia de calhar
Tão grande mar pra navegar?
E salgado ainda por cima...

Inserida por luismateus

⁠Morrer em vida...

Tu e eu tínhamos um sonho!
Encontrar um lugar
Onde nos pudéssemos esconder e amar
Porque fomos feitos um para o outro
Como a noite para o escorpião!
Mas dizem astros que não!
Que não haverá aqui ou acolá
Nem um qualquer lugar...

Morrer castigado em vida ou viver errado,
Qual o maior fardo?
Palavras tuas que apedrejei e devolvi ao vento,
Maltratei borboletas que nasceram de nós,
Fiz da flor dada, uma lembrança e da recebida, uma bola de trapos...
Estou cansado de me cansar,
Do pesar da consciência pesada,
Dos porquês de um dia teres sido a mais incompreendida e a mais amada!
Cansado...
De ser floresta vazia de raízes e oxigénio,
De te procurar, porque estás em toda a parte e em parte nenhuma!
De não ouvir um sopro teu, nem ventos de mudança...
Pudesse eu voltar atrás
E não me poria na prateleira das coisas mortas e obsoletas...
Perdoa-me o que não disse, fiz ou não dei e o pouco que amei
Como eu te perdôo o mal que me fazes...
Vertem-se-me lágrimas que não caem ao chão,
Ficam todas presas nos porquês de não te poder ter
Porque também em vida se pode morrer!
Sonhava um casamento de almas em que nos imaginava
num equilíbrio que selava ambas as polaridades...
...a tua e a minha!
E tu estás tão linda...
Ainda te amo...
Ainda te choro e de vez em quando, ainda te soluço...
E sempre te amarei...
Ainda, tanta coisa...
Ainda tanto por doer e dizer...
Ainda me dóis onde a dor mais dói...
Ainda me perco nos teus olhos castanhos...
São relativos e estranhos!
Quando me olham, sérios e perguntadores, não dizem nada!
Convidam-me apenas a pedalar no lodo, sem pedais
E obrigam-me a fumar cada vez mais!
Oxalá me chamassem às fogueiras dos lençóis da tua cama,
Onde faríamos amor todos os dias...
Queria amar-te de mil maneiras e mais algumas que não esperasses,
Queria que tivéssemos sido liberdade, glória e cumplicidade...

Tenho saudades...
Do teu sorriso, do teu olhar inclinado a namorar o meu,
Das prosas de Julieta e Romeu
Que me deixaram refém
De “amo-tes” que diziamos e dos não ditos também...
Saudades...
De andar de mão dada
Numa qualquer rua, esquina ou calçada...
Dos nossos rebentos...
Os que tivemos e ainda vejo
A precisar de um beijo e tantos lhe demos!

O amor,
Se ele me sorrisse,
Eu lá estaria para o receber e matar
O que o matou um dia...
Morrer em vida são pés no chão a cair por um telhado
Que estava certo de amor,
Mas errado, sem alicerces...

A morte,
A que me foi redigida
Por um defensor dado à sorte,
Nem proferida foi ou acusação teve,
Nem fraca, nem forte!
Seria hoje morto em vida
Se me dissesses um “amo-te” aqui e agora, daqueles intemporais e sentidos.
Depois nada. Lágrimas falariam por mim.
Talvez o corpo tremesse por dentro e eu sorrisse por fora
Antes de morrer...

Está escrito nas linhas das mãos, nos corações
Que será noutro amanhã, noutro lugar
Quem sabe em Marte, num qualquer ano
Porque o meu amor é marciano,
Talvez verde e com antenas,
Como eu, maturado...
Apenas...

Se um dia te vir por aí de mãos dadas,
Que seja ao menos o teu conto de fadas,
Porque o lugar que deixastes era o meu.
Até depois...
Uma flor com um “Amo-te” lá dentro...
Toma. É para ti.

Inserida por luismateus

⁠Assustas-me!

