Amor de Pai para Filha

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Pai amado, coloca dentro de cada jovem um coração sensível às necessidades do próximo, para que sintam prazer em praticar a bondade, promover o bem e espalhar a Tua luz, amém.

Pai celestial, toca na vida daqueles que estão rodeados pela violência, tira todo o ódio e o desejo de destruição do peito deles e planta a Tua paz que excede todo o entendimento, amém.

Pai celestial, alcança o coração daqueles que estão imersos na violência, retira deles toda a raiva e revolta, e substitua o desejo de destruição pela Tua perfeita paz, amém.

Pai amado, desperta em cada jovem a beleza de praticar a bondade, fazendo com que encontrem alegria em estender a mão, ajudar o necessitado e viver em compaixão, amém.

Pai amado, derrama a Tua doçura sobre os jovens que hoje vivem na violência, transformando o impulso de agressividade em força para construir a paz e defender o bem, amém.

Meu Pai, coloca no peito de cada jovem o desejo ardente de praticar a bondade, ajudar ao próximo e espalhar ações de amor e compaixão por onde quer que andarem, amém.

Pai celestial, cura a dor, a rejeição e o abandono que alimentam a agressividade no coração da juventude, trocando toda a revolta pela Tua paz interior, amém.

Pai de misericórdia, enche os corações dos nossos jovens com uma sede inabalável de fazer o bem, praticar a caridade e ajudar os necessitados com amor e humildade, amém.

Meu Pai, resgata aqueles que estão perdidos na escuridão dos maus caminhos e guia-os para a Tua maravilhosa luz, renovando seus destinos e suas famílias, amém.

Pai celestial, desperta em cada coração a alegria de servir, praticar a caridade e estender a mão a quem precisa, espalhando a Tua bondade por onde passarem, amém.

Pai de misericórdia, coloca no coração de cada jovem a semente da bondade e da empatia, para que sintam prazer em ajudar o próximo e em espalhar o amor por onde andarem, amém.

Pai amado, desperta em cada pessoa a compaixão e a empatia, para que abandonem o egoísmo e se tornem instrumentos vivos de paz e de boas obras no mundo, amém.

Pai de misericórdia, enche esses jovens de compaixão e empatia, despertando neles um desejo ardente de praticar a bondade, ajudar ao próximo e espalhar o Teu amor onde quer que andarem, amém.

Pai celestial, toca naqueles que foram dominados pela violência, limpa o coração deles de toda a mágoa e revolta, e ensina-os a responder ao mundo com mansidão e diálogo, amém.

O solo da terra é o útero que recebe as sementes, o agricultor o pai que semeia a vida pra nos dar a vida!

desus e nosso pai

⁠Minha razão
sem pai
nem mãe:
Diz ser
bem resolvida
quando na chegada
ou na saída
resolve embirutecer;
Cala-te boca!
Não vês
que esse assunto
tornou-se sigilo
e cobra-se
erro com erro,
falta com falta,
eu seria um canalha
ao tentar
lhe esquecer!

⁠“Quando você não está no colo de sua mãe ou pai, lembre-se: seu riso ou choro pode incomodar muita gente.” AryUchôa

