Amor Dolorido
Há sempre um perigo no amor que tem utilidade ...No dia em que deixa de ser (útil), mandamos embora, dispensamos.
Ao Meu Amor....
Amo-te nos sonhos que habitam meu coração
Na minha falta de “razão”
No universo, deitando-me contigo em meio as estrelas
Entregando-te mais que o desejo
Ofertando-te minha alma com meus beijos
E mesmo que fingisse não amar-te assim
Ainda haveria em mim
Milhões de motivos para amar-te
Em todas as vidas
Em todas as esferas
Em cada degrau que aja de evolução
Serás sempre a símbolo a fazer-me a união
Aconchegar assim perante Deus
Minha alma com a tua
No final do caminho te esperei
Se por ventura assim tenha que ser .
Amo-te pela eternidade ...
“No fim da ponte te esperarei”.
Uma vida fácil, um amor fácil, uma morte fácil – tais coisas não eram para mim.
Depois que conhecemos o amor próprio, somos mais seletivos com quem entra e quem sai das nossas vidas.
Amor... Durante toda minha vida sonhei com ele, me preparei pra ele, esperei por ele. E foi somente com você que finalmente o encontrei.Eu te amo!
Amor- poesia cego
"Eu vou rimar
O seu sarcasmo com meu tédio,
fazer dança de palhaço, e amor- poesia cego
Eu vou sambar
no Mar de ondas férteis
sorrir para as sortes, que a esperança requisitar
Vou lançar a dúvida, estigmatizar as perguntas,
na tentativa de te ver se render
Vou irrefletir e inventar
e quase sem querer,
vou me queimar e me afogar.
Vou rever meus defeitos, limpar a vidraça, cantar a
*cantar a tristeza, sorrir para a dor
Vou me dar o troféu da arte de perder
escrever com o sentido que o mundo não quer ver
Eu vou selar como um segredo, esconder como um crime, imaginar a história
sentir como um perfume que invade, o involuntário reflexo da memória
Vou gostar se a vaga lembrança doer.
E depois de sacudir o baú empoeirado
Eu vou me lembrar, quando você se esquecer".
Eu tentei despistar o amor.
Me disfarcei, coloquei peruca, bigode – fiquei perua.
Mas não dá – o amor segue.
Existe sim, dor no amor. Mas não no próprio amor. O verdadeiro amor é intocável. Ele nasce, cresce e, sim, pode acabar. E é justamente nesse momento, que a dor aparece e em vários momentos.
Sentir a dor de se perder um amor é necessário, como tomar água para matar a sede.
Primeiro vem a dor de quando a relação acaba. O desejo acabou para a outra pessoa. Você tem que se acostumar com a ausência dela. Isso é difícil. Entender que os velhos costumes não vão existir mais. Que aquele restaurante que vocês frequentavam juntos ficou no passado. Que as conversas até de madrugada não vão acontecer mais.
Com o tempo, surge outra dor. A dor de perceber que a vida pode ser interessante novamente. Talvez com outro alguém, com novos amigos desse outro alguém, com a nova família desse alguém. Aí dói. Por que estamos acostumados ao amor daquela outra que amamos, que nos foi retribuído e vivido intensamente. E você acha que amor igual a esse nunca mais vai ter na vida. Por que era tão bonito, tão verdadeiro, impecável. Você não quer abrir mão daquilo que já viveu. Mas essa é a justamente a questão: já foi, já viveu.
E na verdade, é só o medo de recomeçar que assusta. Você já não ama aquela pessoa mais, como antes, mas gosta do amor que sentia por ela. Se admira por isso. Se admira por tudo o que viveu.
A última dor é a dor de sentir que esse amor já não está mais dentro de você.
Quem nunca trocou bilhetinhos no meio da aula? Quem nunca fez uma carta de amor? Quem nunca escutou a mesma música mais de dez vezes? Quem nunca recortou fotos da banda favorita? Quem nunca pegou pedrinhas na praia? Quem nunca manchou a blusa de ketchup, quem nunca escreveu seu nome junto do de alguém numa folha de caderno? Quem nunca quis voltar no tempo? Quem nunca teve vontade de gritar enquanto todos acham que você está bem? Quem nunca ficou fazendo planos, deitado na cama antes de dormir? Quem nunca leu e releu um histórico de MSN e lembrou como se fosse à hora? Quem nunca viu uma foto e pensou como seria se você estivesse lá? Quem nunca falou alguma coisa e se arrependeu depois? Quem nunca teve um sonho perfeito e ficou puto de ter acordado? Quem nunca ouviu uma música e lembrou de alguém? Quem nunca se iludiu? Quem nunca teve vontade de sumir e só voltar quando tudo estivesse bem? Quem nunca amou e não foi correspondido? Quem nunca passou por momentos tão bons que parecem mentira?
É! É a vida.
Acredite, quando menos você esperar o amor pode acontecer novamente. Desarme-se e viva intensamente cada momento. Proclame de em várias línguas e de diversas maneiras o seu sentimento. Permita que o frescor e a alegria de amar iluminem a sua vida, liberte a sua alma e cure o seu coração construindo no dia a dia uma eterna dança com paixão, bem-querer e amizade.
Agarre e aproveite esta divina oportunidade!
O amor, a cada filho, se renova.
Mesmo no inverno, brilha a primavera…
E o coração dos pais, sedento, prova
O néctar suave de quem tudo espera.
Vai-se a lua, e vem outra lua nova…
Ai! os filhos… (e quem os não quisera?)
São frutos que criamos para a cova.
Melhor fora que Deus no-los não dera.
Frutos de beijos e de abraços, frutos
Dos instantes fugazes, voluptuosos,
Rosário interminável de noivados…
Filhos… São flores para velhos lutos.
Por que Jesus nos fez tão venturosos,
Para sermos depois tão desgraçados?
As pessoas reclamam que o amor não bate na sua porta pois quando isso acontece elas deixam escapar
porque tanto lamenta se amor estava ali
Mas não bastou chamar sua tenção apenas ignorou agora diz que se afundou na depressão meu bem
Não fui eu que te coloquei aí
Agora se você caiu eu nem sei o porque
O que é difícil para você ?
Talvez seja um amor não correspondido.
Talvez seja a dor de ter sido traído.
Não!
Difícil é estar apaixonado sem poder dizer.
Olhar, admirar e não poder dizer nada.
Difícil estar amando sem ter coragem de falar.
Difícil seria ver você com outro por ser covarde para dizer que Te Amo
Pois, todos merecem um amor tranquilo. Até aqueles que, por pouca coragem e vontade de sorrir, desacreditam na sua aparição alegre. Então, fique sabendo que ele vive a te buscar, mesmo quando você mente a si, ao dizer que não precisa da tranquilidade de um amor para viver de ombros leves e pés firmes.