É estranho...
O mel das tuas teias,
Abrir-me no peito este lanho....
E corres-me nas veias
Porque és do tamanho
Do que me semeias!
Não sabia que era assim!
O bom também é ruim!
E padeço baixinho
E às vezes desalinho
Porque cheiras a rubi,
Nirvana, amor e um ninho...
Porque a tua alma sorri
E tem um pedacinho
De tudo o que eu pedi...
E é por o meu santinho
Gostar assim do teu...
Que me assustas...

Inserida por luismateus

⁠Amo-te assim!

Amo-te assim, como o fogo ama arder
E arremessar calor e luz do seu ninho;
Quero assim como ele, amar-te e morrer
Contigo e assim arder devagarinho.

Amo-te assim meu amor, e lá mais adiante
Quando formos pó, poeira e coisa nenhuma,
Debaixo da terra, serei teu amigo e amante,
Serei teu mundo, até que ele nos consuma.

Amo-te assim, tão-só e simplesmente,
Que tão certo é Deus ser fé e piedade
Como a minha boca que não te mente

Ou estrelas e astros terem gravidade!
Perca eu a voz, o chão e tu e de repente,
Se este soneto não é, todo ele verdade.

Inserida por luismateus

⁠O céu, o inferno e uma história

Antigamente
Éramos unha e carne;
Bebíamos tudo do mesmo copo,
Suores, lágrimas e um afável vinho;
Eras a totalidade de todas as coisas,
Eu era o teu universo
E todas as gravidades
Nos puxavam à nossa cama;
Palavras eram plumas que voavam,
Quando não se estavam a beijar;
Éramos provação e teoremas
E tu lias os meus poemas
Que eram todos para ti;
Rezávamos a Deus, que nos deu
O infinito, um lar e asas, e assim
Íamos em parelha à mercearia
Flutuando como passarinhos;
Era no tempo
Em que Deus respondia a orações
E prometia o céu e uma história.

Anos escarpados depois…
Somos garras que ferem carne;
Cada um tem o seu copo
Por onde bebe a retaliação do outro;
A totalidade de tudo o que éramos,
Esfumou-se no universo
E todas as gravidades
Nos afastam dos nossos centros;
Palavras são agora
De arremesso ou caladas;
Desaprendemos o perdão,
A paciência, a cumplicidade e a beijar;
Somos pétalas caídas de uma flor
De um poema que cheira a bafio;
Já não há mercearias nem passarinhos,
Só corvos, a depenarem-se uns aos outros,
Como nós.
Ainda rezamos, mas em vão!
Deus desistiu, como nós, de ambos.

Inserida por luismateus

⁠“Casas comigo?”
És um oceano salgado e proibido;
Um cabo bojador de contradições;
Um grito vão, um choro reprimido,
Que me leva a um mar de emoções!
Se bravura fosse condição minha
E dela não ficasse sempre aquém,
Dar-te-ia o mundo numa caixinha,
O céu, o sol, a lua e mais além.
“Casas comigo?” era o que eu então
Diria, pra que percebesses que tu
És a fonte da minha inspiração!
E deste modo encabulado e cru,
Eis-me aqui entre caneta e papel
A oferecer-te um improvável anel.

Inserida por luismateus

⁠Tenebrosos segredos
São noites cálidas, escolhidas a dedo
Em que a lua curiosa, depois floresce,
Porque enxerga o tenebroso segredo
Nosso, e que o mundo desconhece!
Somos tal avidez e vontade cobiçada,
Como culpados que imploram perdões,
Enquanto carne fraca é entrelaçada,
Comungando sigilo e firmes ereções!
Ó tempo, reduz à noite a velocidade,
Pra que entre o pôr e nascer do sol,
Todas as ganas e sedes da saudade,
Sejam acolhidas por baixo do lençol.
Ó tempo, sê nosso amigo e amante
Até c'o dia brote e luz se levante!

Inserida por luismateus