Amor de Tia pela Sobrinha

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Ordem, no Tribunal.
Pela ordem.
Vamos começar, pelo mais fácil;
até o mais difícil.
No Tribunal,não é lugar de ficar exaltado.
Para isso vou estudar,para ter cabeça.
Entender Histórias.

Quando eu era mais jovem,
não tinha experiência.
Errei. Chorei.
Isso, me ensinou.
Eu cai. Me machuquei. Levantei. Cicatrizou.
Hoje tenho, mais cuidado.


Na escola, eu repeti de ano.
Eu senti tristeza.
Precisei estudar. Busca informação.
Consegui resultado. Isso, deixa feliz.


Da simplicidade,
até a grande responsabilidade.


Um caminho. Um passo, de cada vez.


Precisa esperar.
Ter paciência.


No quebra cabeça,
começa pela primeira peça.

Fui, na Rua.
Esqueci,
o guarda-chuva.
Tomei, um banho.

Deixei, a comida queimar.
Ficou, com cheiro de queimado.
Um cheiro horrível.
A vizinha, sentiu o cheiro.
Eu estava, com fome.

O chapéu antigo,
é o mais bonito.
Clássico.
Daquele tempo.
De antigamente.
Daquela época.
Feminino, e masculino.

Existe uma casa, para eu morar.
Existe um lugar, para eu dormir.
Existe um lugar;
para me proteger da chuva,
do sol,
e do frio.
Existe uma comida e
uma bebida,
que me dá vida.
Existe movimento, no meu corpo.
Um dia eu nasci,
eu vivo,
sei que vou morrer um dia.
Eu fui no Hospital,
lá existe gente que trabalha.
Fico feliz, com o pouco.
Durmo, e acordo.
O tempo passa.
Vejo terra, no chão.
Vejo montanha.
Eu estava em um lugar, fui para outro.
O carro, precisou consertar.

Eu sou o homem,
atrás da cortina.

⁠Soneto de Oitenta e Um

Em Tóquio, ergueu-se o sonho em chamas vivas,
Zico guiando o manto à imensidão,
Com passes, gols, jogadas tão altivas,
Fez do Brasil o dono da emoção.

Leandro, Júnior, Adílio — obra-prima,
Andrade, Nunes, raça sem pudor,
Na terra do sol, brilhou nossa rima,
Calou o Liverpool com seu fervor.

Foi mais que um jogo: foi libertação,
A taça do mundo em nossa mão,
A glória eterna em rubro-negro tom.

E desde então, a história eternizou,
O mundo viu o quanto o Mengo é bom,
Oitenta e um: o ano que não passou.

Edson Luiz ELO
Rio de Janeiro, Dezembro de 1981

Eu uso Havaianas e posso ser feliz do mesmo jeito que aquelas que usam salto alto, quando vocês vão aprender que a vida não é disputa, não é comparação, sigo feliz e vendo o quanto a vida é bela. Tire a venda dos olhos, seja feliz!

⁠Existem produtos impróprios para o consumo e pessoas impróprias para o convívio. Leia os rótulos antes de consumir e os olhos antes de conviver.

Pula a janela
Visualiza
no buraco da agulha
o vestido das linhas
Vê no espelho
a falta vazia
de ausência e solidão
Sente o que contagia
Mergulha
receptivo e aberto
à utopia
e e a razão brilha bela
A carga se esvazia
e a alma, liberta,
pula a janela

" Tu morreste para viver. Eu estou vivendo para morrer."

Quem um dia soube admirar um brinquedo na vitrine, mesmo sabendo que ele nunca poderia ser seu, teve uma experiência primária de Deus, a quem amamos sem possuir.

Hoje chorei. Como havia muito tempo não chorava. Não havia razões claras. Apenas chorei. Talvez por razões passadas, histórias ancoradas no porto do meu ser, ali onde a dor não se ossificou, não se fez concreta, não mostrou a face, mas pairou soberana e silenciosa.
Talvez por razão nenhuma. Nem sempre a dor tem razão. Dói por doer, por não ser outra coisa, por ser dor apenas.

⁠É inútil tentar saber onde o caminho leva. Pense apenas no primeiro passo, o resto virá.

Começo a chorar,
a saudade está me matando.
Não sei o que fazer
pra você me perdoar.
Você se foi,
me perdi…
e não sei como continuar

Quem decide como e o que quiser sonhar, nunca acordará para a realidade.

"Quando olhamos para uma árvore, vemos apenas à árvore. Não vemos os átomos que formam a árvore. Quando todas as centelhas se juntarem; Deus aparecerá".

Na missão de cura de alguém, acabei me machucando.

Vida
A vida não vem com manual,
vem com dias claros e noites longas,
com risos que nascem do nada
e silêncios que pesam toneladas.
Ela não pede permissão para mudar,
nem avisa quando vai doer.
A vida ensina enquanto caminha,
às vezes com carinho,
às vezes com quedas.
E quase sempre aprendemos
depois de errar,
depois de perder,
depois de chorar escondido.
Há momentos em que a vida floresce,
mesmo em solos improváveis.
E há dias em que tudo parece seco,
como se o tempo tivesse esquecido de passar.
Mas até na espera,
a vida trabalha em silêncio.
A vida não é só vencer.
É levantar quando ninguém aplaude.
É continuar quando o coração pede pausa.
É respirar fundo
e dar mais um passo
mesmo sem entender o caminho inteiro.
Ela é feita de encontros breves
que mudam tudo
e despedidas longas
que deixam marcas.
De sonhos que morrem
para que outros, mais maduros, nasçam.
A vida machuca,
mas também cura.
Ela tira,
mas devolve de outra forma.
Nada se perde totalmente —
tudo se transforma.
Viver é aceitar que não teremos controle,
mas ainda assim escolher tentar.
É aprender que força não é dureza,
é resistência.
Que coragem não é ausência de medo,
é fidelidade ao que vale a pena.
A vida passa rápido,
mas ensina devagar.
E quem aprende a observá-la
descobre beleza nos detalhes:
no café quente,
no pôr do sol inesperado,
num abraço que chega na hora certa.
No fim, a vida não pergunta
quantas vezes caímos,
mas quantas vezes amamos.
Não mede conquistas,
mede significado.
E talvez viver seja isso:
seguir mesmo sem garantias,
amar mesmo com riscos,
esperar mesmo cansado,
e agradecer
porque, apesar de tudo,
a vida ainda pulsa.
E enquanto ela pulsa,
há chance.
Há recomeço.
Há sentido.