Amor de Tios
Quem perdoa de coração é capacitado para entender e praticar o amor ao próximo sem levar lembranças, remorsos, ofensas e represálias nos bastidores da vida.
Se o amor se resumisse apenas em palavras, haveriam muitas frases escritas em prisões, hospitais e cemitérios para ninguém cair neles; mas, a grandeza do amor coopera para o bem de todos em vida para que, em resposta às boas ações, as pessoas caiam arrependidas, transformadas e abençoadas e agradecidas, continue crendo, lendo e ouvindo acerca da graça, da misericórdia, do testemunho, da reconciliação, da providência e da salvação da Palavra de Deus em prol do seu socorro.
Amor, fidelidade, disciplina, coragem, determinação e atitude são os primeiros passos para quem ama evangelizar pessoas, liderar na igreja, administrar uma empresa, assumir responsabilidades pessoais, conjugais, familiares, profissionais e sociais e para quem pretende ser um exemplo para a sua família.
O amor é a única qualidade altruísta e perceptível que transforma corações em tempos de divergências, perseguições, crises e adversidades sociais.
Devido a pobreza espiritual dos santos, por falta de crescimento, amor, sabedoria e verdade, muitos vão à igreja só para falar mal da irmandade e acusar as suas mazelas, expondo suas piores pobrezas diante dos irmãos que ainda não sabem repreeendê-los na Palavra de Deus.
O maior resgate que o homem pode fazer pelo outro, livrando da condenação e da morte, é o seu amor por ele, entregando ao Juiz dos homens, a própria vida.
Ensine sempre as virtudes do amor, serviço e comprensão às pessoas, aconselhando-as a se separem do ódio, do egoísmo e da intolerância ao próximo.
Devemos expulsar o Malfeitor entre nós, e não o hospedeiro, senão disciplinar com amor e mansidão para que ele não sofre com a sua maligna presença.
Insira em seu DNA o código espiritual do seu amor a Deus para que, em última análise, ninguém encontre um coração morto por ódio da vida.
O amor de hoje é considerado pelo próximo como a cultura passageira do favor, da hipocrisia e da autoestima pessoais, e jamais como o padrão dos fiéis que pratidam a resignação, a justiça e misericórdia dvinas em prol da transformação de vida dos necessitados pela obra da caridade, do bem e da felicidade alheia.
Ministros sábios, humildes e complacentes que mostram o verdadeiro amor para com as ovelhas do Pastor e com elas se relacionam bem, devem ser dignos de honra, de apoio e de reconhecimentos públicos
"Assim como o calor do fogo
à 1.000°C é o nosso amor,
capaz de derreter o mais forte
aço e fundir a mais bela pedra..."
