Amor de Amigas
Conquiste-me; não adquira;
quero ser teu bem; não um dos bens.
O teu sonho de amor, não de consumo...
Que a paz, a saúde e o amor estejam presentes em todos os dias deste novo ano que se inicia. Feliz ano-novo!
Uma paixão aqui, um quase-amor ali. Ainda bem que existem amigos para amar, abraçar, sorrir, cantar, escrever em recibos e tirar fotos bonitas. E a vida segue. Feliz. Sua imaginação te preenche, seus amigos te dão colo, vodca e dias incríveis.
Ora vede: Definindo S. Bernardo o amor fino, diz assim: Amor non quaerit causam, nec fructum: "O amor fino não busca causa nem fruto". Se amo, porque me amam, tem o amor causa; se amo, para que me amem, tem fruto: o amor fino não há de ter por quê nem para quê. Se amo por que me amam, é obrigação, faço o que devo; se amo para que me amem, é negociação, busco o que desejo. Pois como há de amar o amor para ser fino? Amo, quia amo, como ut amem: amo, porque amo, e amo para amar. Quem ama porque o amam, é agradecido; quem ama, para que o amem, é interesseiro; quem ama, não porque o amam, nem para que o amem, esse só é fino.
O amor não se manifesta pelo desejo de fazer amor (esse desejo se aplica a uma multidão inumerável de mulheres), mas pelo desejo do sono compartilhado (esse desejo diz respeito a uma só mulher).
"Tô feliz, acredita? Olha só a ironia, fui buscar o amor e já tinha. Fui tentar ser feliz e já era."
O amor é entregar a alguém uma arma e deixá-lo apontar para a sua cabeça, acreditando que ele não vai puxar o gatilho.
Itachi matou seus amigos, seus superiores... Matou seu amor, seu pai e sua mãe. Mas ele não pode matar... Seu irmãozinho.
Carta de Amor
Quando vejo como era minha vida sem você, não acredito que vivia.
Respirava, dormia, acordava, me nutria.
Hoje vejo que era só a parte física que era alimentada.
Eu estava morrendo e não sabia.
Você chegou como uma brisa fresca numa tarde quente de verão!
Entrou como quem não quer nada e tomou conta do meu coração.
Hoje faz parte da minha vida como se sempre lá estivesse.
Como era mesmo que eu vivia?
Só consigo me lembrar do agora. Do antes, não me lembro, não vivia!
E, pior, eu não sabia.
Hoje você existe dentro de mim.
Faz parte de minha pele, do meu cheiro, do meu coração.
E não há o que eu não pense que não venha impregnado de você.
Você existe e me espera.
Eu espero que a vida, um dia, nos dê a carta de alforria
e nos deixe viver esse grande amor!
Dorme sobre meu seio,
Sem mágoa nem amor...
No teu olhar eu leio
O íntimo torpor
De quem conhece o nada-ser
De vida e gozo e dor.
Nota: Trecho de poema do livro "Poesias", de Fernando Pessoa.
Divina Música!
Filha da Alma e do Amor.
Cálice da amargura
e do Amor.
Sonho do coração humano,
fruto da tristeza.
Flor da alegria, fragrância
e desabrochar dos sentimentos.
Linguagem dos amantes,
confidenciadora de segredos.
Mãe das lágrimas do amor oculto.
Inspiradora de poetas, de compositores
e dos grandes realizadores.
Unidade de pensamento dentro dos fragmentos
das palavras.
Criadora do amor que se origina da beleza.
Vinho do coração
que exulta num mundo de sonhos.
Encorajadora dos guerreiros,
fortalecedora das almas.
Oceano de perdão e mar de ternura.
Ó música.
Em tuas profundezas
depositamos nossos corações e almas.
Tu nos ensinaste a ver com os ouvidos
e a ouvir com os corações.
SOBRE O AMOR DE VERDADE
O amor de verdade não é uma fuga da solidão,
o amor de verdade é uma solitude abundante.
A pessoa está tão feliz em ficar sozinha
que tem vontade de compartilhar.
A felicidade sempre quer compartilhar.
Ela é excessiva, não pode se conter,
como a flor não pode conter sua fragrância —
ela tem que se espalhar pelo ar.
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O amor é o único mandamento.
Se não houver amor, nem mesmo os Dez Mandamentos ajudarão em alguma coisa.
Os Dez Mandamentos não são necessários — eles só são necessários porque
você não está pronto para cumprir o primeiro e único mandamento.
Eles são apenas substitutos fracos para o único mandamento: o amor.
