Amor de Tia pela Sobrinha
A poesia sempre encontrará repouso no coração do poeta, aquele que sonha acordado e acorda sonhando com ela.
Não é fácil amar um ser humano cheio de defeitos, porém, ao mesmo tempo, parece quase que impossível viver uma vida sem o mesmo.
O amor sempre vai procurar um caminho para percorrer.
Em um dia de chuva pode ser observado que todos os lados estão cobertos e escuro, mas não onde o observador se encontra, mas é nesse lugar que a experiência está sendo vivida, então olhe para o seu interior, ele até pode não transparecer a escuridão, mas isso não é indicativo que não exista. Está lá, no entanto, olhar para os lado é mais cômodo.
Deus é bom, essa é a renovação da mente, primeiro você tira as travas dos seus olhos.
Vós responderais por suas atitudes e não por ações alheias, então não se preocupe com encargos que não lhe cabem.
Por que a flor é tão bonita? Porque sabemos que não durará para sempre. O efêmero tem sua própria poesia, nos ensina a apreciar o agora. O mesmo vale para a vida, para os encontros, para os momentos que nos transformam. Nada dura para sempre – e talvez seja exatamente isso que faz tudo ter tanto valor!
Há pessoas que falam alto, mas não dizem nada. Que acumulam muito, mas não têm nada de verdade. Que vivem correndo atrás de status, mas nunca conseguem preencher o vazio dentro de si. O silêncio de quem tem essência é muito mais valioso do que o barulho de quem tem apenas aparência.
Nos vastos abismos do pensamento, duas estrelas brilham intensamente. Cada uma com seu próprio brilho, sua própria luz. O céu que as une é vasto, mas as distâncias são reais. Às vezes, elas se alinham, e a noite se torna um espetáculo raro. No entanto, o curso do universo não muda, e cada estrela segue seu caminho predestinado...
A beleza está no momento, efêmero e intenso, onde duas luzes se encontram e dançam, sabendo que a eternidade não é seu destino, mas o brilho compartilhado, mesmo que por um instante, vale a jornada.
O tempo leva pessoas, momentos, histórias. Mas a saudade é o eco do que foi bonito demais para ser esquecido. Quem partiu ainda vive na lembrança, nas palavras que ficaram, naquilo que o coração se recusa a deixar ir.
Saudade é quando alguém parte, mas nunca sai de verdade. O corpo se vai, mas os gestos ficam, os risos permanecem, os momentos insistem em visitar a memória. Há ausências que pesam mais do que presenças distraídas.
A saudade é um espaço vazio que insiste em não ser preenchido. Tentamos seguir em frente, mas ela nos acompanha como sombra, lembrando que há coisas que não voltam, mas nunca realmente partem.
O último abraço, a última risada, a última conversa. A gente nunca sabe quando um momento se tornará uma despedida, e talvez seja isso que torne a saudade tão intensa. Ela é o rastro do que foi bonito demais para ser esquecido.
