Amor de Tia pela Sobrinha
Ainda sou uma semente, arrecem chegada em um solo cheio de plantas. Ao meu redor vejo que há algumas que estão em suas melhores formas enquanto outras estão murchas e cansadas. Eu fico nervosa em pensar no futuro, pois eu não sei se vou ser uma das plantas que estão em suas melhores formas ou se vou ser uma planta murcha e cansada.
E quando a realidade te confrontar, sua decisão vai depender de quanto a sua identidade é fortalecida.
Eu não sou masoquista
Eu não sou masoquista
Eu sou apaixonada
Sou uma viciada
Pela ideia de um amor ufanista
Eu não sou masoquista
Não amo esta dor
Mas eu amo o amor
E faço de tudo por ele. Alienista
Quem sabe me internem
E me forcem a esquecer de ti
Mas amor assim eu nunca senti
E sentirei até que me alienem
Me prenderão numa camisa de força
Me doparão e me isolarão
Ledo engano teu, toleirão
Amor não se prende, não se dopa, não se isola
Amor se sente, e só se se quiser, vai embora
Meus olhos são espelhos do que sinto.
Olho pra eles e encontro as respostas que procuro.
Minha palavras dizem o que penso.
No espelho, reflito e vejo minha essência.
As respostas do meu ProCurar estão ali a me esperar.
A alma é a nossa bússola propulsora nessa jornada única e inigualável. Ela nutre aqueles que acreditam e confiam.
Aquele que não tem compaixão pela dor do outro, não está pronto para o salto quântico. É necessário desenvolver sentimentos de amor, paz, solidariedade e de fraternidade, para alcançar esse processo.
Ah Deus, como eu sofria tentando achar meu rumo certo, buscava tão longe quem sempre esteve aqui tão perto !
O mundo necessita de mais solidariedade e menos farmácia. De mais fraternidade e menos supermercados. De mais cooperação e menos bancos. O mundo necessita urgente de mais amor.
Viva em paz com todos os que amam e os que te odeiam, faça a sua parte, sem se preocupar com o politicamente correto.
Quero calar o mundo que habita em mim. Silenciar meu peito inquieto, insaciável.
Tudo que sou, nem sei...
Sou o suspiro da donzela apaixonada, mas não gosto dela.
Sou um vício, o líquido viscoso que escorre quando tudo é saciado.
Sou a calmaria que te afaga os cabelos e beija a boca.
Sou a saliva que escapole do beijo querendo encontrar o mar...
Mar molhado de vontade e revolto de quereres insaciados.
Sou a culpa, a cura, o arco-íris nos teus dias sombrios.
Sou o teu pecado mais oculto e a tua salvação exposta.
Sou o vinho derramando em teus seios que arrepiam com o gotejar.
Sou minha,
Mas deixei-me pertencer só a ti.
-Quero silenciar o mundo.
