Amor de Primo
"Eles chamam a rebeldia egoísta de 'amor livre', mas detestam o sacrifício, a renúncia e a retidão que o verdadeiro amor de Jesus exige de cada um de nós."
"O amor verdadeiro de Jesus exige renúncia ao mal, e é exatamente por isso que a humanidade corrompida o rejeita: eles preferem uma falsidade que os deixe continuar pecando do que uma verdade que os transforme."
"Dói profundamente ver a mentira receber tapinhas nas costas e o amor verdadeiro de Deus ser espezinhado por uma humanidade que prefere o barulho do pecado ao silêncio da paz de Cristo."
"Não aceitam o amor verdadeiro porque ele não compactua com o erro; preferem a ilusão da rebeldia, onde cada um faz o que quer e a inocência do fraco paga a conta."
"O que chamam de 'amor livre e rebelde' nada mais é do que a desculpa perfeita para justificar a maldade, a trapaça e o desprezo por tudo o que é sagrado e verdadeiro."
"O amor de Jesus exige renúncia ao erro, conversão e caráter. É por isso que os corruptos o rejeitam: eles não querem a verdade que liberta, querem a rebeldia que valida o seu pecado."
Medo do amor?
Bobagem ter medo de algo capaz de nos fazer voar com os pés no chão.
Não fuja.
Não pense.
Apenas sinta!
Se o objetivo da humanidade é o bem, a bondade, o amor, como se pretende; se o objetivo da humanidade é o que foi expresso nas profecias, que todos os homens hão de se unir pelo amor, que as lanças serão fundidas e transformadas em foices, e assim por diante, o que é que estorva o caminho para este objetivo? As paixões. A paixão mais forte e pior, a mais insistente, é o amor sexual, carnal, e por isso, se forem destruídas as paixões, inclusive a derradeira, a mais forte, o amor carnal, a profecia há de se cumprir, os homens hão de se unir, estará atingido o objetivo da humanidade, e esta não terá motivo para viver. Mas, enquanto a humanidade vive, tem diante de si o ideal, e naturalmente não é um ideal de coelhos ou de porcos, no sentido de se multiplicar o mais possível, nem de macacos ou de parisienses, no sentido de aproveitar o mais refinadamente os prazeres da paixão sexual, mas um ideal de bondade, alcançável pela abstenção e pela pureza. Os homens sempre tenderam e tendem para ele.
Não compreendíamos que o amor e o ódio eram manifestações diferentes do mesmo sentimento animal. Seria horrível compreender a situação em que nos encontrávamos, mas, nem sequer a víamos.
— Surpreende me que os pais consintam. É um casamento de amor, segundo ouço dizer.
— De amor? — exclamou a embaixatriz — Onde foi colher essas ideias antediluvianas? Quem fala em amor nos nossos dias? — Que quer, minha senhora? — disse Vronski — Essa velha moda ridícula ainda não acabou de todo.
— Tanto pior para os que ainda a usam! Em matéria de casamentos, só conheço uma espécie feliz o casamento de conveniência.
— Pode ser, mas, em troca, a felicidade desses casamentos muitas vezes desfaz se em pó justamente porque surge o amor, no qual não acreditavam — replicou Vronski.
— Perdão, chamo casamento de conveniência a esse em que ambas as partes já pagaram o seu tributo à mocidade. O amor é como a escarlatina, todos têm de passar por ela.
— Então, seria bem melhor que se arranjasse maneira de inoculá- lo artificialmente, como se faz com a varíola.
— Quando rapariga, apaixonei me por um sacristão — declarou a princesa Miagkaia — Mas não sei se isto me serviu de alguma utilidade
— Fora de brincadeira — interrompeu Betsy —, sou de opinião que, para conhecermos o amor, temos primeiro que nos enganarmos para depois então corrigirmos o erro.
— Mesmo depois de casadas? — perguntou, rindo, a embaixatriz
— Nunca é tarde para nos arrependermos — observou o diplomata, citando um provérbio inglês.
— Exactamente. — aprovou Betsy — Cometer um erro e, depois, repará-lo, eis o verdadeiro caminho. Qual a sua opinião, minha querida? — perguntou ela a Ana, que ouvia a conversa, calada, um meio sorriso nos lábios.
— Eu acho — disse Ana, brincando com uma das luvas — que se é verdade que cada cabeça cada sentença, há de haver tantas maneiras de amar quantos os corações.
(Anna Karenina)
“Queremos o que não podemos ter, diz o professor Schianberg, o mais obscuro dos filósofos do amor. É normal, saudável. O que diferencia uma pessoa de outra, ele acrescenta, é o quanto cada um quer o que não pode ter. Nossa ração de poeira das estrelas.”
O Brilho de Longe
Nunca te toquei, nem tenho o teu amor,
Habito esse vazio, num sonho platônico;
Mas ver tua alegria estanca a minha dor,
Num laço invisível, suave e harmônico.
Teu sorriso genuíno é meu guia,
Tua voz doce acalma o meu caminhar,
E a doçura que em teu olhar meigo fia,
É o único porto onde eu ouso ancorar.
"Títulos e riquezas materiais passam com o tempo, mas o rastro de amor, respeito e integridade que um ser humano de bem deixa na vida dos outros é eterno."
Vinte e Quatro Horas: A Ficção da Idade e a Realidade do Amor
Vinte e quatro horas: a reflexão do tempo de vida. A cada milésimo de segundo a vida se esvai a caminho da incerteza do infinito. Pais e filhos, ascendentes e descendentes passam por nossa vida como gotas de água na imensidão do oceano de afetos e desilusões; as feridas cicatrizadas e as flores perfumadas das relações humanas ficam registradas no átomo Crístico que aflora do amor ágape, tão bem materializado por Jesus Cristo.
Agora são doze horas e chegamos à metade do dia. Mas, e da vida? Cinquenta anos? Ou a idade é pura ficção?
Não importa a quantidade das horas, e sim das frações de segundos que podemos transformar em momentos especiais e eternos. Focar nos fatos tristes consome nossos sentimentos, porém os momentos felizes nos alimentam a alma. Um abraço forte com um aperto de mão sincero eterniza os instantes, nos levando a não mais focar nos segundos, e sim nas horas. O relógio mecânico pode quebrar quando nós partimos, mas o amor verdadeiro é o relojoeiro supremo que ajusta todas as engrenagens das nossas relações. Afinal de contas, não somos proprietários uns dos outros, mas apenas companheiros de jornadas. O "eu te amo" da boca para fora é vazio, mas o "te amo" do fundo do coração é eterno: mesmo com o relógio quebrado, ele continua marcando aqueles minutos de refrão, relembrando o quão importante foi aquele aperto de mãos.
Agora já passa das vinte e três horas. O dia está se findando, e os poucos minutos para o encerramento nos fazem refletir na passagem desse ciclo, onde ficam as dores e as delícias das vinte e quatro horas passadas. Resta a reflexão para, ao nos recolhermos à nossa intimidade — onde só você e Deus sabem —, pensarmos não só no dia que se esvai, mas em todas as situações vivenciadas. Que elas sirvam de aprendizado para transformar o amanhã não em apenas mais um dia, mas em pegadas de amor deixadas nos corações que cruzarem as nossas vidas. #asantos👽
"Não posso condenar o amor à despedida, só porque alguém não soube ficar na minha vida."
Camila Rescaroli
O amor é relativo, um caminho que mistura a irracionalidade de nossos corações palpitantes com a racionalidade de nossas mentes pensantes.