EQM — UM MUNDO REAL - VIDA PÓS-MORTE.
“NA CASA DE MEU PAI HÁ MUITAS MORADAS”:
UMA REFLEXÃO SOBRE A CONSCIÊNCIA ALÉM DA VIDA FÍSICA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A morte, eis o grande enigma diante do qual a humanidade se detém. Desde os filósofos da Antiguidade até os pesquisadores contemporâneos, permanece a pergunta fundamental: a consciência humana desaparece com a falência do corpo físico ou continua sua trajetória em outra dimensão da existência?
Durante séculos, muitos imaginaram a morte como um ponto final, o último capítulo de uma história encerrada definitivamente. Entretanto, milhares de relatos de Experiências de Quase Morte (EQM), estudados por pesquisadores de diferentes áreas, trouxeram novamente ao debate científico e filosófico uma questão que acompanha o ser humano desde suas origens: a possibilidade da sobrevivência da consciência após a morte corporal.
É nesse contexto que ressurge, com extraordinária profundidade, a afirmação de Jesus:
“Na casa de meu Pai há muitas moradas.”
(João 14:2)
Para a visão espírita, essa frase não representa apenas uma metáfora religiosa, mas uma revelação acerca da pluralidade dos mundos e dos diferentes estados de evolução espiritual. Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, apresenta a ideia de que o Universo é muito mais amplo do que a limitada percepção humana, sendo composto por diferentes mundos e condições espirituais adequadas ao progresso dos seres.
Limitar as possibilidades da vida espiritual seria, de certa maneira, limitar a própria grandeza divina. O orgulho humano frequentemente tenta enquadrar Deus dentro dos estreitos limites daquilo que consegue compreender. Entretanto, a inteligência humana, ainda em processo de desenvolvimento, não pode transformar sua própria limitação em medida absoluta do infinito.
A CIÊNCIA DIANTE DO MISTÉRIO DA CONSCIÊNCIA.
A Experiência de Quase Morte tornou-se um dos fenômenos mais estudados na atualidade. Pesquisadores como Raymond Moody e Elisabeth Kübler-Ross reuniram inúmeros relatos de pessoas que, após situações críticas de parada cardíaca ou coma profundo, descreveram experiências semelhantes:
sensação de paz profunda;
desprendimento do corpo físico;
percepção do ambiente por uma perspectiva diferente;
encontro com familiares ou seres luminosos;
revisão dos acontecimentos da própria vida;
sensação de uma realidade mais ampla e intensa que a experiência material.
Um dos casos que despertou grande repercussão foi o do neurocirurgião Eben Alexander III, que relatou uma experiência durante um coma profundo causado por meningite. Antes do acontecimento, como muitos profissionais formados dentro de uma visão estritamente materialista, considerava improvável a ideia de consciência independente do cérebro. Após sua vivência, passou a defender que a realidade da consciência poderia ser muito mais complexa do que a simples atividade cerebral.
Naturalmente, a ciência ainda debate as interpretações desses fenômenos. Existem pesquisadores que procuram explicações neurológicas, enquanto outros consideram que certos aspectos das EQMs desafiam completamente uma explicação materialista simples. O valor dessas experiências está justamente em ampliar a investigação sobre aquilo que ainda não compreendemos plenamente.
A MORTE COMO TRANSIÇÃO, NÃO COMO FIM.
A Doutrina Espírita não apresenta a sobrevivência da alma como uma crença baseada apenas na fé, mas como resultado de uma análise racional dos fenômenos espirituais. Desde as pesquisas de Allan Kardec até estudos posteriores sobre fenômenos psíquicos, diversos pesquisadores não ligados ao Espiritismo investigaram manifestações que apontariam para uma realidade além do corpo físico.
Entre essas obras, destaca-se a trilogia de Camille Flammarion sobre os fenômenos relacionados à morte e à sobrevivência da alma, analisando aspectos como:
a independência da alma em relação ao corpo;
manifestações durante o processo da morte;
fenômenos de aparições e comunicações;
a possibilidade de continuidade da existência espiritual.
A grande questão não é apenas saber se existe vida depois da morte, mas compreender que tipo de vida é essa e qual o sentido moral de nossa existência atual.
Para o Espiritismo, a vida física é uma etapa educativa. O Espírito não nasce no corpo para simplesmente desaparecer depois de alguns anos, mas para desenvolver inteligência, sentimento e responsabilidade diante das leis divinas.
A GRANDEZA DE DEUS NÃO CABE NA PEQUENEZ HUMANA.
Negar qualquer possibilidade além da matéria pode ser tão precipitado quanto aceitar qualquer ideia sem reflexão. A verdadeira postura diante do infinito deve ser a humildade intelectual.
Deus não necessita da aprovação humana para existir. A verdade divina não diminui porque o homem ainda não conseguiu compreendê-la plenamente.
A arrogância de querer reduzir o Universo ao tamanho de nossa percepção é apenas outra forma de ignorância. O sábio não é aquele que afirma conhecer tudo, mas aquele que reconhece a vastidão daquilo que ainda precisa aprender.
A frase de Jesus permanece como uma chave de esperança:
“Na casa de meu Pai há muitas moradas.”
Talvez essas moradas sejam muito mais amplas do que imaginamos: mundos físicos, dimensões espirituais, estados de consciência e caminhos infinitos de evolução.
A morte, portanto, não seria o silêncio definitivo, mas a passagem para outra etapa da jornada.
Porque, diante da eternidade, a pergunta mais profunda talvez não seja:
“Existe vida após a morte?”
Mas sim:
“Estamos preparados para a vida que continua depois dela?”
O corpo termina sua jornada. O Espírito prossegue seu caminho. E a vida, em sua essência divina, jamais deixa de existir.

“Pai solteiro não cria apenas filhos. Cria resistência emocional dentro de si mesmo.”